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Copom mantém juros em 14,25% ao ano

A decisão foi unânime e confirmou a expectativa da maior parte dos analistas do mercado financeiro

Copom mantém juros em 14,25% ao ano
É a segunda vez seguida que o Copom manteve os juros estáveis (Fonte: Reprodução/Shutterstock)

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 21, manter a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 14,25% ao ano.

A decisão foi unânime e confirmou a expectativa da maior parte dos analistas do mercado financeiro. É a segunda vez seguida que o Copom manteve os juros estáveis. A próxima reunião acontecerá em dezembro.

O próprio Banco Central já havia sinalizado que a taxa básica de juros permaneceria no atual patamar “por um período suficientemente prolongado” de tempo.

Após a reunião nesta quarta, o Banco Central informou que, “avaliando o cenário macroeconômico, as perspectivas para a inflação e o atual balanço de riscos, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 14,25% a.a., sem viés. O Comitê entende que a manutenção desse patamar da taxa básica de juros, por período suficientemente prolongado, é necessária para a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante da política monetária. O Copom ressalta que a política monetária se manterá vigilante para a consecução desse objetivo”.

O Banco Central prevê inflação de 9,5% neste ano. A estimativa é mais do que o dobro da meta central de 4,5% e três pontos percentuais acima do teto do sistema de metas, de 6,5%.

A decisão do Banco Central de subir os juros ou mantê-los elevados é uma tentativa de controlar o crédito e o consumo, e segurar a inflação. Ao mesmo tempo, no entanto, com o crédito e o investimento mais caros, a Selic elevada prejudica o nível de atividade da economia e a geração de empregos.

Fontes:
G1 - Copom mantém juro estável e sinaliza que IPCA só vai atingir 4,5% em 2017

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1 Opinião

  1. André Vinícius Vieites disse:

    O MTE tem sido uma das pastas mais envolvidas em polêmicas do governo federal nos últimos meses EM 2018, TANTAS POLÊMICAS MAIORES OU MENORES, NÃO INDICIAM OS PROBLEMAS ECONÔMICOS REAIS. BASEADO EM TRAGÉDIAS ECONÔMICAS:
    Os clientes que optam por não fazer o pagamento mínimo e financiar o restante da fatura DO CARTÃO DEVEDOR (rotativo regular) e ficam inadimplentes, acabam hoje no chamado “rotativo não regular”, em que as taxas de juros são mais altas, UMA VERDADEIRA TRAGÉDIA.

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