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Entrevista na TV

‘A grande palavra neste momento é diálogo’, resume Dilma

Sobre a economia, em entrevista ao Jornal Nacional, Dilma adiantou que até o fim do ano anunciará novas medidas para a política econômica, mas que primeiro ouvirá os diversos setores

‘A grande palavra neste momento é diálogo’, resume Dilma
A presidente reforçou a necessidade do diálogo entre os setores para definir os rumos do país (Reprodução/G1)

A presidente reeleita Dilma Rousseff voltou a afirmar a importância do diálogo e da união dos segmentos, em entrevista ao Jornal Nacional, na última segunda-feira, 27. Para ela, apesar das posições polarizadas no país, o desejo por um futuro melhor é algo em comum entre os brasileiros.

“A grande palavra neste momento é diálogo. É dialogar com todas as forças, sociais, produtivas, de todos os seguimentos, do industrial, da agricultura, dos serviços, do setor financeiro e também com todos os clamores sociais da população, que quer continuar melhorando de vida.”, afirmou Dilma.

Corrupção e reforma política

O novo mandato terá como prioridades assegurar que o país se torne mais moderno, inclusivo e produtivo, tendo como base “oportunidade para todos” e “o combate sem trégua à corrupção”. Sobre a reforma política, definiu como essencial a realização de um plebiscito para viabilizá-la, prometendo levar em conta propostas como o fim da reeleição, defendida pelo PSDB, durante a campanha eleitoral.

Quanto à corrupção na Petrobras e a possibilidade de instabilidade para o novo governo, Dilma declarou que “não acredita em instabilidade política por se prender e condenar corruptos e corruptores”, e apontou que fazer justiça é a melhor resposta à corrupção.

Economia e reforma fiscal

Sobre a economia, a presidente não adiantou decisões, mas que pretende dialogar com vários setores neste primeiro momento para definir os caminhos a seguir na política econômica e deve anunciar até o fim do ano as medidas para promover o crescimento do país.

“Eu tenho a convicção de que o Brasil precisa de uma reforma tributária, de simplificar tributos. É impossível continuar com sobreposição e com a guerra fiscal”, adiantando que promover a reforma fiscal está nos planos do governo.

Ela encerrou a entrevista reafirmando o diálogo e a união de todos em prol do crescimento do país e que tem como pilares para isso: educação, cultura, ciência e inovação, mas sem deixar de lado os mais pobres e aqueles que emergiram nos últimos anos, como as mulheres, os jovens e os negros.

Fontes:
G1 - Dilma afirma que anunciará até o fim do ano medidas para a economia

1 Opinião

  1. helo disse:

    Os assessores que escreveram o discurso apontaram os os aspectos esquecidos por Dilma: o diálogo, a corrupção. A reforma política proposta era muito venezuelana e não vingou. A reforma tributária é re-editar a CPMF. Isto é mais imposto, mais dinheiro para o governo que gasta mais e mal.

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