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VENDA DE ARMAS

Brasil foi o terceiro maior comprador de armas em 2014

Estudo realizado pelo Congresso dos Estados Unidos aponta o Brasil como o terceiro maior comprador de armas em 2014, atrás de Coreia do Sul e Iraque

Brasil foi o terceiro maior comprador de armas em 2014
O Brasil gastou cerca de US$ 6,5 bilhões em acordos de compra para melhorar o poderio bélico das Forças Armadas (Foto: Wikipedia)

Um estudo realizado pelo Congresso dos Estados Unidos revelou que o Brasil é o terceiro país do mundo que mais comprou armas em 2014. De acordo com o Congresso americano, o Brasil gastou cerca de US$ 6,5 bilhões em acordos de compra para melhorar o poderio bélico das Forças Armadas do país, principalmente na compra de aviões de caça suecos.

O relatório indica que o Brasil está atrás apenas da Coreia do Sul e do Iraque na compra de armas no mundo e, assim como o Brasil, ambos os países também procuram ampliar sua força militar.

O estudo aponta que a Coreia do Sul gastou cerca de US$ 7,8 bilhões em contratos de compra de armas, já que nos últimos anos vive em constante tensão com a vizinha Coreia do Norte, devido ao programa nuclear e outras provocações que o país vizinho tem feito, se tornado o principal comprador de armas do mundo. Já o Iraque, gastou em 2014 cerca de US$ 7,3 bilhões em armas, devido à retirada das tropas americanas do país, obrigando o governo iraquiano a reforçar seu exército nacional.

Além da compra de armas, o estudo aponta que Estados Unidos foram o principal vendedor do mundo. Os dados indicam um salto de cerca de 35% nas receitas americanas, subindo de US$ 26,7 bilhões em 2013 para US$ 36,2 bilhões em 2014, impulsionados por acordos multibilionários com Catar, Arábia Saudita e Coreia do Sul. De acordo com os números, os Estados Unidos foram responsáveis por 50% da venda de armas no mundo em 2014.

Logo atrás dos Estados Unidos, a Rússia foi a segunda maior vendedora, com US$ 10,3 bilhões. Em terceiro foi a Suécia (US$ 5,5 bilhões), seguida por França (US$ 4,4 bilhões) e China (US$ 2,2 bilhões), fechando as cinco primeiras posições.

Fontes:
New York Times-U.S. Foreign Arms Deals Increased Nearly $10 Billion in 2014

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1 Opinião

  1. Ludwig Von Drake disse:

    Pior é que esse gasto todo não representa fortalecimento das FFAA, apenas reposição:
    A FAB não tem aviação de transporte nem de Defesa Aérea:
    O EB está repondo o fuzi FAL, modelo que tem mais de 60 anos;
    A Marinha não navega, flutua; alguns dizem que está apenas boiando.

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