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Risco de racionamento

Depois do ‘ridículo’, Dilma convoca setor elétrico

Governo vai discutir baixos níveis dos reservatórios do país

Depois do ‘ridículo’, Dilma convoca setor elétrico
Reservatório de Marimbondo: nível abaixo do normal (Fonte: Reprodução/Folhapress)

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Após descartar o risco de uma crise energética no Brasil, afirmando que é “ridículo” falar em racionamento, a presidente Dilma Rousseff convocou uma reunião de emergência para esta quarta-feira, 9, em Brasília, para discutir sobre os baixos níveis dos reservatórios do país.

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A reunião, convocada durante as férias de Dilma, será presidida pelo ministro das Minas e Energia, Edison Lobão. O governo estima que os níveis dos reservatórios estão até 62% abaixo dos registrados em 2012. A situação tem ficado ainda pior por causa do forte calor que atinge o país, principalmente na região Sudeste, disparando o consumo de energia elétrica por causa do uso de ar condicionado, ventilador, entre outros.

Garantindo a produção de energia

 

Enquanto isso, a presidente Dilma é acusada por técnicos do setor elétrico de centralizar as decisões. Eles afirmam também que não é possível descartar o risco de racionamento.

O governo já vem tomando algumas medidas para garantir a produção de energia. A usina de Uruguaiana, por exemplo, que estava parada desde 2009, foi reativada. Já as usinas térmicas estão operando em plena capacidade.

Fontes:
Folha de S.Paulo - Risco de racionamento de energia faz Dilma convocar setor elétrico

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10 Opiniões

  1. JOSE VICENTE DAMASCENO disse:

    Por falta de planejamento e investimento a longo prazo, o Governo Federal começa a sentir na sua imagem aquilo que os tecnicos vem alertando há pelo menos cinco anos: ineficiencia administrativa

  2. helo disse:

    Descartar o racionamento é trágico. Vivo em casa a experiência de apagões seguidos, com problemas para eletrodomésticos e computadores. Leio sobre o custo e transtorno dos apagões em aeroportos. Se como lembra o artigo que 100% das termoelétricas estão em atividade, o forte calor e início do verão, mais barato racionar.

  3. Carlos U. Pozzobon disse:

    Racionar energia como? Avisando quais cidades sofrerão cortes? Ora, não vai ser outra coisa do que apagões programados.

  4. Dorival Silva disse:

    Pozzobon: pelo jeito vc é suficentemente jovem para nao se lembrar do racionamento q tivemos durante o ano inteiro de 2001, há 11 anos. Durante o ano inteiro cada casa, estabelecimento comercial ou industrial tinha de usar 20% a menos de energia elétrica. Quem nao cumprisse estava sujeito a pesadas multas, e talvez até a corte de energia. Isso é um racionamento planejado, programado, cada um economizou do jeito q podia ou queria, todos conseguiram. Em anos seguintes a Light aqui no Rio se queixava de que o consumo tinha caído porque o consumidor tinha aprendido a gastar menos.

  5. Áureo Ramos de Souza disse:

    Dona Dilma agora se enrolou, foi cantar de galo olha aí. Ontem no Fantástico foram mostradas várias termoelétricas com equipamentos novos só que não foram utilizados, falta a montagem e outros que não se sabe como carregar pois falta estrada para se chegar a uma termoelétrica, a que estar praticamente pronta só falta ligar os cabos. Em pleno século 21 no Brasil ainda tem povoados e quiça cidades sem energia. ISTO É UMA VERGONHA.

  6. RENATO VASCONCELLOS disse:

    Deus queira que não, mas esta última medida provisória editada para o setor elétrico, pode causar problemas futuros de racionamento por falta de investimentos no setor.
    Partiu de uma premissa até verdadeira, a de que os ativos antigos já estavam amortizados, mas cometeu alguns pecados.
    Primeiro pecado, foi editada de forma truculenta sem consulta aos pares (empresas do setor) de uma forma absolutamente demagógica tipo: Queremos baixar a conta de luz dos pobres e êles (oposição ) são contra
    As empresas federais toparam porque senão a diretoria seria toda demitida(exceto alguns acionistas estrangeiros que chiaram). As particulares que têm mêdo de represália do govêrno também aceitaram, mas estaduais fizeram as contas e viram que iria prejudicar a saude financeira das empresas e não toparam devolvendo algumas usinas Disseram que eram estados governados pela oposição o que não é totalmente verdade pois Minas e Santa Catarina são governadas por partidos aliados.
    Segundo pecado, embora os ativos estivessem amortizados necessitavam de investimentos para ser modernizarem e continuarem em operação e os recursos oferecidos pelo govêrno Federal eram absolutamente insuficientes
    O terceiro e pior pecado é de afastar investidores e com isto faltar investimentos para atender a demanda e aí poderemos ter um novo racionamento se houver uma pluviometria desfavorável
    Trabalhei no setor elétrico por 30 anos e aprendi que com eletricidade não se faz piada, inclusive a de que um raio não pode causar a queda do sistema

  7. Joaquim Caldas disse:

    Fora Dilma!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! MILITARISMO JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  8. DRAGAOFORTE disse:

    Mas que barbaridade…BRAZILZILZIZLZIL…..LULALÁLULALÁLULALÁ….”…meus amigos da rede globo estamos aqui reunidos para mais um evento esportivo entre Brasil e Argentina….(comentário do G.B)…viu vá torcendo e falando mal dos gringos!!!!

    Desde a antiguidade…pão e circo pro povo!!!

    Infraestrutura básica presidente…energia é a necessidade básica… e a base fundamental de qualquer investimento em qualquer setor da sociedade…

    Contrate os russos e faça chover no nordeste…HAARP já não é mais coisa tão “escondida”.

  9. Robson Mothé disse:

    O setor elétrico é primordial para qualquer país se desenvolver e quando o governo investe na construção de mais uma hidroelétrica no caso em questão a de Belo Monte, muitos aparece criticando: índios, ambientalistas, imprensa, etc, claro que temos que analisar todos os impactos, mas o país cresce e a demanda por energia segue a essa curva. Gente CHEGA DE DEMAGOGIA.

  10. George da Silveira disse:

    Incompetência administrativa. Despreparo prá ser Presidente ou estamos sendo enrolados desde o governo Lula.

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