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OPINIÃO PÚBLICA

Leitor comenta o improvável impeachment de Dilma

André Luiz D. Queiroz é o Opinião Pública da semana. Participe você também!

Leitor comenta o improvável impeachment de Dilma
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André Luiz D. Queiroz comentou a matéria “Cinco motivos que tornam improvável o impeachment de Dilma” e foi eleito o Opinião Pública da semana. E você? Já deu a sua opinião hoje? 

Pior do que a falta de argumentos sólidos que validem o pedido de impeachment, agora (exceto se a investigação do petrolão der em alguma ‘revelação bombástica’ e indefensável…!) é o fato de que, saindo Dilma Rousseff, quem assume? Michel Temer, claro!

Aí seria o PMDB na Presidência da República, na presidência do Senado (Renan Calheiros!!) e na presidência da Câmara dos Deputados (Eduardo Cunha!!!) — só faltaria eles saírem cantando “tá dominado, tá tudo dominado!”! É fisiologismo demais para um governo só! Mas, a julgar pela propaganda do PMDB do último dia 26/02, acho que eles estão cogitando muto a sério essa possibilidade…

7 Opiniões

  1. André Luiz D. Queiroz disse:

    Não ha provas suficientes de que as eleições foram fraudadas, ela foi eleita democraticamente e NÃO PODERÁ SOFRER IMPEACHAMENT(sic)” — errado!, olbe, o processo de impeachment independe completamente da lisura do processo eleitoral! Veja o que dizem os artigos 85 e 86 da Constituição Federal de 1988:
    ” Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
    I – a existência da União;
    II – o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;
    III – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
    IV – a segurança interna do País;
    V – a probidade na administração;
    VI – a lei orçamentária;
    VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.
    Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento. ”
    (jusbrasil.com.br/topicos/10628072/artigo-85-da-constituicao-federal-de-1988)

    ” Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.
    § 1º – O Presidente ficará suspenso de suas funções:
    I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;
    II – nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.
    § 2º – Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento do Presidente, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.
    § 3º – Enquanto não sobrevier sentença condenatória, nas infrações comuns, o Presidente da República não estará sujeito a prisão.
    § 4º – O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções. ”
    (jusbrasil.com.br/topicos/10627584/artigo-86-da-constituicao-federal-de-1988)

    Eu, leigo que sou, entendo que Dilma Rousseff tem SIM responsabilidade direta, e é portanto imputável, por ter infringido, pelo menos, duas cláusulas do art. 85 da CF:
    V – a probidade na administração;
    VI – a lei orçamentária (apesar da ‘manobra fiscal’ da qual lançou mão Dilma Rousseff para ter as contas de 2014 aprovadas pelo TCU…)

    Portanto, e de uma vez por todas: se Dilma Rousseff sofrer impeachment, não será ‘golpe’ / ‘terceiro turno’ coisa nenhuma! Não se trata de ‘melar’ o resultado das últimas eleições em favor do candidato Aécio Neves (apesar de evidências, aqui e ali, de que o governo usou a máquina estatal para favorecer a candidata Dilma Rousseff, o que é ilegal!), mas de tirar do poder, dentro dos trâmites legais, uma pessoa que se mostra inapta e indigna de ocupar o cargo que ocupa!
    Eu penso assim!

  2. olbe disse:

    Não ha provas suficientes de que as eleições foram fraudadas, ela foi eleita democraticamente e NÃO PODERÁ SOFRER IMPEACHAMENT. Devia haver uma lei que obrigasse os candidatos e cumprirem suas promessas de campanha sob pena de perderem o cargo.Mas o povo deve poder se pronunciar dizendo que não está satisfeito e quantos mais forem pras ruas, mais acuada ela ficará…até pedir pra sair…Todos nas ruas , com bandeiras, apitos mas devemos ser muitos, jovens velhos e crianças PACIFICAMENTE!!! Vocês não tem idéia de como político tem medo…

  3. Markut disse:

    Impeachment, ou renúncia, mesmo com os seus riscos calculados, a interrupção da marcha do lulo petismo , em busca do seu objetivo magno, que´é a tomada do poder absolutista, talvez pudesse ser entendida como o “menos ruim”.

    A inspiração bolivariana, rondando as nossas fronteiras é a calamidade máxima que deve ser evitada.

    Governo e congresso acuados, pelos desdobramentos do petrolão, talvez seja o momento oportuno para um salto qualitativo, num momento crucial de uma preocupante perda de credibilidade armazenada, nesses longos 12 anos de lulo petismo.

    Na visão pitoresca de Vitafer, fica, de fato, difícil optar entre escapar do espeto e cair na brasa. Opção neutra não existe.

  4. helo disse:

    O comentário de Andre Luiz Queiroz levanta uma questão possível. Porém não creio que Dilma sofrerá impeachment. Sabia tanto do petrolão que na campanha já falava na irmã do Aécio, seu partido estava no comando e as “negociações” com a base estavam articuladas. Se a presidência no Conselho da Petrobrás no caso Pasadena não lhe afetou, o que poderá afetar? Bom seria se a guerra entre os fisiologismos no poder baixasse a corrupção. Quem sabe todos por medo desistissem da política e se contentassem em usufruir suas riquezas. A rejeição popular a estes políticos e à inflação já cresce rapidamente, .

  5. Almanakut Brasil disse:

    Com o tamanho da quadrilha que se instalou no Brasil, é lógico que não impeachment !

    O povo irá às ruas por mais do que isso!

    E será um medidor para uma possível intervenção militar, que não seria uma ditadura, mas um deposição do poder podre e a restauração da democracia decente!

  6. Vitafer disse:

    Escapa do espeto e cai na brasa.

  7. Honorio Tonial disse:

    A Comissão da Verdade investigou se a Presidente Dilma foi realmente guerrilheira na sua mocidade?
    Se exercia a função ideológica num grupo destinado à implantar o Comunismo no Brasil?
    Uma ex-terrorista pode ser imposta aos eleitores brasileiros pór um Presidente demagogo visando a perpetuação no poder?
    Se a Democracia fosse uma realidade o nosso pais não estaria nas atuais condições.

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