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Controle de despesas

Governo estuda restringir gastos com pensão por morte

Nova equipe econômica de Dilma estuda elevar as exigências e estabelecer um tempo mínimo de união estável para ter o direito de receber o benefício

Governo estuda restringir gastos com pensão por morte
Medida é mais um esforço para tentar reequilibrar as contas públicas (Reprodução/Internet)

Em mais um esforço para reequilibrar as contas públicas, o governo está estudando restringir o pagamento de pensão por morte, pago pela Previdência Social.

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A ideia da nova equipe econômica de Dilma é elevar as exigências e estabelecer um tempo mínimo de união estável para ter o direito de receber o benefício. Outra medida que está sendo estudada é limitar o benefício pago a viúvas de renda mais elevada. Para isso, seria feita uma análise sobre a necessidade de pagamento integral da pensão.

Nos últimos anos, o gasto com pensões por morte aumentou, em média, R$ 8 bilhões a cada ano. Cálculos do governo indicam que a restrição do benefício vai gera uma economia de R$ 100 bilhões até 2030.

Nos últimos dias, a nova equipe econômica do governo vem considerando uma série de medidas para tentar recuperar a economia do país. Entre as ações estudadas estão cortes de despesas com seguro-desemprego, auxílio-doença e abono salarial.

Fontes:
Estadão-Governo estuda regras para reduzir pensão por morte

3 Opiniões

  1. Rene Luiz Hirschmann disse:

    Porque eles não taxam as grandes fortunas, retiram as aposentadorias de pai para filhas casadas e reduzem os benefícios dos parlamentares, a parte mais pobre da população, aquela que não tem consciência de cidadania e nem representatividade é a que mais vai ser atingida, estamos numa monarquia da Idade Média, cuidado que pode acontecer ainda uma revolução francesa.

  2. jayme endebo disse:

    os funcionarios públicos e de estatais se aposentam com salario quase igual ao da ativa e eles são os maiores gastos previdenciarios e representam 30% cda classe trabalhadora mas o patrão é o governo que “paga” a sua parte com os nosso impostos.
    Mais uma vez quem vai pagar a conta são os famosos otário, os trabalhadores da iniciativa privada.

  3. Joma Bastos disse:

    Cortar nos benefícios sociais mais baixos é próprio deste desgoverno! Eles não cortam nos salários e nas reformas das cúpulas dos servidores públicos, nos absurdos gastos nas campanhas eleitorais ou nas mordomias dos políticos?! E que tal uma profunda reforma na administração pública?

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