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TRAGÉDIA EM SÃO PAULO

Bombeiros acham improvável ter sobreviventes em prédio que desabou

'São condições incompatíveis com a vida', afirmou capitão dos Bombeiros

Bombeiros acham improvável ter sobreviventes em prédio que desabou
Prédio que desabou foi construído em 1961 (Fonte: Reprodução/Estadão Conteúdo/Futura Press)

A possibilidade de encontrar sobreviventes nos escombros do prédio que pegou fogo e depois desabou no centro de São Paulo na madrugada da última terça-feira, 1, é muito baixa.

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Robson Mitsuo, capitão dos Bombeiros, informou que, embora não seja impossível, é muito improvável encontrar sobreviventes. “São condições incompatíveis com a vida”, ressaltou.

Além do desabamento em si, a alta temperatura no local e o tempo decorrido desde a tragédia corroboram essa probabilidade.

As buscas continuam agora com o uso de maquinário pesado para agilizar a remoção dos escombros. O processo de resfriamento de toda a estrutura também continua, pois ainda há alguns focos de incêndio.

Ainda de acordo com Robson Mitsuo, “a qualquer sinal [de possíveis vítimas] as máquinas vão parar e serão feitas buscas manuais e com cães farejadores”.

Os trabalhos contam com um total de 78 agentes, além de diversas viaturas. Os escombros chegam a uma altura equivalente a cinco andares.

Além do Edifício Wilton Paes de Almeida, um segundo prédio foi parcialmente atingido pelo incêndio e segue sendo monitorado. A Prefeitura de São Paulo acredita que há quatro pessoas desaparecidas. Dezenas de moradores do prédio que desabou continuam acampadas no Largo do Paissandu.

Fontes:
Folha de S.Paulo - Presença de sobreviventes em escombros é improvável, dizem Bombeiros

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