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futuro incerto

Após derrota no TSE, Marina decidirá hoje seu futuro

Rede Sustentabilidade não foi aprovado no TSE. Agora Marina tem que decidir, até sábado, qual partido se filiar, se quiser disputar as eleições de 2014

Após derrota no TSE, Marina decidirá hoje seu futuro
Ainda sem rumo definido, Marina somente informou que será "coerente"

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Após seu partido, o Rede Sustentabilidade, não ser aprovado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ex-ministra Marina Silva se reuniu com outros partidos aliados durante a madrugada. Ela vai decidir se desiste da candidatura à presidência em 2014 ou se filia-se a outro partido. Na saída do encontro, às cinco da manhã de sexta-feira, 4, a ex-ministra disse que sua decisão será “coerente”.

Leia mais: TSE nega registro e Rede, de Marina Silva, fica fora das eleições de 2014

Marina afirmou que ainda não sabe qual será sua decisão, mas que será pelo bem do país e não buscando aspirações próprias. Ela ainda declarou que, apesar da derrota, seu partido teve o reconhecimento de sua integridade dentro do TSE.

Segundo participantes da reunião, foram discutidas adesões ao Partido Popular Socialista (PPS) , ao Partido Ecológico Nacional (PEN) e ao  Partido Humanista Socialista (PHS). Para disputar, Marina precisa se filiar até sábado, 5. Uma nova reunião será realizada nesta sexta e o anúncio deve ocorrer no início da tarde.

Polarização

Os apoiadores de Marina estão divididos. Parte deles acha que a filiação à um outro partido pode tirar credibilidade da candidata. Outra parte acredita que não é a melhor opção esperar até 2018 para uma nova candidatura. Alguns observaram que um partido pequeno seria melhor por permitir que o grupo de Marina tenha o controle da campanha.

O debate ainda em andamento não impede que os parlamentares busquem alternativas. Domingos Dutra (PT)  pode filiar-se ao recém criado Solidariedade. Miro Teixeira pode ter o PROS, outro que conseguiu ser aprovado semana passada, como destino. Alfredo Sirkis relatou que tem conversado com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pré-candidato à presidência pelo PSB. Apenas Walter Feldman estaria disposto a acompanhar Marina para qualquer partido.

 

 

Fontes:
Etadão-Após derrota no TSE, Marina diz que coerência definirá seu futuro

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9 Opiniões

  1. ISAAC J. A. CARMO disse:

    Marina encontra-se num dilema à curto prazo: recorrer ao Supremo ou filiar-se em um novo partido político. Se fizer a primeira opção, correrá o risco de ter a sentença homologada; se escolher a segunda opção, terá que aceitar diretrizes pré-existentes que talvez não teriam o mesmo impacto do “novo”, o que seria plenamente viável com a Rede de Sustentabilidade.

  2. Horácio Roque Brandão disse:

    A Marina, se continuar pulando de galho em galho, vai se acabar politicamente. Deveria, para manter alguma coerência, voltar para o PT já que certamente ainda nutre algum sentimento de “cumpanheira” do Lula. Agora, se quiser melhorar o perfil, bem que poderia virar vice do Aécio (se o Serra não quiser o posto), pelo menos terá um projeto de governo, ao estilo do Fernando Henrique provavelmente. Mas dizem que apoiará a Dilma, o que não será de se estranhar quando vemos a Kátia Abreu filiar-se ao PMDB do Sarney, Renan, Jucá, etc., todos amiguinhos do ex que ainda não saíu do poder, imaginando-se o co-presidente da Nação….

  3. Alcebiades Abel Filho disse:

    No meu entendimento a candidata Marina é maior do que qualquer sigla partidária. Ela notabilizou-se pela riqueza de argumentos de sua convicção política que a coloca como forte candidata a provocar um segundo turno na eleição de 2014. O clamor do movimento das ruas apela para mudanças e alternativas capaz de atender os anseios da sociedade. Marina é uma cara nova na política, madura nos debates,de argumentos bem fundamentados capaz de conquistar um número considerável de eleitores. Portanto, ela deve ser candidata mesmo que seja em outro partido.

  4. yama disse:

    Concordo com as considerações do Alfredo Sirkis quanto ao comportamento da candidata Marina, a realidade que ela expõe de pessoa de visões ecológicas e de acirramento das convicções obtidas pelo curso de sua Vida não tem as características formais de um(a) estadista e sim de populista que dadas as suas peculiaridades de “escolha popular” no ambiente vigente no Brasil tais como – origem pobre, sexo feminino, defensora de bandeiras de minorias, questionadora dos ganhos e benefícios dos grandes Países dominantes no cenário Político e Industrial do Mundo de hoje, não são os quesitos que, nos meus critérios, me levariam a votar nessa possível candidata. Deveria postular, a meu juízo, nova eleição para a representação do Povo na Câmara dos Deputados e representar o segmento populacional com quem se identifica e JAMAIS O TODO DA POPULAÇÃO e EVITAR APENAS O ANTAGONISMO À DILMA E PETRALHA.

  5. Jayme Mello disse:

    UM TIRO NO PÉ – PROPÓSITAL ?

    Ora, excetuando os problemas burocráticos tão corriqueiros no aparelho Estatal, que, aliás, foi comum a todos os outros “Partidos” que da mesma maneira, como o “Sustentabilidade”, buscou a sua regularização, há também que se concluir – que um Partido que postula o maior cargo político da nação, deveria, no mínimo, se socorrer de capacidade “contenciosa e técnicas administrativas” bem como velocidade burocrática, para ali, em seus nascedouros, neutralizar esses imbróglios tão comuns.

    O fato político criado é inquestionável, não lhe faltando inclusive, diversas e equivocadas saídas de armários, no bom sentido é lógico.

    Agora, numa suposta posição (confortável?) de vítima da burocracia brasileira, como no turfe, a corrida continua, porém, ainda muito mais distante da curva de chegada, pois, o eleitor face a sua miscigenação afro/indígena…, é muito desconfiado.

  6. Joaquim Caldas disse:

    Se criarem uma sigla que represente o vício nacional,poderia ter sido aceito pelo TSE:PMCN – Partidários da Maconha e Cocaína Nacional.

  7. Áureo Ramos de Souza disse:

    Quem está no comando, manda e foi isso que aconteceu com Marina, o partido que outorgava a possibilidade de candidatar-se foi retalhado pelos cartórios e pelo TSE pois outros partidos como por exemplo o PROS teve assinaturas que o tribunal desconfiou mais foi aprovado e outros, mais só o de Marina foi questionado por ordem deles pois sabem que Marina é forte e com a sua humildade, vinda da classe da maioria dos brasileiros. Uma opção para Marina seria se Aliar com Eduardo e ser a vice, assim fortaleceria Eduardo e o partido PSB contanto que os partidos que a apoiava a sigam. Dizer baboseiras não é hora e Marina não tem mais vínculo com o PT e não tem a idealidade deste partido de Fidel Castro, da Venezuela e de outros países. Sim foi proposital o que fizeram mais foi com medo. Hoje Marina já se decidiu, escutei pela Super Radio Jornal e ai vem BOMBA, se cuida PT.

  8. francisca disse:

    É uma falta de carater e personalidade que não tem tamanho, ainda bem que ela se revelou antes das eleições.É uma palhaça junto com o circo do PSB. A falta de personalidade, só mostra que Marina Silva sempre foi um discurso falso,vazio é de dar nojo.
    Pensar que iria vota nela na próxima eleição.

  9. Mauricio Fernandez disse:

    Alguns dos que comentam aqui demonstram uma autoestima excessivamente baixa. Nos informa alguns demarcadores, das reações de pobres, afrodescendentes e indígenas frente a atitudes de governantes e poderosos. Nesse aspecto não encontramos diferenças substanciais entre outros povos mais adiantados onde tais reações são até inferiores em qualidade. Os pobres de lá, como os daqui, independentemente de raça reagem da mesma maneira ante as ações de seus governantes e representantes. O discurso de Marina é do social-comunismo aberto aos que desejam fazer coro.

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