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Coluna Esplanada

A reforma do Senado

O Senado vai confirmar o fim da reeleição para cargos majoritários, mas proporá mudanças no financiamento de campanha

A reforma do Senado
A reforma política aprovada pela gestão de Eduardo Cunha (à direita) será alterada sob comando de Renan Calheiros (Fonte: Reprodução/Agência Senado)

A despeito da boa relação entre os presidentes das Casas, e da supremacia do PMDB na Câmara e Senado, a reforma política aprovada pela gestão de Eduardo Cunha será alterada sob comando de Renan Calheiros, que já o avisou. Renan fez chegar a Cunha que, numa sondagem preliminar com líderes, o Senado vai confirmar o fim da reeleição para cargos majoritários, mas proporá mudanças no financiamento de campanha. Por ora, a sugestão mais concordada, é de que as empresas possam doar até 7% do valor do custo de campanha informada ao TSE pelo candidato. vai…

A proposta que passou proíbe doação de empresas para os candidatos, somente autorizada para os comitês. Se mesmo alterada, a emenda volta para análise da Câmara.

…e vem

No Senado, é consenso também que deve cair a cláusula de barreira que limita acesso ao fundo partidário por partidos sem representação. É o caminho aberto para REDE e PL.

Lupa no bancão

Ainda de mal com a presidente Dilma, Renan não vai deixar barato. A CPI dos Fundos de Pensão não passou, mas ele leu a abertura da CPI do BNDES, e o cerco será na lupa.

UFC Maioridade

Foi assim: a deputada Jandira Feghali (PCdoB) forçou a segurança da Câmara a aceitar a entrada dos estudantes da UBES no plenário da Comissão de Educação, que precedeu a reunião da polêmica comissão da PEC da Redução da Maioridade Penal. Apesar dos alertas dos agentes, a deputada se comprometeu pelo grupo. Deu no que deu.

Ringue parlamentar

Os estudantes, contra a redução, começaram a gritaria no plenário e tumultuaram a sessão. Quando o clima esquentou, os seguranças tiveram trabalho dobrado: os deputados prós e contra a mudança da lei foram às vias de fato. Na confusão, sobrou spray de pimenta. Votação do relatório sai em reunião, sem público, semana que vem.

Palavra de governador

O federal Danilo Forte (PMDB-CE), relator do novo pacto federativo na comissão mista no Congresso, vai convidar mais três governadores antes de concluir o texto: Ivo Sartori (RS), Camilo (CE) e Paulo Hartung (ES).

Beleza natural

Na busca de investimentos para o estado, Flávio Dino comemora estreia dia 16 do voo da SETE de Brasília para Carolina, na Chapada das Mesas, no Sudoeste do Maranhão.

Quem será?

O deputado Major Olímpio declarou que havia a filha de um colega na confusão no UFC da Maioridade na comissão na Câmara, mas depois silenciou.

Alckmin x Aécio

Deputados do PSDB se mostram surpresos com a repentina pauta nacional do governador Alckmin contra a redução da maioridade penal, na contramão da cautela que o partido assumiu para debater o assunto. E ainda conversando com o PT.

Mote para oposição

Dizem que não era hora de o paulista se lançar em campanha pelo Planalto, evidenciando um ‘racha’ que não existe com Aécio, o candidato natural. Para piorar o cenário, o senador José Serra, desafeto de Aécio, colou em Alckmin e o elogia.

Fundo e o In$tituto

O aumento do fundo partidário para R$ 867,5 milhões abriu os olhos dos políticos e iniciou uma velada briga pela presidência dos institutos das legendas. É que muitos partidos levam tão a sério os institutos que são estes que administram os diretórios.

Saldo em 2015

O PT, por exemplo, deve receber até R$ 117 milhões do fundo partidário este ano. Os tucanos vão abocanhar cerca de R$ 96 milhões e o PMDB terá na conta algo em torno de R$ 94 milhões, para citar apenas os três principais partidos.

Memorial Sarney

O cardiologista Manoel Brasil quer fundar em Macapá o Memorial José Sarney com exposição permanente de tudo o que saiu nos jornais desde que o veterano estreou seu mandato pelo Amapá. Já coleciona 3 mil reportagens e montou equipe.

2016 na porta

A jovem deputada estreante Mariana Carvalho (PSDB) estuda se candidatar à Prefeitura de Porto Velho (RO). Tem sido instigada pelo senador Aécio.

Ponto Final

Brincadeira ontem no STF: o que cantou a biografia não-autorizada para Roberto Carlos? ‘Eu voltei, agora pra ficar…’

Com Equipe DF, SP e Nordeste

1 Opinião

  1. joaquim vieira disse:

    É duro ver o país dirigido por bandidos! penso comigo, hoje não existe partido de direita, nem de esquerda, e nem bancada evangèlica, é cada um defendendo o seu e amém. Hoje temos o mundo inteiro, e não conseguimos andar no nosso proprio quintal! fora senado, e o fim da releições!

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