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Debate religioso

Islã, uma religião de paz

Em entrevista ao 'Opinião e Notícia', a Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro explica por que o ataque contra o jornal 'Charlie Hebdo' vai contra tudo o que o Islã realmente prega

Islã, uma religião de paz
Muçulmanos do mundo inteiro se veem julgados por ações praticadas por terroristas, cujos atos mancham a imagem do Islã (Reprodução/Internet)

Na última quarta-feira, 7, em represália a charges satíricas do profeta Maomé, os irmãos Cherif e Said Kouachi invadiram a sede do jornal francês Charlie Hebdo e mataram 12 pessoas, entre elas quatro renomados chargistas.

Porém, o ataque também atingiu toda a população muçulmana, acirrando o preconceito religioso. Muçulmanos do mundo inteiro se veem julgados por ações praticadas por terroristas, cujos atos mancham a imagem do Islã.

Para entender um pouco mais sobre essa religião, o Opinião e Notícia entrevistou Fernando Celino, assessor de comunicação da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro (SBMRJ), que na última quinta-feira, 8, publicou uma nota oficial repudiando o atentado (confira aqui a nota na íntegra).

Qual a posição da SBMRJ sobre o atentado ao jornal Charlie Hebdo?

Lamentamos muito. Foi um crime bárbaro, cruel e covarde. Essa violência é o contrário do que o Islã prega. A própria palavra “islã” vem da raiz árabe “salam”, que significa “paz”. A saudação islâmica “salamaleico”, significa “Que a paz esteja com você”.

Invadir um veículo de comunicação e assassinar inocentes é fazer o oposto do que prega o Islã. Jamais um muçulmano verdadeiro faria um ato desse tipo, pois ele vai contra qualquer princípio de boa convivência, de moral e de ética pregado pela nossa religião.

Por que a representação do profeta Maomé é considerada pecado?

Nós somos monoteístas em essência. Para nós, Deus é único, não se divide. Nem ele, nem seus profetas podem ser retratados. É uma forma de evitar a idolatria, onde se adora uma imagem, uma estátua. No Islã, é grave associar alguém ou algo a Deus, ainda mais da forma jocosa como as charges faziam.

Como o islã acomoda religião e liberdade de expressão?

Nós defendemos a liberdade de expressão, que é algo muito importante para a democracia. Mas há como separar liberdade de expressão de ofensa gratuita. O terrorismo deve ser criticado e condenado, mas ofender gratuitamente a religião de milhões de pessoas é algo que não concordamos. O direito de um acaba quando começa o do outro. Mas claro que nada justifica o que foi feito. Há meios legais de se buscar retratação, como uma ação judicial, por exemplo.

O fundamentalismo pregado por grupos radicais como o Estado Islâmico e o Boko Haram está previsto no Alcorão?

De forma alguma. São grupos com outras ideologias e motivações. Qualquer religião que venha a pregar ódio e intolerância deixa de ser religião. Se Deus só quer o bem, como se pode promover o mal em seu nome? No Alcorão, nosso livro sagrado, não há nada que corrobore esse tipo de atitude. Ao contrário, nele se encontram versículos como um que diz “Aquele que tira a vida de uma pessoa, é como se tivesse tirado a vida de toda a humanidade. E aquele que salva uma vida, é como se tivesse salvado toda a humanidade”. E isso vale também para o suicídio. Logo, os chamados homens-bomba também não representam o Islã.

Na sua opinião, qual a raiz do fundamentalismo?

Na verdade, os conflitos que vemos hoje têm uma raiz geopolítica. São disputas por recursos e territórios. A religião é apenas um tempero. Mas os grupos radicais nada tem a ver com a nossa religião.

Podemos dar as torcidas de futebol como exemplo. Em um jogo, a maioria vai para assistir a partida em paz, mas existem grupos isolados que criam confusão. Esse grupo não representa a torcida inteira.

O que significa a sharia, conhecida como a interpretação radical do Islã? O que o Alcorão diz sobre ela?

Na verdade, sharia não tem nada a ver com radicalismo. Ela é um caminho que Deus criou para que a humanidade pudesse conviver em paz com Deus e com todos. Para nós, o Islã não é apenas uma crença, é um código de vida. A sharia se pode traduzir como a jurisprudência islâmica, um conjunto de normas e regras pelo qual os muçulmanos pautam sua vida. Isso que os grupos radicais fazem não é sharia.

Na internet, existe um movimento chamado Not in my name (Não em meu nome), que prega a paz entre judeus e muçulmanos. Qual a sua opinião sobre isso?

Acho ótimo. É exatamente essa paz que nós buscamos alimentar. Conhecer mais uns aos outros. Sempre incentivamos essa troca de experiência. Inclusive, muitos judeus e católicos já visitaram nossa mesquita. Já demos palestras em colégios para estudantes de outras religiões. Nós apoiamos qualquer movimento que busque uma cultura de paz, pois é isso que o Islã prega. Existe um versículo no Alcorão em que Deus fala “Em verdade, vos criamos do macho e da fêmea e vos dividimos em povos e tribos, para reconhecerdes uns aos outros”. Nesse versículo, Deus pede que a gente se reconheça, pede para convivermos, amando e evoluindo um com o outro.

21 Opiniões

  1. islamização não disse:

    A passagem de Jesus Cristo pela Terra marcou a inflexão na relação de Deus com os homens, por isso a Bíblia , no Novo Testamento, prega o amor e a solidariedade entre os irmãos. Já o Alcorão preconiza, através de sua linguguagem extremamente violenta, a imposição da fé islâmica por meio da opressão ao longo de toda a história,inclusive nos dias atuais e para o futuro.

  2. Kira disse:

    Se o islã é uma religião de paz, então Papai Noel e o Coelhinho da Páscoa existem. Antes de concluir que essa religião é da paz, vão ler o Alcorão e tirem suas conclusões.

  3. Samuel disse:

    Eu nunca vi nem ouvi falar sobre muçulmanos fazendo açoes publicas de caridade, ou promovendo eventos ecumenicos, ou muito menos protestando contra muçulmanos radicais, abusos sexuais e violencia domestica, e ainda menos protestando contra os abusos da sharia.
    Quando interrogados, como na materia acima, ele apenas oferecem respostas neutras e muitas vezes vagas, nunca explicando a fundo o funcionalismo pratico do isla.
    Devemos estudar sim o alcorao para termos condicões de combate-lo, somente atravez do estudo nao cairemos na idade das trevas novamente.

  4. Samuel disse:

    Nunca vi e nem ouvi dalar sobre islamicos fazendo acoes publicas de caridade, nem promovendo acoes ecumenicas, nem contribuindo efetivamente pela paz mundial e muito menos fazendo algum tipo de protesto contra os terroristas islamicos e contra o radicalismo da sharia ou contra o boco haram…que segundo eles…segundo eles sujam o a imagen do islam.
    Devemos estudar mais sobre o islam para podermos combate-lo

  5. Thiago disse:

    o mundo islã é dividido em dois: Dar al-Islam (“terra da submissão”, ou seja, da “paz”, Salaam) Dar al-Harb (“terra da guerra”). Tais palavras, que deveriam ser urgentemente conhecidas pelos kafir (“não-muçulmanos”) de hoje, significam exatamente esta divisão: o mundo da “paz” significa um mundo dominado pelo islamismo e pela shari’ah, a lei de Allah ditada a Maomé. O mundo não-islâmico é o mundo da “guerra”, ou seja, das tribos que guerreavam entre si, precisando da harmonia aparente de um entreposto comercial para conseguir manter relações humanas pacíficas (i. e., de comércio, trocas livres), ao invés da forma suprema de contato humano entre tribos sem relação comercial ou civilizacional entre si: a guerra. A paz no islã só existe onde todos sejam islamicos.

  6. joao disse:

    Se é uma religião de paz, então me expliquem porque é que um muçulmano que deseja renegar a sua fé e viver de acordo com outros princípios corre risco de vida? As pessoas que largaram a sua fé na religião muçulmana enfrentam ações legais, prisões, tortura, e mesmo execuções em países muçulmanos, igualmente, violência, ameaças de morte e são ostracizados nas sua comunidades espalhadas pelo mundo.

  7. Pequi Atômico disse:

    “o cristianismo passou por essa fase” uma vírgula, tio! A bagaça de matar foi ação da católica. Aliás, vamos dizer “cristianismo” sim, pois toda religião com sufixo “ismo” tá propensa a fazer atrocidades, mas como as sagradas escrituras nada tem a ver com “cristianismo” propriamente dito, sabemos que não há contexto para barbaries, visto que a regra de fé do cristão é o novo testamento.

  8. Ester disse:

    Não existem fraternidade onde os Islã é a maioria, é só ódio, eles
    fazem mal até aos seus filhos, parentes, etc, o que não fazem aos outros. O Deus verdadeiro nos ajude!!!!!
    Jesus luz do Mundo, Pão da Vida

  9. Ivani Medina disse:

    Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que, naquela época, Gerge W. Bush ainda usava calças curtas e nesses últimos 15 anos contabiliza-se quase 25.000 ataques islâmicos (da religião da paz). Depois de um dos ataques mais recentes, a um balneário tunisiano (26/06/2015), 82 mesquitas foram fechadas na Tunísia porque seus clérigos incitavam os fiéis à violência. Aqui não estamos a falar exclusivamente de grupos terroristas, mas também de religiosos com uma responsabilidade social considerável. Sermão inflamado contra o Ocidente não é escandaloso no meio islâmico. O problema é que outros fatos do tipo iriam repercutir negativamente na receita tunisiana com a debandada dos turistas europeus.
    .
    Dizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que são cristãos disfarçados a confundir a opinião pública? Qualquer bobagem é usada se for para contribuir com o avanço do islã sobre o mundo ocidental.

    Além de mentirosa e ridícula, essa mania de isentar o islamismo da sua responsabilidade é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã por toda parte, com sua sedução enganadora. Seria mais digno e eficiente dizer: “Resolvam logo isso entre vocês. A construção de mesquitas, madraças, centros culturais e a difusão da sua crença estarão suspensas no Ocidente até que se mostre, na prática, uma solução confiável e duradoura para esse confronto”.

    Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação, mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos dessa minoria altamente numerosa que vão deixar todos em perigo.

    Nesse caso, o ego coletivo pode ser comparado, argumenta Toynbee, ao poderoso e mitológico monstro bíblico Leviatã. Este poder coletivo a mercê das paixões subconscientes escapa à censura pessoal que freia os baixos impulsos do ego. A má conduta, que seria condenada sem hesitação, no entanto, quando o indivíduo transita do singular para o plural, ainda mais sob a instigação de clérigos exaltados amparados por um livro sagrado (Alcorão), encontra a responsabilidade individual em recesso.

    Então, estes, chegam às barbaridades sem culpa alguma, e aqueles que não têm tal inclinação a flor da pele não os condenam Sabem que seus irmãos de crença agiram em cumprimento do livro imutável que orienta a todos. Portanto, ideologicamente devem apoiá-los. Mesmo que essa maioria se sinta constrangida e prejudicada nos seus interesses nas sociedades ocidentais que as abrigam, se veem moralmente contidas. São as sociedades ocidentais que reclamam dos excessos dos seus e não as delas. O Alcorão pode incitar a violência? Dizem que não. Então vejamos alguns versículos de algumas das suas suras.

    Sura 2,193 “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Allah”.

    Sura 3, 85 “Quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não o islã, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.”

    Sura 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.

    Sura 8:12 “E quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois aos fiés! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”

    Sura 8:13 “Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; que Deus é severíssimo no castigo”.

    Sura 7, 4 “Quantas cidade temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 9, 111 “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível que está registrada na Torá, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel a sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício”.

    Qualquer semelhança não é mera coincidência com o perfil desses ataques e organizações. O Alcorão incentiva ou não a violência? Fica difícil alegar inocência do islamismo quando ele mesmo depõe contra si ao tentar impor seu ponto de vista.

    O cristianismo já passou por essa fase. Felizmente, a abnegação dos pensadores ocidentais, de todas as épocas, e o iluminismo, na busca constante do aperfeiçoamento, nos ensinou a arte da persistência, pois o pensamento não tem ponto final. Não nos vieram de graça a liberdade de pensamento e expressão que ora desfrutamos. Custou-nos muitas dores, sangue e lágrimas em nossa construção. Devemos muito à memória daqueles que fizeram por onde.

  10. Samuel disse:

    Realmente e’ ser muito inocente pensar que o islamismo promove ou prega a paz quando o maior objetivo sempre foi a conquista, submissão e morte aos infieis, os terroristas seguem estritamente os mandamentos ensinado no islã abram os olhos e não caiam no engano de achar que cristianismo, judaismo e islamismo são iguais leia voce mesmo o alcorao e veras a verdade. Não defendo nenhuma religião, mas acreditar em paz no meio desta religião e’ simplesmente crer no impossivel. Abram os olhos gente!!!!!

  11. Arcanjo disse:

    Ao meu ver, na essência o Islã direciona a Deus, pregando a paz assim como o Cristianismo! Não consigo ver como muçulmano um sujeito que assassina a sangue frio até mesmo crianças! O que vemos são atos bárbaros, com requintes diabólicos, que parecem ter o proposito de justamente nos jogar todos contra o Islã! Nossa ira e energia precisa ser direcionada contra as atrocidades cometidas pelos extremistas iguais ao Estado Islâmico e o Boko Haram, até porque são eles que estão manchando com sangue inocente o Santo Nome de Deus! Sou Cristão, acredito na liberdade de expressão, se Deus nos quisesse como zumbis que dizem amem a tudo, já teria nos criado assim! Porem, sou contra as charges ofensivas do Charlie Hebdo, que até esse ataque terrorista, eu nem conhecia esse “jornalzinho apelativo”, seu conteúdo é ofensivo sim! Mas se formos matar todos que nos ofendem, no final só sobrara um!

  12. Felipe disse:

    O islam é uma religião de paz sim, mas só enquanto eles são minoria nos países onde se instalam. Quando eles começam a ter algo perto de 5% (caso da França, Alemanha e Inglaterra, é só pesquisar) da população eles começam a impor a cultura deles. Primeiro de forma “light”, depois, começa a intolerância, fazem passeatas gritando palavras de ordem “Islam will Kill UK” (dentro da própria Inglaterra), “Democracy go to hell”, “Islam will dominate the World” e “We love Hitler”. É óbvio que esses são os mais devotos ao Profeta Maomé. Veja o que está acontecendo na Europa. Os europeus não aguentam mais eles. Eles entram com petição até para mudar a bandeira da Suiça por que tem uma cruz e ofende ao islam (você já percebeu que a Cruz Vermelha não tem mais cruz nos uniformes dos seus voluntários no oriente médio, pois agora é uma lua crescente, simbolo do Islam. Até mesmo quem vai ajudá-los os “ofende”). As agências da Cruz Vermelha na Europa, que foram criadas para receber principalmente muçulmanos que estão invadindo a Europa, não podem nem ter um presépio ou uma árvore de Natal que eles se sentem ofendidos. Em certos bairros de cidades inglesas não se pode ter decoração de Natal pois odende ao Islam. Quando alguém cita as suras que incitam violência no Corão (ou Alcorão) eles logo vem dizendo que tem que ver o contexto, mas o Corão não tem contexto, é uma infinidade de suras que não tem nexo uma com a outra. Aí eles falam que é uma questão de interpretação. Ora, se alguém pode procurar interpretar uma sura que diz literalmente “mate os infiéis”. O lider do estado islâmico que vem orientando seus seguidores (que não são poucos) a degolar e crucificar os cristãos no Iraque e na Síria tem PHD em estudos islâmicos. Será que algum de nós conhece o Corão melhor do que ele? O próprio Profeta Maomé dizia (é só pesquisar nas escrituras sagradas) para quem fizesse alguma pergunta que Alá não gosta de quem faz perguntas. Ora, o motivo é obvio, quem faz perguntas é muito perigoso para o Islã. Outra coisa (podem pesquisar também), o Profeta Maomé dizia que Alá permite mentir por uma boa causa. Ora, as religiões tem que transmitir valores éticos, se logo de partida uma criança cresce ouvindo que pode mentir por uma boa causa… Qual seria essa boa causa? É muito subjetivo, não é? Mas a boa causa é a expansão do Islam por todo o mundo passando por cima de qualquer religião e cultura. Você vai perceber que os clérigos muçulmanos (apesar que tem muitos na internet incitando o ódio e até mesmo ensinando como bater na mulher, é só pesquisar aqui mesmo no youtube) são sempre muito amáveis nas respostas dizendo que é uma religião de paz e que respeita mulheres, mas quando você tem carta branca para mentir isso fica fácil. Não precisam acreditar e nada do que eu falei, basta pesquisar. Não acreditem também em islamofóbicos, pois eles são tendenciosos. Não tenho nada contra os muçulmanos e nem contra a religião em si, o que me preocupa é o facismo e o totalitarismo islâmico que entende que todos tem que se submeter ao islã. Veja no que está se tornando o oriente médio. Os países do golfo da Arábia (Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes) só não são terra arrasada ainda porque brota dinheiro do solo (petróleo) e com isso eles conseguem segurar os fundamentalistas que, segundo estatísticas, são algo entre 15% e 25%, dependendo da fonte. Veja, funtamentalismo no islã é diferente das outras religiões. Um judeu ultra-ortodoxo (estou falando ultra e não ortodoxo) é fundamentalista, mas desde que você não vá interferir na vida deles eles não interferem na vida de ninguém, até porque a maior parte deles vivem de doações da comunidade. Mas no islã, o fundamentalismo é perseguir os infiéis (que somos nós). E não pensem que são somente os judeus ou cristãos. São todos os que não pactuam das ideias deles, ou seja, os não muçulmanos. O ocidente está acordando e começou a tentar entender o que é o islã. Já vi debates nos quais as pessoas citam as suras que você citou e eles sempre argumentam que estão fora do contexto. Aí o mediador pergunta, mas então nos explique qual é o contexto? E aí a conversa acaba e eles partem para a gritaria do tipo: você está ofendendo o islã, Allahu Akbar. Volto a dizer, a cultura muçulmana é bonita, mas somente entre os moderados (entenda moderados aqueles que não seguem todos os “mandamentos do Corão – ou Alcorão como queiram). Os pacíficos são a maioria, mas infelizmente, não é a maioria que controla o Islã e sim os 15% que citei acima. Pessoal, se quiserem saber sobre o islã basta pesquisar no google “a verdade sobre o islã” ou, para quem manda bem no inglês “the truth about islam”. Se você achar que o site é tendencioso, não tem problema, pesquise em outros. Eu nunca fui muito simpático com a política americana no oriente médio, mas depois que comecei a estudar a ideologia do islã (que é totalitária e facista) de domínio do mundo, comecei a mudar de ideia em relação a eles. Como fui idiota todo esse tempo, defendendo uma religião e na realidade eu estava defendendo um regime facista e totalitarista que funciona através do domínio das mentes. O profeta Maomé soube muito bem como fazer as coisas.

  13. André Luiz D. Queiroz disse:

    Raimundo Trindade,
    A meu ver, seu comentário é pernicioso! Também não ‘morro de amores’ por terroristas, mas daí a dizer que a polícia federal, caso encontre células de terrorismo no país, deveria executá-los sumariamente, isso é inaceitável! Cuidado, esse tipo de comentário pode ser tomado como instigação pública ao crime (Artigo 297º do Código Penal : “1 – Quem, em reunião pública, através de meio de comunicação social, por divulgação de escrito ou outro meio de reprodução técnica, provocar ou incitar à prática de um crime determinado é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa, se pena mais grave lhe não couber por força de outra disposição legal; 2 – É correspondentemente aplicável o disposto no nº 2 do artigo 295º.“)

    Ludwig,
    De fato, a França, a Inglaterra e demais países alinhados com os EUA que têm ou tiveram participação militar na Guerra do Iraque, no Afeganistão, etc, e que têm um passado de ocupação colonial de países de população muçulmana — caso da França, em particular — são alvos dos terroristas; mas as verdadeiras motivações não são por conta do extremismo religioso! Isso é só um pretexto! A questão é, na verdade, por supremacia política e, consequentemente, pelo domínio de recursos naturais que implicam em grandes interesses econômicos (ou seja: reservas de petróleo, claro!)

  14. Ecimar I Mendonça disse:

    Eu não conheço esta religião,mais q pude entender é que todas pregam a Paz,gostaria de conhecer para entender melhor. tenham a paz

  15. Ludwig Von Drake disse:

    O exército frances comemorou sua retirada do Afeganistão nos últimos dias de dezembro de 2014. O filme “Forças Especiais”, França, 2011, com Dijimon Honsou, mostra uma unidade de comandos do exército frances, matando muçulmanos às dezenas, lá no Paquistão. A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória (Gálatas 6:7).

  16. Jose Milton De Quevedo disse:

    Transferir Responsabilidades e pregar a Paz(Falsa Paz) Até Satan faz, mas aí por em prática uma Paz real e verdadeira entre os Povos aí e difícil!

  17. Vitafer disse:

    Muito sensata a entrevista. Realmente desajustados há em todas as religiões. Muçulmanos, Judeus e Cristãos cremos no mesmo Deus Único, o Qual é pai de toda a humanidade. Assim, no respeito mútuo, todos deveríamos conviver fraternalmente.

  18. André Luiz D. Queiroz disse:

    Roberto1776,
    O seu comentário demonstrou uma carga de preconceito (i.e., um conceito pré-concebido, formulado antes de conhecer os fatos) desfavorável ao Islã, que considero lamentável…

  19. Joma Bastos disse:

    Devemos viver sempre com paz e harmonia de espírito.

  20. Raimundo Trindade disse:

    Se por ventura no Brasil , a polícia federal já tiver conhecimento de alguns terroristas que fazem parte dessa religião, que não sejam vigiados e sim EXECUTADOS imediatamente e salvar nosso povo, não fazer como o governo da França, que sabiam da existência desses malditos e deixaram que eles cometessem tamanha brutalidade, deveriam ter sidos condenados a pena de morte antes do acontecimento, eles querem se aparecer diante do povo e deixar a impressão que são mais forte que os outros, no entanto, são um bando de fracassados e INÚTIL.

  21. Roberto1776 disse:

    Belas palavras para encobrir todas as ações terroristas do mundo nos últimos 20 anos.
    Uma crença atolada no século VIII da era cristã.
    Nem um Novo Testamento islâmico mudaria esse viés perverso do islamismo.

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