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COLUNA ESPLANADA

Grupo católico representa contra ministro Barroso na PGR

ProVida questiona o voto do relator do recurso extraordinário 635659, que se declarou favorável à descriminalização do porte de drogas

Grupo católico representa contra ministro Barroso na PGR
ProVida pede a suspeição do ministro Barroso baseado numa ligação do togado com a Open Society (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)

O Instituto católico ProVida do Distrito Federal impetrou representação na Procuradoria-Geral da República contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso. Questiona o voto do relator do recurso extraordinário 635659, com repercussão geral, que se declarou favorável à descriminalização do porte de drogas. O ProVida pede a suspeição do ministro baseado numa ligação do togado com a Open Society, organização mantida pelo bilionário George Soros, que patrocinou palestra de Barroso em 2014 em Nova York. Segundo o vice-presidente do ProVida, Paulo Fernando Melo, o Open e Soros são declaradamente a favor da liberação das drogas.

Voltinha americana

A petição cita o site pessoal do ministro Barroso, que registra a palestra nos EUA, com o tema “Justiça, Empoderamento Jurídico e Direitos Fundamentais”.

Radar

O Open está presente em mais de 100 países e atua pela legalização das drogas, segundo o ProVida, que foi aceito como amicus curiae no recurso em julgamento no STF.

Placar

O recurso teve pedido de vista do ministro Teori Zavascki no plenário do STF. O placar tem dois votos favoráveis à descriminalização: do relator, Barroso, e do ministro Fachin.

Guarujá intoxicada

O vazamento tóxico em terminal do porto de Santos (SP) era ‘bola cantada’ há meses. Em abril de 2015 a Coluna revelou que a ajuda da Petrobras foi fundamental para evitar vazamento no incêndio nos terminais da Ultracargo. Havia amônia e cloro em tanques não atingidos pelo fogo, ocultados pela empresa. O caso de ontem, que contaminou o ar do Guarujá, revela que não há controle e fiscalização sobre os tanques do porto.

Não me ligue

“Os meus telefones continuam os mesmos; os mesmos grampeados nas instâncias federal, estadual e municipal”, ironizou um ex-tesoureiro do PT, ao se despedir de um empresário na saída do Palácio do Planalto.

Leitura de opositor

O presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), comprou e distribuiu para amigos exemplares do livro Dilmês, do jornalista Celso Araújo. “Vou presentear meus amigos da oposição, entre eles o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin”.

Confirmado

Como antecipou a Coluna dia 1º de outubro passado, Freire convidou o senador Cristovam Buarque para entrar no PPS e disputar a Presidência da República.

Colecionador de gafes

Depois de tantas gafes em tão pouco à frente do cargo, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, levou uma bronca da (bem paga) assessoria de imprensa e imagem da pasta (que conta com quase 100 profissionais). Castro anda falando pelos cotovelos. E bobagens.

Berlusconi tupiniquim

O ministro da Saúde ganhou o velado apelido de Berlusconi brasileiro, pelas gafes orais. A última foi digna de vaia: “Vamos torcer para que as pessoas, antes de entrar no período fértil, peguem a zika, para elas ficarem imunizadas pelo próprio mosquito”.

Ponto Final

Investigadores da Lava Jato flagraram em grampo o operador de um figurão petista da Bahia junto à OAS e UTC. O desespero entre gabinetes é tamanho que o alvo também foi flagrado em Brasília há dias, para conversar com o poderoso padrinho.

Com Equipe DF, SP e Nordeste

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4 Opiniões

  1. Fabrizzio disse:

    Quanto ao tópico Guarujá ‘intoxicada’ voce esta equivocado e publicou uma inverdade.
    Na ocasião em que ocorreu o incendio não havia cloro e amonia armazenado em tanque, até porque a Ultracargo não possui licença para armazenar este produto.
    A empresa não ocultou nada, até porque essas informações são publicas, basta acessar o o site da Codesp e analisar a movimentação.

  2. Roberto1776 disse:

    A petição cita o site pessoal do ministro Barroso, que registra a palestra nos EUA, com o tema “Justiça, Empoderamento Jurídico e Direitos Fundamentais”.
    A palavra EMPODERAMENTO não existe na língua portuguesa. É uma colagem do inglês EMPOWERMENT que, como verbo, significa DAR AUTORIDADE A, AUTORIZAR e, como substantivo, significa AUTORIZAÇÃO, OUTORGA DE PODER.

  3. Vitafer disse:

    Até porque… até porque…

  4. F disse:

    So sai asneira desses religiosos. Religião e estado não se misturam!

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