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Greve

Governo Dilma e servidores federais seguem sem acordo

Expectativa é de que haja ainda mais caos nos próximos dias nos setores de importação e exportação, nas estradas, no aeroportos e nos postos de fronteira do país

Governo Dilma e servidores federais seguem sem acordo
Agentes da PF seguem em greve (Fonte: Reprodução/TV Gazeta)

Servidores da Receita, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal não receberam bem as novas determinações do governo Dilma, que mandou cortar o ponto de milhares de grevistas e ainda demitir aqueles que cometerem excessos.

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Após recusarem a proposta de 15,8% de reajuste, as três categorias resolveram expandir o movimento grevista em todo o país. A expectativa, portanto, é de que haja ainda mais caos e confusão nos próximos dias nos setores de importação e exportação, nas estradas, nos aeroportos e nos postos de fronteira do Brasil.

De acordo com o presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, Pedro Cavalcante, agora 70% da categoria deve cruzar os braços, e as ações ficarão limitadas aos casos de urgência, prejudicando as operações de rotina, incluindo o combate ao contrabando de mercadorias e de tráfico de drogas e armas.

Confusão em Brasília

A Federação Nacional dos Policiais Federais informou nesta quinta-feira, 23, que a continuidade do movimento foi aprovado por tempo indeterminado. A paralisação afeta, por exemplo, a emissão de passaportes no país e as investigações, incluindo operações de combate ao crime organizado.

Também nesta quinta-feira um protesto em Brasília, que reuniu 500 funcionários do Judiciário em frente ao Palácio do Planalto, terminou em confusão. A polícia usou cacetetes e spray de pimenta para conter os manifestantes. Embora o governo Dilma venha recebendo as diversas categorias para negociações, ainda não há sinal de acordo.

Fontes:
Estadão - Receita, PF e PRF rejeitam oferta e mantêm greve
Globo News - Poucos acordos são fechados e protestos não param

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