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Estratégia de mídia

Escolha de Ana Amélia como vice deixou Alckmin numa situação menos incômoda

Estratégia de mídia
O tucano emitiu sinais de que não quer briga (Fonte: Reprodução/psdb.org.br)

A escolha da senadora Ana Amélia (PP-RS) como sua vice deixou o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) numa situação menos incômoda que tirava o sono de muita gente nas duas maiores emissoras do país, a Globo e a Record. Todos os partidos do ‘Centrão’ que apoiam Alckmin indicaram vices. Se ele escolhesse um nome do PRB – ligado à Igreja Universal e à Record – compraria uma briga gigante com a emissora concorrente. Foi estratégico. O tucano emitiu sinais de que não quer briga. Não deixará de acolher, obviamente, as demandas da Record se vencer a eleição.

De casa

Ana Amélia de certa forma é egressa da Globo. Ela foi conhecida apresentadora da afiliada no Rio Grande do Sul até se eleger senadora.

Sem escolta

Nem todos os 13 candidatos a presidente terão escolta de agentes da Polícia Federal na campanha. A PF informou que não pode se pronunciar sobre contingente.

Na pista

Com tantos apps diferentes, para não perder votos, o cidadão decidiu generalizar o nome para deputado distrital: Registrou ‘Bismark Uber, Cabify e 99’ (Avante-DF).

Festival de bizarrices

Segue o festival de nomes estranhos que disputam para deputados estaduais: Magayver (PNM-AL), Mamulengo (PRTB-AL), Carcará do Sertão (MDB-BA), Edmar O Crente (PRB-BA), Emerson O Bolsomaritano (PSL-BA), Loira Cobradora (Patriota-BA), Ninguém (PTC-BA). Tem o Teno Metralhando a Corrupção (DC-BA). E se alguém se ferir, tem o Pato Roco da Ambulância (SD-BA), segundo levantamento da Coluna.

Fator Jair

De um experiente observador, que circula por Brasília desde que JK traçava rua: Jair Bolsonaro (PSL) tem chance de vencer no primeiro turno para presidente. Se a abstenção/nulos forem altos; e Alckmin, Ciro e Marina pulverizarem os votos.

No que deu…

Não é brincadeira e o assunto é discutido entre gabinetes de grandes comerciários do país. Se Ciro Gomes (PDT) vencer a eleição, há temor de alta de consumo de bens nas lojas, em novembro e dezembro, da turma caloteira que divide no carnê e no boleto. É que Ciro promete tirar o nome do Serviço de Proteção ao Crédito.

Monitoramento

A solução é prévia: restringir ao máximo o crédito. Os bancos também estão de olho nos pedidos de empréstimos vindouros.

‘Empobreceu’

O curioso caso de Eunício Oliveira, presidente do Congresso Nacional. Declarou R$ 36,7 milhões em bens na campanha de 2010 para o Senado; saltou para R$ 99 milhões no informado em 2014 quando disputou o Governo. Agora, registrou R$ 89,2 milhões.

Não deu

O deputado federal Vicente Arruda (PR-CE) avisou a próximos que não tem dinheiro para campanha de reeleição. Nem adianta aliado pedir ajuda. E cita o drama pessoal: a desembargadora Rosilene Facundo, do TJ do Ceará, negou novamente pedido dele para liberar R$ 13 milhões em juízo, pagos pelo governo em desapropriação de um terreno do parlamentar. É que tem muito credor do deputado na praça.

Samba do Lula

Noca da Portela fez um sambinha para Lula da Silva, que será defenestrado pelo TSE da disputa em breve. É a múscia ‘Eterno Presidente’, que o PT pretende usar na propaganda eleitoral na TV.

Trechinho

“Ele prometeu pelo rádio, jornal e tevê / Acabar com o misere (2x) / Sua promessa não foi para inglês ver / O que eu ganho, dá para comer (bis) / Ele chegou e botou todos os pingos nos is / Fez nossa gente feliz”.

A vocês

Segurem a carteira, cidadãos. Mães protejam suas crianças de promessas de doces fáceis. O bando já está na rua.

Correção

O leitor Paulo Roland Teixeira lembrou ao editor, com razão, que o embaixador Sérgio Vieira de Mello morreu em atentado com caminhão-bomba que invadiu a sede da ONU no Iraque. E não vítima de terremoto, como noticiamos.

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1 Opinião

  1. Luiz Alberto Franco disse:

    O ínclito jornalista poderia contribuir para que se tenha uma imagem fidedigna da Sra. Ana Amélia, esclarecendo se ela foi ou não funcionária fantasma do Senado Federal.

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