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CORTES NA EDUCAÇÃO

Governo Bolsonaro enfrenta primeira greve nacional

Haverá manifestações em todo o país contra os cortes na educação

Governo Bolsonaro enfrenta primeira greve nacional
Estudantes da UFPA, no estado do Pará, preparam cartazes para protestar contra cortes na Educação (Fonte: Reprodução/Twitter/@FaleiroAirton)

O governo do presidente Jair Bolsonaro enfrentará nesta quarta-feira, 15, o primeiro grande protesto desde o início da sua gestão.

Há manifestações programadas para todo o país. Estudantes, professores e outros profissionais do setor sairão às ruas para protestar contra os cortes anunciados pelo governo federal para a área da educação.

Os manifestantes prometem sair em defesa das universidades federais, da pesquisa científica e também do investimento na educação básica.

No último dia 30 de abril, o Ministério da Educação (MEC) anunciou o corte de 30% dos repasses de recursos federais para todas as universidades e institutos.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 14, a convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para que ele explique nesta quarta-feira, 15, os cortes no setor. Inicialmente, Weintraub havia sido apenas convidado para falar, porém agora, com a convocação, o ministro é obrigado a comparecer.

Antonio Gonçalves, presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, ressaltou que “o objetivo é barrar a política educacional do governo, reverter os cortes e ampliar o investimento na educação pública e gratuita”. A informação é do portal Uol.

Como envolve diversos segmentos da educação, a paralisação desta quarta é vista como uma greve. A expectativa, no entanto, é de que não se estenda para outros dias. Trata-se também de uma espécie de ensaio para a greve nacional dos trabalhadores convocada para o próximo dia 14 de junho.

O protesto desta quarta também recebeu o apoio de unidades sindicais representantes de escolas particulares. Alguns colégios tradicionais e universidades particulares de São Paulo, por exemplo, também irão aderir à paralisação.

Em nota oficial, a União Nacional dos Estudantes (UNE) informou que, “em conjunto com diversos movimentos educacionais, convocou o dia 15 de Maio como o Dia Nacional em Defesa da Educação, em que em todos estados do Brasil estudantes, professores, trabalhadores e a sociedade em geral irão às ruas contra os cortes e perseguições às nossas universidades, institutos e escolas”.

Fontes:
Uol - Após cortes na educação, governo Bolsonaro enfrenta hoje 1ª greve nacional
Veja - Paralisação nacional da educação está prevista para esta quarta-feira

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4 Opiniões

  1. Almanakut Brasil disse:

    São VAGABUNDOS, desocupados em dias úteis como sempre, que são cúmplices da BANDIDAGEM que colocou o Brasil na atual situação e querem manter o modus operandi PEÇONHENTO.

    A paciência do povo que continuará pagando a conta do do desastre acabou para essa raça maldita.

  2. Luciano disse:

    O direito à livre manifestação e à greve é garantido pela Constituição Federal do Brasil, promulgada em 1988, em seu artigo 9º que assegura aos trabalhadores o direito de greve como meio de defender seus interesses e é regulamentada pela Lei 7.783/1989.
    Portanto, não são vagabundos, estão exercendo seu direito que lhes é assegurado na Carta Magna no Brasil. Recomendo leitura atenta.
    O que essas pessoas estão fazendo, no Brasil inteiro, é defender o direito á educação pública, gratuita e de qualidade que EXISTE no ensino superior, mas não existe no ensino básico, por pura má vontade do governo, pois um povo que não tem conhecimento é fácil de controlar…
    E, por favor, vamos manter o debate no campo das ideias. Não há necessidade alguma de agressão verbal.

  3. Áureo Ramos de Souza disse:

    Com poucas palavras Almanaker escreveu e disse. Os de bandeira vermelha, camisa vermelha e bandeirolas vermelhas são do PT, Sindicatos e e outros moleques. Os de vermelhos é que são os idiotas infiltrados na multidão.

  4. ACM disse:

    O PT destruiu a economia do pais. Falta dinheiro e portanto deve haver cortes. Mas se corta aqui, tem tumulto. Se corta ali, idem. Claro, o tumulto e’ o q o PT mais quer, pois “qto pior, melhor”. Mas vai ter q cortar em muitos lugares, donde haver um tumulto geral, pois, como dizia Delfim, “a parte mais fraca do corpo humano e’ o bolso”. Conclusao: so um novo 1964 para por ordem no circo.
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    Qdo falta dinheiro, duas coisas nao funcionam: o socialismo (v. Venezuela, Cuba, NKorea etc.) e a democracia (v. paises africanos). Qq empresario sabe q qdo a empresa esta’ em apuros, cortes ocorrem (demissoes, contingenciamento etc.), como na France Telecom (hoje Orange S/A). Ou entao a empresa quebra (no caso, o Brasil).
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    Essa e’ a bomba deixada p/ a direita: consertar um pais falido. Mas… uma vez consertado, a esquerda volta para torrar o dinheiro obtido, e o ciclo se repete. Essa e’ a historia da america latina, q nunca saiu do atraso.

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