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Governo paulista

Alckmin venceria Lula em São Paulo

Pesquisa do instituto Datafolha revelou que Geraldo Alckmin venceria até mesmo o ex-presidente Lula na disputa pelo governo paulista

Alckmin venceria Lula em São Paulo
Alckmin versus Lula: hipótese improvável (Fonte: Reprodução/Folhapress)

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Uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha revelou que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), lidera com vantagem a corrida ao Palácio dos Bandeirantes, inclusive contra o ex-presidente Lula.

Alckmin aparece à frente em todos os cenários analisados pelo instituto Datafolha. A candidatura de Lula é improvável, mas o ex-presidente é o adversário que teria melhor desempenho contra o atual governador.

As simulações do Datafolha para a eleição de 2014 mostram Alckmin com 42% das intenções de voto e Lula com 26%.

Lula nunca manifestou interesse em se candidatar ao governo paulista. Essa hipótese, no entanto, foi sugerida no final do ano passado pelo marqueteiro do PT, João Santana, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.

Fontes:
Folha de S.Paulo - Alckmin venceria até Lula na disputa pelo governo paulista

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8 Opiniões

  1. ISAAC J. A. CARMO disse:

    Se, para o instituto que faz a pesquisa, e para quem a encomendou, “A candidatura de Lula é improvável…”, qual o sentido dessa pesquisa e o que estão querendo produzir com ela? É claro que isto compõe, já, o quadro de artifícios que os opositores do Lula e do PT já vem há muito construindo com a intenção da volta ao poder. Diga-se com mais propriedade: ao poder em sua esfera maior. Um exemplo claro disso, é o estardalhaço que a mídia está fazendo com a divulgação exaustiva do índice da inflação, do jeito que lhe interessa mais. Antes focavam no índice do período menor, até que os números estavam em alta. Quando caíu, aí passaram a focar e divulgar o índice dos últimos doze meses, para dar a idéia que ela está estourando a meta pre-fixada. Não é só isso. A questão do chamado “mensalão” foi aos tribunais num período pré-eleitoral. A questão dos índios aparece de forma sincronizada, de norte a sul do País, atribuindo-se tendenciosamente a culpa pela morosidade das desmarcações da terras exclusivamente ao governo, sem que seja mencionado a ações judiciais de quem, estando nessas terras, adentram com recursos, sujeitos à morosidade dos trâmites. Enfim, tudo direcionado ao cenário 2014, evidentemente. Não deu certo em 2012 e não funcionará para 2014.

  2. Vitafer disse:

    Ah, seu Isaac, tudo bem, mas insinuar defesa ao mensalão, pelo amor de Deus. Afinal, esse povo roubou ou não roubou? Vá, afirme de pés juntos que não!

  3. Afonso Schroeder disse:

    Cada povo tem o governo que merece, Alkmin já deu sua contribuição, comparar o
    Estadista ótimo ex-presidente impar Luís Inácio Lula da Silva (Lula), com um governador que governa para classe dominante é no mínimo não aceitável, oxalá Deus vai dar entendimento a população Paulista escolhendo alguém que governe para toda sociedade do Estado mais populoso do Brasil.

  4. Francisco Paulo cavalante disse:

    O sua dimensão e seu desempenho o estado de São paulo esta sempre alerta quanto a questão politica Alckimim foi testado e aprovado por três vezes comanda 30 %da economia brasileira com o pé no acelerador e sem roubalheira .Povo sábio é aquele que escolho o grupo que trabalha ,alias o PT já provou ,por onde passa o rastro de podridão fica,vejam o diferencial das cidades e estados comandadas pelos tucanos

  5. helo disse:

    Isaac e Schroeder,
    Alguns petistas sugeriram Lula em SP, daí a pesquisa. Propaganda milionária na mídia, o toma-lá-dá-cá gigantesco dentro e fora do congresso darão a Dilma outro mandato, apesar de seus equívocos em todas as frentes. Estardalhaço? Para saber dos escândalos melhor ler a mídia estrangeira. Lula, até melhor, teria talvez menos chances que ela porque se revelou sem a menor compostura moral, vide Rose, mensalão, o eterno “nada sei” entre tantos malfeitos. Quem adiou o mensalão, quem não assentou, desestabilizou o real, inchou o estado foi o governo. Não se pode criticar o PIB, a balança, os impostos, a inflação? Não gostaria da volta de ninguém, votarei em qualquer um que desarticule o grave equívoco atual.

  6. Samuel disse:

    Considero prematuro avaliar quem quer que seja para as eleições à Governador de São Paulo, entretanto tenho a convicção de que nem o Alckmin e nem o Lula correspondem com aquilo que população paulista necessita. Ambos são eloquêntes e convincentes em seus dircursos, mas para aí, uma vez que em momento algum administram a coisa pública em favor de toda a pupulação. Exemplo claro do senhor Alckim é o descaso com o funcionalismo público que por muito tempo vem sendo negligenciado pela administração tucana e, lamentavelmente, sucateou a segurança pública, a educação e a saúde. O camarada sequer atende à reivindicações desses servidores e quando concede algo alardeia na imprensa cifras milionários, porém sem jamais revelar que a sua matemática só faz “aumentar os descontos”. Quanto a isso posso afirmar com propriedade. Quanto ao populista Lula o seu comportamento frente ao governo federal tem contribuído e muito para o enriquecimento dos bancos, dando margem para todo o tipo de especulação e agiotagem. Ambos tem a minha desaprovação.

  7. Kalil Saliba disse:

    Que destino insólito dos cidadões paulista e de todos os brasileiros, se tivermos que ficar nessas escolhas, alias não temos escolhas . O sistema de representatividade da ficha limpa e de tantos outros adjetivos não consegue esconder que dentro desse sistema o povo não tem saida, são os mesmo ladrões os mesmo incopetentes os mesmo cara depaus, a unica saida é não votar e derrubar esse sistema podre e viciado.

  8. ISAAC J. A. CARMO disse:

    Vitafer, o meu questionamento é: Por que o viés originário do “mensalão”, envolvendo os nomes de outras figuras públicas, ainda não foi posto sobre a mesa da instância julgadora? Dizem que vai ser posto, mas entendo que foi produzido uma tardança intencional, para não dizer omissão, e certamente isso vai de encontro à tese do “mesmo peso e mesma medida”. Faz ou não faz diferença no critério de justiça?

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