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EX-PRIMEIRA-DAMA DO RIO

Juiz substitui prisão domiciliar de Adriana Ancelmo por tornozeleira eletrônica

Com a decisão, tomada pelo juiz Marcelo Bretas, Adriana poderá deixar a sua cobertura no Jardim Botânico durante a semana

Juiz substitui prisão domiciliar de Adriana Ancelmo por tornozeleira eletrônica
Adriana foi presa em 2016, pelo crime de lavagem de dinheiro (Foto: Agência Brasil)

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, substituiu a prisão domiciliar da ex-primeira-dama do Rio de Janeiro Adriana Ancelmo pelo uso de tornozeleira eletrônica.

Com a decisão, anunciada nesta terça-feira, 28, Adriana poderá deixar a sua cobertura no Jardim Botânico durante a semana, porém precisa ficar em casa entre 20h e 6h e também nos feriados, sábados e domingos.

A ex-primeira-dama estava em prisão domiciliar desde o final do ano passado. Adriana foi presa em dezembro de 2016 no âmbito da Operação Calicute, pelo crime de lavagem de dinheiro. Em março do ano passado, Bretas autorizou Adriana a cumprir regime domiciliar, sob o argumento de que seus filhos, de 10 e 14 anos, não poderiam ser privados da convivência dos dois pais, uma vez que Sérgio Cabral também está preso.

No mês seguinte, a Primeira Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2° Região (TRF-2) decidiu que Adriana Ancelmo deveria voltar para a penitenciária de Bangu. Porém, um julgamento posterior congelou o retorno de Adriana para a prisão até que se esgote a possibilidade de recursos da defesa no tribunal.

De acordo com o juiz Bretas, Adriana não descumpriu as medidas cautelares impostas pela Justiça, como a proibição do uso de celulares e de internet. “Entendo que decorreu lapso temporal considerável desde a decretação das medidas cautelares sem que houvesse notícias do seu descumprimento, demonstrando cooperação com o regular andamento processual. Além do que, as ações penais às quais responde Adriana Ancelmo já foram sentenciadas”, considerou o juiz.

Em nota, a defesa da ex-primeira-dama do Rio comemorou a decisão. “A defesa sempre sustentou que a prisão preventiva de Adriana, no cárcere, era ilegal e desnecessária. Veio a domiciliar e agora uma domiciliar abrandada. Menos mal. Vai-se chegando mais perto do que a lei determina”, disse a defesa.

Fontes:
EBC - Bretas revoga prisão domiciliar de Adriana Ancelmo

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