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Fifa acredita que protestos não vão atrapalhar Copa

Apesar das ameaças de protestos e atrasos nas obras de infraestrutura para o mundial, Fifa acredita que Copa será tranquila e mantém Curitiba como sede

Fifa acredita que protestos não vão atrapalhar Copa
Secretário da Fifa declarou que conta com a polícia para afastar aqueles que queiram atrapalhar os jogos (Reprodução/Internet)

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O secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke, expressou confiança de que os contínuos protestos no Brasil não terão impacto sobre a Copa do Mundo. Ele também disse que está contando com a polícia para manter os manifestantes que tentarem atrapalhar o torneio sob controle.

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Protestos contra o governo atingiram seu ápice em junho passado, durante a Copa das Confederações, com cerca de um milhão de pessoas nas ruas em uma única noite, exigindo melhores escolas, hospitais e o fim da corrupção. Além disso, figuraram queixas amargas sobre os bilhões de dólares que estão sendo gastos na Copa do Mundo e qual seria a verdadeira utilidade do torneio para a população.

As manifestações têm diminuído de proporção nos últimos meses, mas continuam a ser violentas, com os manifestantes entrando em confronto com a polícia. Apesar dos incidentes, Valcke disse que não acredita que o principal evento do futebol mundial vá enfrentar problemas significativos. “Estamos esperando uma Copa do Mundo tranquila e esperamos que aqueles que queiram estar na Copa do Mundo terão o direito de fazê-lo”, disse em uma conferência de imprensa.

Nenhuma partida foi adiada durante a Copa das Confederações do ano passado, apesar de protestos realizados próximo aos estádios em várias ocasiões. A polícia manteve um anel de segurança que, na maioria das vezes, manteve os manifestantes afastados. Manifestações estão certas para o período da Copa, mas Valcke acha que a importância do torneio vai ofuscar os protestos.

Curitiba é mantida como sede

Nesta terça-feira, 18, Jérôme Valcke anunciou que apesar dos atrasos nas obras da Arena da Baixada, Curitiba será mantida como uma das cidades que sediarão o mundial. “Será uma corrida apertada contra o tempo e o esforço coletivo de todas as partes envolvidas em Curitiba deve continuar em ritmo forte”, escreveu Valcke em sua conta no Twitter.

Diversos problemas com a construção de estádios e prazos vêm preocupando tanto o governo brasileiro como a Fifa. Em Porto Alegre, o Inter, time que administra o estádio Beira-Rio, se recusa a pagar pelas instalações temporárias exigidas pela Fifa. A Fifa também disse que não irá pagar, mas descartou a possibilidade do estádio não participar dos jogos. Uma solução conjunta será pensada, segundo os organizadores.

Além de Curitiba e Porto Alegre, mais três cidades-sede têm estádios em construção, depois que o Brasil prometeu que todos os 12 estádios estariam prontos até o final do ano passado.

Fontes:
The Washington Post-Valcke expects ‘quiet’ World Cup despite protests
Terra-Fifa se reúne com Inter e nega chance de Beira-Rio ficar fora da Copa

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