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REFORÇO NO POLICIAMENTO

Forças Armadas reforçam segurança no Rio

Presença de soldados do Exército foi autorizada pelo presidente Michel Temer nesta segunda

Forças Armadas reforçam segurança no Rio
Forças Armadas no Rio durantes os Jogos Olímpicos em 2016 (Fonte: Reprodução/Reuters)

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Desde a meia noite desta terça-feira, 14, as ruas do Rio de Janeiro começaram a receber o reforço das Forças Armadas no policiamento.

O uso de soldados do Exército foi autorizado pelo presidente Michel Temer nesta segunda-feira, 13, após um pedido feito pessoalmente pelo governador do Rio, Luiz Fernando Pezão.

De acordo com Pezão, o reforço no policiamento é necessário por causa do aumento no número de pessoas no Rio até o Carnaval. O governador afirmou que as Forças Armadas permanecerão no Rio “até depois do Carnaval”.

Um decreto publicado nesta terça no Diário Oficial da União informa, no entanto, que os militares permanecerão na cidade do dia 14 até o dia 22 de fevereiro.

Não há informações oficiais sobre o número de militares que se deslocaram para o Rio e sobre as localidades em que eles irão atuar.

Há protestos de parentes de PMs nas portas de 29 de 100 batalhões do estado do Rio de Janeiro desde a semana passada. Não houve ainda um acordo entre o comando da PM e os parentes dos policiais.

O policiamento no Rio já conta com a presença de cerca de 80 militares da Força Nacional desde dezembro do ano passado. Eles atuam na segurança do Palácio da Guanabara e em rodovias no estado.

Fontes:
G1 - Forças Armadas chegam ao RJ para reforçar segurança
Veja - Por reforço na segurança, Temer autoriza Forças Armadas no RJ

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2 Opiniões

  1. Natanael Ferraz disse:

    Oitenta da Força Nacional a +- seiscentos reais de diária ou ajuda de custo, conforme o tempo de deslocamento, mais a logística para manter o Exército nas ruas do RJ. Acho que isso daria para adiantar os vencimentos atrasados da PMERJ. E quem paga por isso…?

  2. Jayme Mello disse:

    POR QUESTÕES DE HÁBITO, UM TERRÍVEL ATO FALHO

    Agora, recentemente, quase ontem – aqui e acolá, assistimos reincidentemente, algumas ações de incontestes brutalidades contra pessoas do sexo feminino, na porta dos quartéis, praticadas por militares graduados.

    Pura e simplesmente, porque as tais senhoras, estavam fazendo “justos” protestos reivindicatórios, a favor dos componentes da própria instituição militar, cujos (alguns) graduados, insanamente lhes agrediram.

    Á luz do mais leigo, bem como, do mais do renomado cientista político, via-se – claramente, que o “clamor público” dessas senhoras, eram desassistidos de qualquer orientação política partidária e/ou sindical, gremista, ou coisa que valha. Pois, se assim for, urgentemente, há que se repensar a direção esse viés corporativo.

    Todavia, o contraponto dessas brutalidades, reside justamente nas vítimas, do agora. Pasmem -, eram as esposas, filhas, e parentes, de militares daquela corporação, que num “grito desesperado” pediam à sociedade um sonoro socorro.

    Assim, o destempero dos graduados na porta dos quartéis, nitidamente, registra de igual maneira, a mesma brutalidade que (via de regra), seus comandados, insanamente, praticam contra todos os outros segmentos da sociedade, como os estudantes e professores, entre outros trabalhadores, combatendo movimentos trabalhistas/reivindicatórios.

    Por outro lado, ainda nessa refrega, ficou batente o descarado e irrestrito apoio da grande mídia, a um grupo de desgoverno e, quanto ao outro grupo, também de desgoverno e, esse dito cujo, em liquidação extrajudicial, o apoio dessa grande mídia, ficou nas entrelinhas.

    Fica, portanto, a mais renitente lição, para a sociedade e, principalmente, para os militares, de que – a instituição militar, inexoravelmente, desde o mais graduado ao mais novo recruta, tem que se entender como um componente de uma instituição de Estado, ao inverso de uma instituição de governo que se alterna de quatro em quatro anos e, definitivamente, percebendo que quem anda pela cabeça dos outros é piolho.

    Para que esse milagre aconteça faz-se necessário, escolas públicas e bancos escolares com mais qualidade, profissionais da educação – sob todos os aspectos, mais respeitados.

    Mas, como sonhar não custa nada, enquanto isso que tal, observar melhor, nossas atitudes como cidadão e, em ato contínuo, acompanhar e questionar, o prefeito, deputados, vereadores, secretários, dirigentes, que vivem (quase) ao nosso lado?

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