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Mercado negro

Estudo analisa o custo do contrabando no Brasil

A pesquisa é do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras

Estudo analisa o custo do contrabando no Brasil
O estudo revela que apenas 10% das mercadorias contrabandeadas são apreendidas (Divulgação/Idesf)

Nesta terça-feira, 3, foi divulgado um estudo do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf) sobre o contrabando, que considera prejuízos ao comércio e impostos não pagos. Em um artigo de opinião na Gazeta do Povo,  o economista e presidente do Idesf, Luciano Barros, estima que o contrabando de mercadorias é responsável por R$ 100 bilhões de perdas anualmente. Além disso, ele afirma que os malefícios afetam vários segmentos da sociedade como a economia, o aumento da violência, a perda dos empregos nacionais e a redução da produtividade das indústrias.

O estudo revela que apenas 10% das mercadorias contrabandeadas são apreendidas.  O cigarro lidera o ranking de itens mais contrabandeados que foram apreendidos pela Receita Federal, representando 67,44% de todo o contrabando que entrou pela fronteira de Foz do Iguaçu, ou o equivalente a R$ 6,4 bilhões, considerando os prejuízos da indústria e a não tributação. Deste número, só de tributos, o governo deixa de arrecadar algo em torno de R$4,5 bilhões.

A lista, que é liderada pelo cigarro, contém mais nove categorias de mercadorias. Por ordem de maior contrabando, os itens são: eletrônicos, informática, medicamentos, óculos, perfumes, relógios, vestuário, bebidas e brinquedos.

Fontes:
Folha de S. Paulo-Contrabando gera no Brasil perdas de até R$ 100 bilhões por ano
Gazeta do Povo-O custo do contrabando
Idesf-O custo do contrabando

1 Opinião

  1. André Luiz D. Queiroz disse:

    Por ordem de maior contrabando, os itens são: eletrônicos, informática, medicamentos, óculos, perfumes, relógios, vestuário, bebidas e brinquedos.” — pergunto: qual a carga tributária que incide sobre esses itens? De certo, não é pequena. Aliás, a carga tributária não é pequena para artigo d consumo nenhum no Brasil, nem mesmo alimentos ou medicamentos! Tivéssemos impostos mais razoáveis, e o apelo de preço do produto contrabandeado seria menor, claro!…

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