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Tratando a homossexualidade

Feliciano coloca em pauta votação do projeto ‘cura gay’

Projeto propõe derrubar a norma que proíbe que a opção sexual seja tratada como patologia

Feliciano coloca em pauta votação do projeto ‘cura gay’
Assim como Feliciano, autor e relator da proposta são pastores evangélicos (Reprodução/Internet)

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Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, colocou em pauta na comissão a votação do projeto conhecido como “cura gay”.

Leia também: Marco Feliciano, o PT e o que restou!

O projeto, de autoria do deputado João Campos (PSDB), propõe derrubar a norma do Conselho Federal de Psicologia que proíbe profissionais do ramo de tentar alterar a orientação sexual de seus pacientes ou classificá-la como patologia. O deputado Anderson Ferreira (PR), indicado por Feliciano para a relatoria, já deu parecer favorável ao projeto. Assim como Feliciano, Campos e Ferreira são pastores evangélicos.

A proposta será apreciada pelo plenário na próxima reunião da Casa, marcada para o dia 8 de maio. Depois será enviada para a Comissão de Seguridade Social e Família e, em seguida, será avaliada pela Comissão de Constituição e Justiça.

Fontes:
Estadão-Feliciano coloca projeto de ‘cura gay’ para votação

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2 Opiniões

  1. Roberto1776 disse:

    Impedir, por lei, um gay de procurar recursos da medicina e da psicologia para mudar as suas preferências e orientação sexuais é um abuso do estado contra o cidadão.

  2. Sander Fridman disse:

    Permite-se ao cidadão e obriga-se ao Estado a proporcionar os caríssimos meios para uma escolha e procedimento grotescos e amplamente mutilatórios que envolvem a mudança da anatomia sexual. Mas se proíbe o suporte e impede-se quem se importe e queira ajudar ao cidadão que, ao invés de trocar sua anatomia, busca encontrar um caminho para viver em paz e integrado com sua natureza biológica essencial. Faz sentido? É moral?
    Somos obrigados a admitir que a homossexualidade foi usurpada à intimidade das pessoas para virar bandeira política e arma de conquista de poder, justamente por muitos daqueles que se arrogam como “defensores dos homossexuais”.

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