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Educação

Conselho recomenda não reprovar crianças antes da alfabetização

Educadora diz que é preciso 'respeitar o processo de conhecimento e aprendizagem de forma coletiva'

Conselho recomenda não reprovar crianças antes da alfabetização
Alunos na alfabetização (Fonte: Isto É)

As novas diretrizes curriculares para o ensino fundamental aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) incluem a recomendação para não reprovar qualquer criança até os 8 anos, idade limite, também segundo as novas diretrizes, para ela estar plenamente alfabetizada.

O parecer do CNE recomenda que os três primeiros anos do ensino fundamental sejam considerados um bloco único do ciclo de aprendizagem, período em que a escola deve acompanhar o desenvolvimento individual dos alunos e garantir que eles sejam alfabetizados até os oito anos.

“Temos que respeitar o processo de conhecimento e aprendizagem de forma coletiva. O aluno se desenvolve com os colegas e quando um deles fica para trás, a perda no nível de aprendizagem individual e para o grupo é grande”, disse a educadora Anna Julia Rodrigues ao jornal Diário Catarinense.

Caro leitor, você concorda com a recomendação de que os três primeiros anos do ensino fundamental sejam considerados um bloco único do ciclo de aprendizagem? Você acha que essa proposta pode contribuir para o aprendizado dos alunos?

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Fontes:
clicRBS - Conselho recomenda não reprovar aluno até 3º ano

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1 Opinião

  1. Peter Pablo Delfim disse:

    Acompanho algumas medidas do Conselho Nacional de Educação. Sem querer estar com a razão, algumas aceito outras não. Neste caso não. No meu tempo tinha-mos as escolas primárias onde o aluno aprendia realmente a ler, escrever, redigir e interpretar textos, geografia, matemática, história, canto, educação fisica, desenho, e uma infinidade de outras atividades. Ao completar o primário o indivíduo estava realmente preparado para enfrentar a vida. Desenho não éra colorir cadernos caríssimos de figurinhas. Se não soubesse realmente matemática não saia da escola. Até o aparecimento da tal teoria dos conjuntos e outras baboseiras que para nada servem na vida de qualquer um. Não se entrava em aula sem o asteamento da bandeira. Sabia-se todos os hinos e datas históricas. A figura do Professor era idolatrada. Até que os psicologos resolveram por interferir nesse relacionamento e hoje quem puxa a orelha de um filho coloca meio pé no xadres, mas se o filho espanca a pauladas, socos e ponta pés um Professor, como está se tornando rotineiro, esses, os psicologos, se omitem ou se pronunciam cretinamente. Os pais, irresponsáveis e imbecis, transferiram para a escola todas as tarefas relativas a educação dos mesmos. A tarefa da escola que temos hoje é a de fazer com que se passe de ano saiba ou não alguma coisa seja lá o que for por que éssa é a orientação que recebem. Entra analfabeto e sai analfabeto com um diploma e de quebra especialização em desordem, em destruição do patrimônio público e bater em Professor. Ler e escrever, nem pensar. Matemática é coisa de outro mundo. O tragico disso tudo é que sabe-se perfeitamente a que grupelho hediondo de profissionais devemos tudo isso.

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