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PEC 171/93

Em 24h, 24 deputados mudaram de opinião sobre maioridade penal

Deputados argumentam que o 'abrandamento' do texto e a pressão dos eleitores nas redes sociais influenciaram em suas decisões

Em 24h, 24 deputados mudaram de opinião sobre maioridade penal
Nova versão da PEC foi aprovada em primeiro turno na Câmara (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)

Em apenas 24 horas, um total de 24 deputados que tinham votado contra a PEC 171/93, que prevê a redução da maioridade penal para alguns crimes, mudaram de opinião e decidiram votar a favor da medida.

Os deputados argumentam que o “abrandamento” do texto e a pressão dos eleitores nas redes sociais influenciaram em suas decisões.

A nova versão da PEC 171/93, que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, como sequestro e estupro, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte, foi aprovada em primeiro turno na madrugada desta quinta-feira, 2, na Câmara dos Deputados.

O partido com o maior número de deputados que mudaram de opinião e passaram a apoiar a redução da maioridade penal foi o PSB, com quatro parlamentares, seguido por PDT e PMDB, com três cada.

O deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) disse que, embora pessoalmente continue contrário à medida, decidiu mudar o voto após a pressão das redes sociais.

Fontes:
Estadão - Deputados alegam mudança de voto por pressão de eleitores

1 Opinião

  1. Braziliano disse:

    Pessoalmente preferiria que a legislação adotasse o seguinte formato:
    1) TIPO DO CRIME – Definiria o tempo de prisão;
    2) IDADE DO CRIMINOSO – Definiria o ambiente onde se cumpriria a pena;
    3) ATENUANTES E AGRAVANTES – Atuariam sobre o itens anteriores.
    :::
    Mas estamos no Brasil, onde a agenda nacional está escravizada nas mãos de internacionalistas e que para atender as decisões de sua ideologia, querem porque querem fragilizar o nosso país e para isso, nada melhor do que deixar livres, leves e soltos, pessoas dementes e/ou psicopatas, que fazem o serviço sujo, enquanto os apátridas posam de “defensores dos direitos humanos”.

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