Início » Brasil » Leitora comenta o veto do STF à desaposentação
OPINIÃO PÚBLICA

Leitora comenta o veto do STF à desaposentação

Ivaniza é a Opinião Pública da semana. Participe você também!

Leitora comenta o veto do STF à desaposentação
Comente e participe!

Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

Ivaniza comentou a matéria “STF rejeita revisão para aposentado que volta a trabalhar” e e foi eleita a Opinião Pública da semana. E você? Já deu a sua opinião hoje? 

Ok, tudo bem, mas então deveria ser facultativo e não obrigatório continuar a pagar INSS quem já está aposentado…Pois quem está aposentado e continua trabalhando continua também pagando INSS.

Ou seja, está pagando para ter um benefício que não vai usufruir. Por que para continuar contribuindo tem previsão na lei, e para receber de volta não tem? Não entendi o raciocínio…

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

4 Opiniões

  1. Jayme endebo disse:

    A ideia é sempre tirardinhwiro da populaçao.

  2. Ronaldo disse:

    A desaposentação não tem uma previsão legal clara, mas constitucionalmente todos que pagam o que o governo cobra teriam que ter uma contrapartida, pagando o INSS, tem que ter benefícios e dentre eles a aposentadoria depois de anos e anos trabalhado, conforme regras do dias pagando imposto de Renda (Educação, Saúde etc.)Pagando IPVA, ICMS, ISS etc( ruas, estradas, avenidas e outros…pavimentadas, sinalizadas e com segurança, e habitações, segurança pública, iluminação..), e assim vai, sempre tendo uma contrapartida. Antes das grandes mudanças na previdência, tínhamos o chamado pecúlio( onde após a aposentadoria e a continuidade do trabalho com obrigatoriedade de recolhimento) o trabalhador após a decisão definitiva de não trabalhar mais com carteira assinada recebia os valores recolhidos pela previdência com juros. Esta regra foi abolida e o legislador, que não vive com esta misera aposentadoria, fez olhos e ouvidos de mercador, deixando “distraidamente” os pobres aposentados como doadores(pois não se tem uma contrapartida) da previdencia, mesmo sabendo que a grande maioria passa por severas privações que vão desde falta de medicamentos necessárias para sua qualidade de vida até uma alimentação diária equilibrada e moradia digna. Cabe agora um despertar de consciencia do legislador do Congresso Nacional, com a previsibilidade de mudança nas regras da previdencia, incluir uma regra clara e objetiva, para quem após a aposentadoria continuaro seu labor com carteira assinada, pagando o sistema da previdencia, qual será a regra da compensação. Se não houver criatividade, que se chegue a inovação de recriar o menos injusto PECÚLIO.

  3. Ludwig Von Drake disse:

    Não entendeu o raciocínio?…eu explico: a aposentadoria não é baseada no princípio da justiça distributiva e sim no princípio da solidariedade (um por todos e todos por um). Fosse distributiva seria incoerente haver teto e pensões, cada um receberia de acordo com o que contribuiu. Mas concordo, acho que a participação não deveria ser compulsória, desde o início. Contribui (e recebe) quem quer.

  4. Paulo Rosa da Penha disse:

    Como o Ronaldo já explicou, no passado a pessoa aposentava com 80% do benefício e quando parava definitivamente, passava à receber 100% do benefício que tinha direito.
    Se continuasse após esse período, recebia de volta com correção monetária o que recolheu, e tinha todos os direito como outro trabalhador qualquer em caso de doença tinha direitos garantidos.
    Até meados dos anos 90, a tabela de recolhimento era até 20 salários mínimo, eu conheci pessoas que recolhiam acima dos 10 salários e no meu entendimento essas pessoas ficaram no prejuízo.
    Isso tudo tem à ver com um governo que disse ” QUEM APOSENTA COM 51 ANOS É VAGABUNDO “.
    SÓ que esses políticos ditam regras para a população mas fazem regras que o s protegem.

Sua Opinião

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *