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A mudança do papel da mulher

A escritora e historiadora Mary del Priore fala ao O&N sobre temas como feminismo, ditadura da beleza, aborto, estupro, machismo e solidão

A mudança do papel da mulher
Mary del Priore já escreveu 41 livros de história e já ganhou mais de 20 prêmios nacionais e internacionais (Foto: Arquivo pessoal)

Ao longo da história, a mulher deixou de ser criada para casar e cuidar dos filhos para conquistar sua independência. No entanto, atualmente, muitas delas ainda estão presas a vários tipos de submissões. Como o Dia Internacional da Mulher é celebrado no próximo domingo, 8, a escritora e historiadora Mary del Priore fala ao O&N sobre as mudanças do papel da mulher ao longo do tempo. A conversa gira em torno de temas como feminismo, ditadura da beleza, aborto, estupro, machismo e solidão.

Mary del Priore é ex-professora de História da USP e da PUC/RJ, e pós-doutorada na École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris. Com 41 livros de história publicados, ela já ganhou mais de 20 prêmios nacionais, como o Jabuti, e internacionais, como o Ars Latina.

O que significa o Dia Internacional da Mulher para você? Acha importante existir essa data?

Sem dúvida. Mas é preciso lembrar por que e quando  o movimento ganhou força. Nos países desenvolvidos, a vaga feminista dos anos 70 foi realizada por mulheres brancas, de classe média e de nível superior. A agenda do movimento foi constituída a partir das necessidades e experiências das mesmas. Nela, a palavra submissão aparecia repetidas vezes. A luta era “contra”: contra a submissão imposta por maridos, patrões, amantes, pais e irmãos. O início do século XXI marcou uma ruptura na história da invisibilidade das mulheres. Caminhamos para um pós-feminismo, no qual a ideia de combinação, de associação, de mixagem tornou-se um valor ético e universal, pois seres humanos não podem viver uns sem os outros. Nesse momento em que as mulheres emergem como novos atores sociais na escolha de suas vidas e de sua maneira de ser, os modelos femininos se diversificam. Mulheres reivindicam não mais serem reduzidas a uma só dimensão, pois querem ser simultaneamente mães, companheiras, trabalhadoras, cidadãs e protagonistas de seu lazer e prazer. Acho que a luta hoje é “a favor”: a favor de valores compartilhados, de complementaridade nos papéis, de equilíbrio entre público e privado. Uma agenda que serve para os homens também.

 O que significa atualmente ser feminista?

O feminismo, hoje, se declina em mil formas de expressão. Não há um feminismo, como o que se consolidou nos anos 1960 e 1970, sobretudo entre intelectuais, mas feminismos no plural, com agendas muito diversas. As integrantes da FEMEM [grupo feminista de origem ucraniana] fazem do corpo um protesto contra os abusos. Há executivas, no mundo corporativo, que advogam em favor da meritocracia e do ganho financeiro como forma de luta. Outros grupos usam o riso e a caricatura dos papéis femininos como linguagem crítica. Outros lutam em favor dos direitos e das relações homoafetivas. Outras ainda, advogam em favor da maternidade e da beleza como fonte de realização. Não existem mais fórmulas fixas, mas grupos em ação.

Com o surgimento da pílula anticoncepcional muita coisa mudou. Levando em consideração o último século, quais foram as maiores barreiras quebradas e as que faltam quebrar?

A pílula anticoncepcional permitiu a mulher fazer do sexo, não mais uma questão moral, mas de bem-estar e prazer. A mulher tornou-se, assim, mais exigente em relação ao seu parceiro, vivendo uma sexualidade mais ativa e prolongada. Entre ambos, surgiram normas e práticas mais igualitárias. Ela, também, se despiu. O nu, na mídia, nas televisões, e nas praias, a incentivou a desvelar seu corpo em público, banalizando-o. A solução foi cobri-lo de cremes, silicones e colágenos. A pele tonificada, alisada, limpa, passou a ser vista como uma forma de vestimenta, que não enruga nem “amassa” jamais. Uma estética votada ao culto da boa forma, fonte inesgotável de ansiedade e frustração, levou a melhor sobre a sensualidade imaginária. Diferentemente de nossas avós, não nos preocupamos mais em salvar nossas almas, mas em salvar nossos corpos da desgraça da rejeição social. Essa é uma barreira que temos que quebrar: nos reconciliar com a mulher que está além de suas formas, que tem espírito, alma, valores, e que luta por eles.

No livro “Histórias e Conversas de Mulher”, você fala sobre como as mulheres têm dificuldade de enxergar a solidão como sinônimo da tão almejada liberdade. Muitas vezes o vazio é confundido com depressão e mulheres procuram um parceiro para não se sentirem sós. Qual o equilíbrio que deve existir? É realmente “impossível ser feliz sozinho”, como diz a música de Tom Jobim?

Esse “coitadismo” tem que acabar. A solidão pode ser uma companheira criativa. É preciso construir esse espaço de bem-estar. Mais de 50% das populações urbanas nos grandes centros do mundo vivem só. O problema é que em meio à solidão da grande cidade, ao trânsito, à corrida contra o relógio, [a mulher] aprendeu a sonhar com a emoção do sentimento sincero, com o fantasma da interação transparente. Leu preferencialmente livros de autoajuda, sempre à espera de um príncipe encantado que a levasse de volta ao século passado. Mas aprendeu também que, neste mundo de competição e trabalho, os sentimentos intensos demais provocam horrível embaraço e que as lágrimas e a dor, devem submeter-se a um tal de “self control”. Sob o choque da modernidade, ela viu igualmente a família se modificar. A crescente dissolução de casamentos que duram cada vez menos, o aumento de divórcios que não impede ninguém de recomeçar novamente, constituiu-se em um novo cenário para as relações afetivas. É o fim de um mundo feito de famílias enormes, reunidas nos domingos para o almoço, mundo feito de tensões, mas, também, de solidariedades. Ocupando cada vez mais os postos de trabalho, a mulher se vê na obrigação de buscar um equilíbrio entre o público e o privado. Esse equilíbrio é fundamental para tornar a solidão uma boa companheira.

No livro, você também fala sobre revistas femininas que tinham um papel modelador em relação à vida familiar. O que mudou e ainda falta mudar? Acredita que, nesse aspecto das revistas, o cenário internacional está mais avançado do que o brasileiro?

Em toda a parte, o diagnóstico das revoluções femininas é, por assim dizer, ambíguo e está refletido na imprensa feminina. Ele aponta para conquistas, mas, também, para armadilhas. No campo da aparência, da sexualidade, do trabalho e da família houve conquistas, mas também frustrações. A tirania da perfeição física empurrou a mulher, não para a busca de uma identidade, mas de uma identificação. A revolução sexual passou a genital. Se a profissionalização trouxe independência, trouxe também estresse e exaustão. A desestruturação familiar onerou, sobretudo os dependentes mais indefesos: os filhos. Nas últimas décadas, as mulheres participaram de outro movimento, fruto de séculos de transformações: o que procurou separar a sexualidade, o casamento e o amor. Foi o momento de transição, entre a tradição dos avós para a sexualidade obrigatória dos netos. Ninguém mais quer casar sem “se experimentar”; frigidez, nem pensar; “ficar e se mandar” se tornou regra. Os domínios de estudos consagrados à sexualidade feminina se multiplicaram. Estudos anatômicos e genéticos sobre a diferenciação sexual em organismos superiores, a descoberta da bissexualidade humana nos embriões, a fisiologia do sexo cromossômico e sua distinção do sexo hormonal, enfim, centenas de observações que vão da bioquímica à medicina, introduziram novas formas da mulher perceber que tem sexualidades no plural. A mesma sexualidade que estivera sob controle da Igreja e da família se transformou. Separada da procriação, multiplicada pela ciência, desculpabilizada pela psicanálise e mesmo exaltada pela mídia, se tornou assunto obrigatório. Tão obrigatório que chega a entediar! Hoje, a grande ausência de desejo é que é culpada. E é disso que se fala na maior parte da imprensa.

Antigamente, as mulheres tinham que ter pés pequenos e finos, hoje, a ditadura da beleza ainda impera. Isso é um resquício do passado?

Se as mulheres orientais ficam trancadas num espaço determinado, o harém, as ocidentais têm outra prisão: a imagem. E são açoitadas para caber nela: eternamente jovens, leves e saudáveis. Uma armadura que em tempos de globalização irradia-se por todo o planeta. Tamanho grande? Só no fundo da loja. A energia que as mulheres consagram aos seus corpos para não deixá-los enrugar e engordar é impressionante. E tudo para caber num outro cárcere: aquela do olhar masculino. “Os homens olham as mulheres. E as mulheres se olham ser olhadas”, diagnosticou o sociólogo John Berger. E a feminista Naomi Wolf cravou sem dó: “a fixação sobre a magreza feminina não é expressão de beleza da mulher, mas de obediência feminina”. Se ainda existem mulheres engajadas em lutas, vale lembrar essa, contra as novas formas de submissão: “contra” o servilismo moldado pela mídia, pela televisão, pelos outdoors.  E quem sabe o Dia Internacional da Mulher ajude a pensar esse trágico erro: o de que só o corpo pode falar a linguagem da sedução.

“Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”, essa é uma das frases mais emblemáticas de Simone de Beauvoir, um dos ícones do feminismo. Como você interpreta essa citação?

Para além da bagagem cromossômica, penso como Simone de Beauvoir: não nascemos mulher. Temos que nos construir como mulheres. E essa construção passa por ser “a gente mesmo”, sem querer caber em modelos pré-concebidos. O pós-feminismo de hoje nos convida a ter valores. Um deles é o de cuidar de si e dos outros. Ora, cuidar implica em aplicar atenções, tratar, ter cuidados, afeiçoar-se, dedicar-se, enfim, em amar.

Como você vê a brasileira atualmente? Ainda enxerga uma discrepância significativa na criação de filhas e filhos?

Nos últimos vinte anos, um nó de contradições marcou o papel das mulheres na sociedade brasileira. Assim como as desigualdades sociais, as disparidades entre os sexos se acumulam, multiplicando os benefícios deles, em detrimento das carências delas. Em casa, as tarefas continuam desigualmente compartilhadas, embora já surjam algumas zonas de negociação como o fogão ou as compras. Se o casamento se desfaz, elas sofrem imediata desvalorização no mercado matrimonial. Em tempos de crise, será mais fácil ver as mulheres ameaçadas pelo desemprego ou aceitando ocupação em tempo parcial. A superioridade feminina é apenas numérica: mais mulheres chefiam famílias monoparentais, aceitam situações de subordinação e correm atrás do modelo de perfeição estética imposto pela mídia. E por que será? Tudo indica que o problema não é na rua. Mas em casa. É lá que elas escondem seus sentimentos masculinizados. Muitas protegem filhos que agridem outras mulheres. Não os deixam arrumar o quarto: “homem não nasceu para isso”! A ideia é tornar marido e filhos dependentes delas em assuntos domésticos, pois muitas são dependentes financeiras deles. Outras se calam sobre comentários machistas de seus companheiros, incentivam piadas e estereótipos sobre a “burrice” feminina, cultivam cuidadosamente o mito da virilidade. Gostam de se mostrar frágeis, pois acreditam que eles assim se sentem mais potentes. Gostam de ser chamadas de xuxuzinho e tudo o mais que seja convite para comer. O título de cachorra é um elogio. Acreditam que a feminilidade é um estado natural a ser conservado e que todas as despesas aí investidas, até cirurgias que acabem por desfigurá-las, são um bom negócio.  São coniventes com a propaganda sexista e com a vulgaridade da mídia. Na TV, aceitam temas apelativos e não se incomodam que os mesmos encham a cabeça de suas filhas. Conclusão: há uma desvalorização grosseira das conquistas das mulheres por elas mesmas. Este comportamento ajuda, certamente, a que se continue a cavar um grande fosso entre homens e mulheres, perceptível na questão salarial. É compreensível. Afinal, o chefe teve uma mãe machista! Ora, estamos vivendo um tempo de transformações: na família, no trabalho, nas instituições. Nele, importa eliminar as pendências entre homens e mulheres. Mas, sobretudo, aquelas enraizadas dentro de nós.

Atualmente, há uma polêmica sobre até que ponto as mulheres são responsáveis sobre seu próprio corpo. Você é contra ou a favor do aborto?

Sou totalmente a favor, pois vejo esse como um dos aspectos hipócritas da sociedade brasileira. Desde sempre, o aborto é uma questão de saúde pública e pobreza. Pesquisas sobre quem abortava, no passado recente, indicam que eram as mães de família, casadas, com vários filhos, que tentavam a todo o custo impedir o crescimento da já numerosa família. Elas sabiam que mais rebentos seriam sinônimo de maior pobreza. Receitas para “fazer descer as regras” à base de artemijo ou casca de romã foram eficientes fatores de controle familiar por décadas. Hoje, calcula-se em torno de 750 mil a 1,4 milhão de abortos no Brasil. O clandestino ainda é responsável pela morte de muitas mães. Hipocrisia, pois, na vida privada e quando se trata de outra pessoa, continuamos machistas, homofóbicos, racistas e conservadores em relação ao aborto. Enquanto na vida pública, gostamos de passar a ideia de que somos liberados.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2014, foram registrados 50.320 casos de estupro no país em 2013, enquanto em 2012, foram 50.224 casos. Vivemos uma “cultura do estupro”?

Existe uma história do estupro mostrando que ele se modificou ao longo dos tempos. No passado, acreditava-se que uma mulher atacada por um único homem, seria capaz de se defender. E para se tornar vítima, era preciso uma dezena de depoimentos registrando seu comportamento impecável, antes do fato acontecido. De maneira geral, julgavam-se mais as violências físicas feitas contra ela do que a sexual. Com raras exceções, as condenações eram leves e as mulheres saíam marcadas moralmente pelo acontecido. No século XIX, a preocupação jurídica com o “atentado ao pudor” ajudou às vítimas de estupro. Mas elas sempre tinham que provar que possuíam reputação ilibada. A criação de espaços e mecanismos que apoiam a vítima multiplicou as denúncias de estupro. E no século XXI, existe uma enorme preocupação com o sofrimento não mais moral, mas psíquico das mulheres.

Recentemente, no Oscar 2015, algumas atrizes encamparam a campanha #AskHerMore que estimula os jornalistas a perguntarem mais sobre a vida profissional das atrizes do que o modelito que elas estão usando. O que acha sobre isso?

Considero uma mudança importante. Mais valores e menos imagens. E como digo sempre, isso tem que partir da gente. Das mulheres. Nada irá mudar se não “nos mudarmos”!

 

Caro leitor,

O que falta para a igualdade de gêneros? Que barreiras as mulheres ainda têm que enfrentar?

14 Opiniões

  1. Questionadora disse:

    Vou contar uma história: aprendi desde cedo que era importante estudar e ter um bom emprego, para proporcionar melhores condições aos meus filhos. Bem, estudei, muito, tenho um emprego razoável, mas pasme: a vontade de me casar e de ser mãe nunca veio. Talvez nunca venha. E não é que “estou procurando o príncipe encantado e está difícil encontrar”. Simplesmente não desejo príncipe algum, sou feliz na minha própria companhia. Com relação à velhice? Quem garante que os filhos cuidariam de mim? Tantos deles abandonam seus genitores em casas de repouso. Logo, a providência que devo tomar é formar amplas economias para pagar uma cuidadora ou uma clínica quando a idade avançada tolher minha autonomia. Até lá, minha vida será vazia? De modo algum, tenho grande prazer em adquirir novos conhecimentos, experimentar outros empregos, viajar, ensinar outros… E tantas outras possibilidades em aberto! A vida pode ser muito rica, e quando digo isso não falo em libertinagem, como talvez o colega Revoltado possa pensar… Falo em apreciar a beleza de um campo de lavanda, de ver o nascer do sol, ter a satisfação de ver a alegria de alguém que ajudei, ver meu legado florescendo (puxa, aquele menino cujo primeiro resumo científico fui eu quem corrigiu agora faz mestrado na usp? Que alegria, deixei um legado e a conquista dele também é minha conquista! ), entre tantas outras coisas. Encontrar uma vida rica no seio de uma família é uma possibilidade, tanto para homens quanto para mulheres, mas não é nenhuma obrigação, nem o único caminho! Os caminhos e as possibilidades são tantos quantos o indivíduo tiver capacidade de enxergar, só um tolo postula que um determinado caminho é o único correto e todas as pessoas devem ser felizes por meio dele.

  2. Márcia disse:

    Sábias palavras Revoltado!
    Parabéns!!!👏👏👏👏
    Quando o feminismo surgiu, algumas poucas pautas eram até justas, todavia, o movimento se perdeu em pressupostos marxistas. Hoje é uma arma poderosa usada para destruição da família e consequentemente da sociedade! IGUALDADE DE GÊNERO??? ISTO É UMA AFRONTA DA CRIATURA CONTRA SEU CRIADOR!

  3. Revoltado disse:

    Vamos lá, já que vocês se consideram um “gênero” e não seres humanos, porque não se manifestam contra (ou a favor, nunca se sabe) da mais poderosa e corrupta mulher que já ascendeu ao maior cargo da nação? Vou repetir:

    PORQUE NÃO SE MANIFESTAM CONTRA AS MULHERES MAIS CORRUPTAS DA HISTÓRIA DESTE PAÍS?? DE IMEDIATO, LEMBRO DE DUAS: A BÚLGARA DILMA ROUSSEF E A EGRESSA DE COMUNIDADE DO ALEMÃO GRAÇA FORSTER.

    AS DUAS MULHERES MAIS CORRUPTAS DO BRASIL !!!!

  4. evandro luis disse:

    Estranho o posicionamento da Mary Del Priore sobre o aborto. A gente sempre espera mais reflexão em relação ao tema, mas eis que ela vem com a conclusão tosca de que o melhor é optar pela legalização do aborto. Mesmo hoje com milhares de possibilidade de se evitar a concepção, ainda é útil falarmos em aborto? Não seria mais condizente construir uma sociedade onde os mais fracos continuassem a ser protegidos e, inclusive, vulva adentro?

  5. Revoltado disse:

    Caro Articulista,
    Isso esta ficando divertido! Vamlá:
    – Defina o que vem a ser “igualdade de gêneros”. Defina também o que vem a ser “gêneros” e quais/quantos tipos existiriam. Explicite por favor se está escrevendo baseado no que VC “acha”, ou se leu em algum estudo, ou especialista de reconhecida representatividade na comunidade acadêmica, ou estudiosos do assunto.
    – A frase “o que falta para…” faz supor que há uma tendência irresistível por uma “meta” ou “objetivo” a alcançar decorrente deste conceito nebuloso de “igualdade de gêneros”, é isso?? Gostaríamos de saber que estudos indicam essa tendência.
    – A frase embute a contradição da lógica mais rasteira, ao lançar uma pergunta que supostamente o autor deveria já saber, e justificar, ou seja, há desconhecimento de causa, o que é algo espantoso.
    – Por fim, gostaríamos que o autor descrevesse as vantagens em se alcançar tal condição, em termos de melhoria do bem estar social, da sociedade e para o mundo em geral.

  6. Revoltado disse:

    TODA ESSA BABOSEIRA ESTÚPIDA PROMOVIDA POR PETISTÓIDES E ATIVISTINHAS QUE NÃO TEM MAIS O QUE FAZER, QUE NÃO GOSTAM DE UMA CARTEIRA ASSINADA, NÃO RESISTE A UMA TROCA DE EMAILS. É SEMPRE ASSIM.
    FORA VOCES, ESSA GENTE TODA, SAFADOS, VÃO PRA CUBA, LÁ TODOS SÃO IGUAIS, UM ENGENHEIRO GANHA O MESMO QUE UM TAXISTA, CERCA DE 20 DÓLARES POR MES, ENTÃO VÃO MORAR LÁ, SEJAM IGUAIS LÁ, AQUI NÃO É CUBA, NEM NUNCA SERÁ. E ALERTAMOS, VOCES NÃO TOMARÃO O PODER AQUI NO BRASIL, ESCUTEM O QUE ESTOU DIZENDO. MUITO ANTES DISSO ENFRENTARÃO A NÓS, A DIREITA, SEJA NAS URNAS, SEJA NO BRAÇO – A ESCOLHA É DE VOCÊS. ESTE SERÁ O ÚLTIMO GOVERNO DE VOCES, DEPOIS, PT NUNCA MAIS. ISSO SE A DILMA LOUCA PSICÓTICA NÃO FOR DEPOSTA PELO ÓBVIO MOTIVO DE INCAPACIDADE, PRA FALAR O MÍNIMO, É UMA “NERO” DE SAIAS!! O PAIS SE ESVAINDO ECONÔMICAMENTE, E O MALDITO DO LULA AINDA TENTA JOGAR BRASILEIRO CONTRA BRASILEIRO, E ELA AGE COMO NÃO FOSSE COM ELA!!! DEPONHAM-NA ANTES QUE O PIOR ACONTECA!!!

  7. Revoltado disse:

    SR JORGE ARMANI,
    PARABÉNS, ESTE É UM PONTO DE VISTA QUE ME PASSOU, EXCELENTE ABORDAGEM. VAMOS PERGUNTAR PARA A SRA IOSOUZA SE ELA É CASADA, DO LAR, É INDEPEDNDENTE OU RECEBE PENSÃO DO MARIDO.
    SRA IOSOUZA, CADÊ A SRA?? ESTAMOS CURIOSOS EM SABER”!!!
    SR PSEUDÔNIMO, VC TEM FILHA?? ELA SE BANCA?? QUE TIPO DE HOMEM GOSTARIA QUE ELA SE CASASSE?? PREFERE QUE FOSSE LÉSBICA?? EM TEMPOS DE “IGUALDADE”, EU PERGUNTO: TUDO BEM SE ELA PREFERIR CASAR COM UM FAVELADO OU CARA BACANA E BEM DE VIDA?? GOSTARIA DE TER NETOS?? PREFERE SUA FILHA SOLTEIRA ?? POSICIONE-SE, MEU CARO… ESTAMOS CURIOSOS EM SABER…

  8. Revoltado disse:

    PREZADOS,
    HOMEM E MULHER, POR ENQUANTO, NÃO SÃO IGUAIS. ESSE DIA TALVEZ CHEGUE, JUNTO COM A MAIS COMPLETA DESTRUIÇÃO DA BELEZA DE CADA GÊNERO, SEJAMOS TODOS HERMAFRODITAS!!! AH, CARO PSEUDÔNIMO…. A FORÇA DOS IDIOTAS, QUE SÃO MAIORIA NESTE MUNDO, É AVASSALADORA!!! REPETEM COMO PAPAGAIOS FRASES FEITAS COMO ESSA “IGUALDADE DE GÊNERO” … “DISTRIBUIÇÃO DE RENDA”… E OUTRAS… PRODUZIDAS POR INDIVÍDUOS COMO UMA MARTA SUPLICY, JORNALISTINHAS DE MERDA E SOCIOPATAS QUASE TODOS PETISTINHAS… E TUDO ISSO É REPETIDO PELOS PROGRAMAS DE AUDITÓRIO, JORNAIS E REVISTAS… E TUDO ISSO FAZ GENTE COMO VC UM PERFEITO IDIOTA, QUE VIVE FELIZ REPETINDO O QUE OUTROS IDIOTAS PENSAM QUE ACHAM… ASSIM VC QUE NÃO AGUENTA PENSAR POR SI MESMO, FICA MAIS FELIZ, CERTO? TUDO CONFORME ELES QUEREM, QUE NO FUNDO É A DESTRUIÇÃO DA CULTURA, DOS PAPEIS DE CADA GÊNERO, DA FAMÍLIA, DE CLASSE SOCIAL… O OBJETIVO É DESTRUIR A NOSSA CULTURA, E ESTÃO CONSEGUINDO… COMO EU DISSE, A MASSA DE IDIOTAS É ENORME E PASTA BOVINAMENTE ESTAS FRASES FEITAS… NO CASO, “GÊNERO” É UM ATRIBUTO DO SER HUMANO, OU SEJA, OU SE É MASCULINO, OU FEMININO. ORA, SE HÁ DOIS, ENTÃO NÃO SÃO IGUAIS. SIM OU NÃO, NESTE ASPECTO? PODE UM HOMEM ENGRAVIDAR?? AINDA NÃO. PODE UMA MULHER ENGRAVIDAR OUTRA MULHER?? NÃO. É DURO CONSTATAR ISSO NÉ?? OK, VAMOS AOS POUCOS, PRA QUE VOCÊS NÃO SURTEM… VAMOS AGORA À BIOLOGIA: SABIAM QUE HÁ UMA COISA CHAMADA HORMÔNIOS?? E QUE DEFINEM FUNÇÕES, E EMOÇÕES DIFERENCIADAS ENTRE OS GÊNEROS?? VCS SÃO MAIS SABIDOS QUE OS MÉDICOS E CIENTISTAS?? OHHH… PRECISO CONTINUAR? BEM, VAMOS AOS FINALMENTES ENTÃO:: NUNCA HAVERÁ IGUALDADE ENTRE GÊNEROS. OK?? NUNCA.
    POR FIM: SR. PSEUDÔNIMO, O EXPLIQUE O QUE VEM A SER “IGUALDADE DE GÊNERO”? ESTAMOS ÁVIDOS POR SUA EXPLANAÇÃO.

  9. Jorge Armani disse:

    Igualdade de generos é só um discurso hipócrita: nunca vi até hoje, uma mulher “independente” que tenha renunciado a pensão do ex-marido.

  10. Pseudónimo disse:

    igualdade de gênero isso é o que defendo! Não o feminismo exacerbado, não o machismo, a mulher conquistou e conquista cada vez mais sua igualdade na sociedade.
    O homem por dever de guerrear e abusar da força, estava mais apto a sobrevivência e a proteger a família, fazendo uma sociedade masculina, patriarcal.

    Mas o mundo muda meu caro REvoltado, questione seus conhecimentos !
    Não fique preso no passado
    Moderne-se
    Não de RE, não de VOLTA , DOmine-se !

  11. Revoltado disse:

    SRA IOSOUZA,
    ACALME-SE. EU NÃO “PENSO” QUE A REALIZAÇÃO DA MULHER ESTEJA ÚNICA OU EXCLUSIVAMENTE CONDICIONADA A SER MÃE E DEDICAR-SE A FAZER O SEU HOMEM FELIZ. NÃO SEJA HIPÓCRITA E DEIXE ESSE CHILIQUE ATIVISTA PRA LÁ. A VIDA É MUITO MAIS LINDA QUE PALAVRAS DE ORDEM…. SEJA QUE GRUPO FOR… MAS EU, E GRANDE PARTE DOS ESTUDIOSOS, AFIRMO QUE SIM, PASSA POR ESTA EXPERIÊNCIA – A MATERNIDADE, E A RELAÇÃO COM UM HOMEM QUE ELA ADMIRE E CONFIE. A SRA DEVE ESTAR CONFUNDINDO ISSO COM “SUBMISSÃO” DA MULHER AO HOMEM, E VICE VERSA, QUE É UMA FORMA PERVERTIDA DE EXPERIMENTAR A BELEZA DE UMA RELAÇÃO A EQUILIBRADA HOMEM – MULHER, ONDE UM DÁ FORÇA E ESTÍMULO AO OUTRO, QUE DEVE SER DE TROCA E RESULTAR NO CRESCIMENTO DE AMBOS, NUNCA DE DOMINAÇÃO, SEMPRE DE LIBERDADE!! ENTENDEU AGORA? TÁ MAIS CALMA?
    PS.: E SE VC CLASSIFICA SEU MARIDO COMO UM “MACHO”, E NÃO UM HOMEM, SINTO MUITO, E AVISO: SUAS PALAVRAS DE ORDEM E IDÉIAS PRECONCEBIDAS NÃO LHE FARÃO COMPANHIA NA VELHICE.
    PENSE NISSO, E AME MAIS !!!

  12. iosouza disse:

    Estou tão chocada com os comentários do REVOLTADO , que nem sei o que falar. Felizmente não conheço esse indivíduo e considero ótimo não conhecê-lo, embora do mesmo tipo existam muitos, por aí. Apenas para esclarecer uma coisa a ele, que pensa que a realização das mulheres (ou da maioria delas) é para criar filhos e fazer o macho da espécie feliz. Não, Revoltadinho, a felicidade das mulheres é poder escolher se quer ou não ter filhos, se quer ser feliz sozinha ou acompanhada, e o “alto” preço pessoal compensa, pode acreditar. Isso cartão de crédito nenhum pode pagar.

  13. Revoltado disse:

    IMAGINO QUE SEJA OBVIO, MAS, PARA OS IDIOTAS ATIVISTINHAS COMUNISTAS QUE LERÃO ISSO, RESSALTO QUE UM HOMEM, PARA MERECER TAL TIPO DE MULHER, DEVE SER ELE MESMO VOLTADO PARA A FAMILIA, HONRAR E SER HONRADO; DEFENDER ESTA MULHER, E SER ELE MESMO MOTIVO DE ADMIRAÇÃO E ESTÍMULO, UM GUERREIRO DO BEM, EXEMPLO PARA OS FILHOS E PARA A COMUNIDADE A QUE PERTENÇA. ISTO É POSSÍVEL, ACREDITEM, É UMA BOA RECEITA DE VIDA SEGURA E PROVEITOSA PARA A MAIORIA DAS PESSOAS. OS ANTIGOS ESTAVAM CERTOS. HOJE AS MULHERES RECLAMAM QUE NÃO HÁ HOMENS, E ESTÃO CERTAS. O BRASIL NÃO PRODUZ HOMENS DE VERDADE, GUERREIROS EM BUSCA DE SUAS RAINHAS, POIS NOSSA SOCIEDADE É HOJE ORIENTADA PELA DEVASSIDÃO, PELO HEDONISMO, E PELO CONSUMO EXCESSIVO, E VEM SISTEMATICAMENTE DESTRUINDO E RIDICULARIZANDO ESTE HOMEM, QUE HOJE NÃO PODE ANDAR ARMADO, NÃO CONSEGUE EMPREGO DECENTE FORCANDO AO TRABALHO NA RUA A MÃE DE SEUS FILHOS, QUE, SEM ORIENTAÇÃO CRESCEM MAL FORMADOS, QUANDO NÃO CAEM NA BANDIDAGEM. E ASSIM VAMOS, ATÉ A DERROCADA FINAL, PATROCINADA PELA MÍDIA, POR APRESENTADORES E APRESENTADORAS GAROTAS DE PROGRAMA, NOVELISTAS GAYS, E PORAÍ VAI. TEMO SER TARDE, O POUCO QUE UM DIA HOUVE DE BRASIL JÁ ESTÁ NO CHÃO. NÃO HÁ HOMENS DE CORAGEM NESTE PAÍS, SÓ HÁ BEBEDORES DE CERVEJA, FAUNOS E “ESPERTOS”. E AINDA VEM COISA PIOR PORAÍ: COMUNISMO DO PT, QUE ANULA INDIVIDUALIDADES E LIDERANÇAS SOCIAIS, REDUZINDO O PAÍS A UMA MASSA DE ESCRAVOS. MALDITOS SEJAM VOCÊS PETISTAS, BOLSA-FAMILIA, LADROES, LULAS E DILMAS, ARTISTAS ESQUERDA CAVIAR, OS BOFF DA VIDA, FREI BETOS, JANDIRAS E TODOS DESTA LAIA. MALDITOS SEJAM.

  14. Revoltado disse:

    A REALIZAÇÃO DA MULHER É CRIAR FILHOS FORTES E SAUDÁVEIS ORIENTADOS PARA A VIDA DE BEM E PARA O CRESCIMENTO DA SOCIEDADE, E PARA FAZER O HOMEM (O SEU) FELIZ. É ASSIM QUE A MULHER SE REALIZA, E QUALQUER IDIOTA QUE VENHA DIZER QUE ELA SERÁ FELIZ SENDO UMA EXECUTIVA DE SUCESSO, SOLTEIRA E SEM FILHOS, MERECE UM SOCO NA CARA. ISSO NÃO É PARA A MAIORIA DAS MULHERES. É UMA MINORIA, E TEM UM ALTO PREÇO PESSOAL. É UM CRIME INSUFLAR MULHERES COMUNS A SEGUIREM ESTE PADRÃO, QUE NÃO GERA FELICIDADE ALGUMA, PERDEM TODOS.

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