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COLUNA ESPLANADA

A diretora

Temer quer indicar uma delegada para a diretoria Geral da Polícia Federal

A diretora
Temer quer um nome de consenso das classes (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)

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O presidente Michel Temer quer indicar uma delegada para a diretoria Geral da Polícia Federal. Ele pediu a seus principais ministros que sondem as categorias da instituição — a Federação dos Policiais e a Associação dos Delegados. Caberá a missão discreta aos ministros Osmar Serraglio (Justiça) e Eliseu Padilha (Casa Civil). Temer quer um nome de consenso das classes.

A preferida

Em outra frente, Temer já deu indicativos de que sua preferida para a sucessão de Rodrigo Janot na PGR é a subprocuradora Raquel Dodge.

Sem escola

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, não quer construir escola numa das arenas do Parque Olímpico. Pretende uma creche ou centro de treinamento de modalidades.

Fidelidade é isso…

O presidente Temer tirou do PMDB o comando da cobiçada Funasa e deu ao PTN. E o que acontece? Seis deputados do partido nanico votaram contra a reforma trabalhista.

Ronco de Collor

O senador Fernando Collor (PTC-RN) arrumou jeito de curtir seus brinquedos sem chamar a atenção da PF. Mas ganhou a ira de vizinhos da Casa da Dinda em Brasília. São os roncos dos inconfundíveis motores da Lamborghini e da Ferrari na pista dos jardins altas horas da noite.

Taça & tabaco

Mas há quem não reclame dos presentes para amigos. Collor tem tradição de, nos encontros de confraria, abrir Château Cheval Blanc — R$ 35 mil a garrafa — e oferecer charutos enviados por Raul Castro — antes, Fidel era quem o presenteava mensalmente.

Asas de Kim

O ninho tucano pode ter aves conservadoras nas eleições de 2018. Nomes de liberais estão circulando como candidatos a deputado federal, como o de Kim Kataguiri, líder do Movimento Brasil Livre.

Bate…

“Nenhum candidato a presidente ou a deputado defendeu esta reforma (da Previdência) nas suas campanhas. Isso é uma rasteira no eleitor”, diz o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ).

…rebate

“Não votar a reforma da Previdência poderá significar cortes abruptos mais tarde, como aconteceu na Grécia”, defende o deputado Bilac Pinto (PR-MG).

Do comando

O general Etchegoyen é o potencial cotado para o Comando do Exército no lugar do general Villas Boas, mas há uma pressão interna do Alto Comando para que seja escolhido um oficial que atualmente está na Força.

(As)salto em distância

Lava Jato é só um dos problemas de Dilma Rousseff. A Medida Provisória que deu isenção tributária para o COI, COB e parceiros da Olimpíada fez o Brasil deixar de arrecadar R$ 15 bilhões em impostos. O COI nunca ganhou tanto numa edição.

Consolo em casa

Execrado por trabalhadores, o relator da reforma trabalhista, Rogério Marinho (PSDB-RN), teve consolo da própria classe. “Após a aprovação na Câmara, vários senadores me ligaram para cumprimentar. Acho que não teremos dificuldades para aprovar lá”.

Motivo

Marinho acredita que o fim do bilionário imposto sindical está por trás das manifestações da sexta-feira: “Toda a manifestação democrática é bem-vinda, acontece que o que vimos não foi isso. Não tenha dúvidas que o fato do fim da contribuição sindical, desse subsídio generoso, ter sido aprovado, causou isso”.

Ponto Final

Diretor do setor de propinas, Sr. Hildebrando Mascarenhas, o senhor é um fanfarrão, zero dois! (zero um é o Marcelo Odebrecht).

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1 Opinião

  1. Luiz Alberto Franco disse:

    No “Valor Econômico”de 27/4, matéria de Maria Cristina Fernandes:
    “Lafer Piva, Passos e Wongtschowski depenaram o pato. Cobraram o fim da
    contribuição compulsória (0,2% a 2,5% da folha de salários) e atribuíram ao
    desvirtuamento de seus objetivos originais de formação técnica dos
    trabalhadores a construção de instalações que definiram com quatro
    adjetivos: suntuosas, megalômanas, anacrônicas e dispendiosas. Essas
    anomalias, dizia o artigo, deslegitimaram direções que não prestam contas de
    seus gastos, se eternizam no poder e não são conduzidas por industriais de
    verdade.”
    O ínclito jornalista não vai comentar esse outro lado do corporativismo, o empresarial?

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