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Reforma Política

Dilma desiste de Constituinte e mantém plebiscito

Votação para definir reforma política pode ocorrer em 7 de setembro ou 15 de novembro, comenta Mercadante

Dilma desiste de Constituinte e mantém plebiscito
Dilma prometeu plebiscito da reforma política na segunda, 24, durante reunião com governadores e prefeitos (Fonte:Reprodução/Internet)

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que a “convergência possível é o plebiscito” para a reforma política e que Dilma desistiu de formar Assembléia Constituinte. Mercadante comentou a decisão da presidente nesta terça-feira, 25, no Palácio do Planalto, após conversar com Dilma, o vice-presidente Michel Temer e os presidentes do Supremo, Joaquim Barbosa; da Câmara, Henrique Alves; do Senado, Renan Calheiros.

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A intenção da presidente é implantar o plebiscito o mais breve possível, respondendo às reivindicações dos protestos que reuniram milhares de pessoas em mais de cem cidades no país. Não haveria tempo hábil para uma Constituinte.

“Há uma polêmica constitucional: se há espaço na Constituição brasileira para uma constituinte dessa natureza ou não. Vários juristas de peso sustentam que há. No entanto, nós não temos tempo hábil para realizar uma constituinte. Por isso, a presidenta falou no seu discurso em plebiscito”, adiantou Mercadante. O ministro afirmou que Dilma nunca falou em Assembléia Constituinte.

Calheiros e Alves já se mostraram a favor do plebiscito, proposto por Dilma na reunião com governadores e prefeitos na segunda-feira. Carmén Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, será consultada para analisar a brevidade possível do processo, que Mercadante adiantou que pode ocorrer em 7 de setembro ou 15 de novembro. O pleito deve abordar temas como financiamento de campanha e representação política.

Fontes:
G1 - Dilma desiste de constituinte para reforma política, afirma Mercadante

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4 Opiniões

  1. Sálvio Pessoa disse:

    A presidente, o vice-presidente, os ministros, seus assessores, todos estão completamente perdidos, tão perdidos quanto aqueles que estão protestando nas ruas, ou os policiais que fiscalizam os protestos ou os que assistem aos protestos nas ruas ou pela TV. Mal a presidente anunciou as medidas que tinha em mente para resolver os problemas, já começaram as discordâncias, os desentendimentos e os desacordos, cada setor querendo puxar a brasa para a sua sardinha. O presidente e os integrantes do Congresso Nacional, o presidente e os integrantes do Supremo Tribunal Federal os senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos, governadores e vereadores estão todos perdidos, tanto quanto os empresários e seus funcionários, os jornalistas, seus leitores, ouvintes e telespectadores, os juízes, promotores, advogados, médicos, engenheiros, os analfabetos e doutores, os estudantes, os professores, os funcionários públicos, as donas de casa, os pais de família, os bandidos, os padres, as freiras, as virgens, as prostitutas, os pastores, os crentes, os descrentes e o povo em geral. E não é só no Brasil, mas em todas as nações do mundo, sem exceções. Formam todos um bando de tolos, pretensiosos e arrogantes que fingem saber das coisas, fingem compreender o problema e conhecer a solução, fingem estar tranquilos e seguros de si, mas que, na realidade, estão apavorados, de nada sabem, nada entendem e têm suas próprias vidas pessoais confusas, insolúveis e angustiadas. Ninguém sabe o que fazer e qualquer coisa que façam, dará errado e trará novos e insolúveis problemas. Não há plebiscitos, pactos nem constituintes que deem jeito na situação, não há protestos, copa do mundo, das confederações, carnaval ou olimpíada, reuniões, conferências, pacifismo nem vandalismo que resolvam, porque o problema não depende disso, não depende de discursos, de teorias, de dinheiro, nem de leis, nem de polícia, de ideologias partidárias, de filosofias, de religiões, nem de fiscalização, punição, prisão, nada disso. Eu sei do que depende, mas não direi, porque já foi dito milhares de vezes, no passado e até no presente, e de nada adiantou, ninguém ouviu e, se ouviu, não deu a menor importância. Resta-me apenas contemplar, impotente, com o coração cheio de uma inútil compaixão e com o coração dilacerado, a derrocada final da raça humana, esmagada pelo peso da sua própria estupidez. A situação vai piorar cada vez mais. Quanto mais soluções arquitetarem, mais problemas terão. Quem viver verá. É o fim do caminho, aproxima-se, a cada dia, a tragédia mais do que anunciada à qual ninguém jamais deu ouvidos. Que Deus tenha piedade das nossas pobres almas.

  2. Sandro disse:

    Renam a favor? tenha medo…

  3. Joaquim Caldas disse:

    Atrás de um bolada sempre vem uma Dilma!!!!!

  4. Marluizo Pires Cruz disse:

    Não consigo entender as respostas políticas deste país Brasil nas reivindicações pontuais de melhorias nas gestões executivas de políticas de transporte público, saúde, educação, segurança e corrupção, pois para disfarçar as solicitações do povo as cúpulas promovem convocação de reuniões nos palácios para afagar os egos das lideranças formadoras de opiniões sendo os mesmos transformados em aliados do governo para protelar as deficiências de atendimento das verdadeiras necessidades do povo brasileiro em troca da continuidade do sistema político de interesses partidário, através das milionárias campanhas políticas de promoção de candidatos dos interesses econômicos e partidários estando os eleitores obrigados ao comparecimento submetidos ao voto obrigatório, onde agora disfarçadamente em meios às manifestações de uma parcela da população oferecem um plebiscito em troca das reais reivindicações do povo, que, no entendimento deles candidatos e políticos o povo pode continuar votando em plebiscito e neles acreditando nas promessas de melhorias que estão por vir a 513 anos. E certamente não alcançaremos melhorias com este sistema eleitoral de interesses da manutenção de Poder político sem compromissos com a gestão administrativos das coisas Públicas

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