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OPINIÃO PÚBLICA

Leitor comenta o uso da mentira como arma eleitoral

Carlos U Pozzobon é o Opinião Pública da semana. Participe você também!

Leitor comenta o uso da mentira como arma eleitoral
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Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

Carlos U Pozzobon comentou a matéria “Os tênues limites da verdade na política atual” e foi eleito o Opinião Pública da semana. E você? Já deu a sua opinião hoje? 

A chamada pós-verdade não existira se a imprensa não tivesse sucumbido antes ao facciosismo e partidarismo em suas reportagens.

O descrédito da mídia tradicional tem sido a causa mais frequente da viralização de mentiras nas redes sociais. Quem se atreve a citar uma revista ou jornal como fonte de verdade? Somente os leitores tradicionais. Os demais vivem desconfiados, não sem razão, da venalidade generalizada.

Na campanha eleitoral americana, mentir se trata de uma estratégia muito bem organizada pelas agências e chefia de campanha. Por isso, é sempre bom conhecer um candidato pelo seu curriculum e atividades que antecederam a candidatura. Isto também vale para os nossos candidatos.

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

7 Opiniões

  1. Rodtrigues Lin domart disse:

    A mentira é uma verdade que se esquece de acontecer. Quando ela se lembra de acontecer, o povo… sempre o povo, esquece que ela é na verdade uma grande mentira.

  2. carlos alberto martins disse:

    eu acho estranho que existe uma lei que impede e pune quem faz propaganda enganosa,e,no entanto a mesma é totalmente sem validade quanto as promessas de nossos politicos.

  3. Ludwig Von Drake disse:

    Na “alegoria da caverna” Platão adverte sobre o que pode acontecer com quem insistir em falar a verdade. Experimentem sair por aí falando a verdade para ver o que acontece!

  4. André Luiz.'. disse:

    Ludwig Von Drake
    26 de setembro de 2016 às 13:37
    O que o amigo comentarista chama de ‘dizer a verdade’ é, talvez, melhor definido como ‘falar com franqueza’. E, sim, usar de franqueza é algo que pode causar muitos embaraços. Devemos ser ‘verdadeiros’, mas nem sempre podemos ser ‘francos’!
    “Neste mundo existem as coisas que podem ser ditas, e aquelas que não podem ser ditas! E temos que saber a diferença!”

  5. olbe disse:

    As promessas de campanha deviam ser registradas e depois cobradas. Todos prometem o que sabem que não poderão cumprir. Difícil saber quem fala a verdade..mas pelo menos podemos pesquisar a ficha de cada candidato que nos é simpático para ver se ele não tem nenhum processo manchando sua biografia..

  6. Markut disse:

    Com essas e outras , o regime democrático fica comprometido, na sua missão de representar o melhor sistema político, enquanto a massa eleitora for vulnerável ao engodo , à ilusão , à camuflagem da suposta verdade, ao populismo predador,
    quanto mais que , no Brasil, essa massa eleitora é composta de algo como 70% de analfabetos funcionais.

  7. helo disse:

    A mentira, segundo Cocteau, é um vício do preguiçoso. A mentira exige esforço e criatividade. Seria a mentira parte da tal tão incensada criatividade brasileira?

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