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Veta, Dilma

Cabral decreta ponto facultativo para fortalecer passeata contra distribuição dos royalties

Manifestantes pedem que a presidente vete projeto que reduz lucros dos estados produtores de petróleo

Cabral decreta ponto facultativo para fortalecer passeata contra distribuição dos royalties
Caso o projeto dos royalties seja sancionado, o estado perderá R$ 77,3 bilhões até 2020 (Reprodução/O Globo)

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Os funcionários públicos do governo do estado do Rio de Janeiro ganharam folga nesta segunda-feira, 26, para participar da passeata promovida pelo governador Sérgio Cabral em protesto contra a mudança e retirada na distribuição dos recursos dos royalties do petróleo. O projeto reduz os lucros dos estados produtores em benefício dos não produtores.

Buscando que a presidente Dilma Rousseff vete a lei de redistribuição, Cabral solicitou a presença de todos os fluminenses no Centro do Rio nesta segunda-feira. O governador buscou a colaboração de concessionárias do estado para que passagens gratuitas em trens, metrôs e barcas fossem liberadas para quem fosse à manifestação. As prefeituras de todo o estado e o governo convocaram também os moradores do interior, em especial do norte fluminense, região produtora de petróleo, para que participassem do protesto. Ônibus fretados foram disponibilizados à população do interior que desejassem comparecer ao ato. Os ônibus, que são uma concessão do município, não vão liberar as passagens. Contudo, mil ônibus não cobrarão passagens como forma de apoio.

Para a realização da manifestação, a Avenida Rio Branco foi totalmente interditada. A concentração do ato ocorreu na Candelária, e o fim do protesto na Cinelândia, onde um palco foi montado. Para mobilizar cariocas e fluminenses, o governo do estado fixou grandes faixas em prédios públicos e locais de grande movimentação com a seguinte mensagem: “Veta, Dilma. Contra a injustiça, em defesa do Rio”.

Segundo a Secretaria Estadual de Desenvolvimento do Rio, caso a medida seja sancionada, o estado perderá R$ 77,3 bilhões até 2020. Em 2013, o impacto negativo na receita será de R$ 3,4 bilhões.

Fontes:
Folha de S. Paulo-Cabral dá folga a servidor para ato contra royalties hoje

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