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Resenha

Livro relata a história de vida do marqueteiro de Dilma Rousseff

Leia a resenha e participe da promoção que vai presentear um leitor com o perfil biográfico do marqueteiro mais famoso do Brasil. Saiba mais abaixo

Livro relata a história de vida do marqueteiro de Dilma Rousseff
O autor relata da juventude de Santana em sua ciade natal, Tucano no interior da Bahia (Foto: Reprodução/Internet)

Em seu recém-lançado perfil biográfico, João Santana: Um marqueteiro no poder, o jornalista Luiz Maklouf Carvalho traça um retrato detalhado do polêmico marqueteiro e conselheiro da presidente Dilma Rousseff. Com entrevistas de amigos de infância, colegas de trabalho e familiares, o autor conta, de forma neutra e objetiva, a história de vida de Santana desde a juventude em Tucano, interior baiano, até a consolidada carreira no marketing político, que já elegeu seis presidentes na América do Sul.

O destaque do livro é a entrevista exclusiva com Santana após a reeleição de Dilma em 2014, considerada a disputa mais difícil de sua carreira. A entrevista é dividida em dois pontos do livro. Nela, Santana debate as estratégias que usou em campanha e defende a agressividade da propaganda política usada na disputa eleitoral.

A leitura é interessante para quem deseja entender como funciona o processo do marketing político e os métodos de João Santana, que muitas vezes parece não ter limites para o meio que usará, importando-se apenas com resultados. O autor teve sucesso em desenvolver um texto imparcial com a intenção apenas de mostrar a história por trás do personagem que é o marqueteiro, sem exaltá-lo ou condená-lo.

Com uma linguagem simples e muitas idas e vindas na cronologia do marqueteiro, o escritor começa indo à cidade natal do conselheiro de Dilma e Lula para entrevistar amigos da sua juventude, que o conheciam como João “Patinhas”, um apelido que faz referência a um personagem de desenho animado, o rico tio Patinhas,  dado pela forma como Santana administrava meticulosamente o dinheiro do grêmio estudantil. Alguns anos depois, Santana formou com dois amigos um grupo musical chamado Bendegó, onde era letrista, e chegou a ter algum sucesso na carreira musical.

Sua carreira como jornalista também é abordada por Maklouf, que conta a história da mais famosa reportagem de Santana, pela revista IstoÉ: o furo da entrevista com Eriberto França, motorista de Ana Acioli, secretária de Collor, que comprovou a ligação de PC Farias com o ex-presidente.

Santana iniciou sua carreira no marketing político em 1994 com Duda Mendonça, que mais tarde foi condenado por participar do esquema do mensalão. O objetivo de Santana era simples: ganhar dinheiro, coisa que o jornalismo não lhe oferecia. Com o tempo mostrou seu talento na carreira e, em 2001, durante a campanha de Lula à presidência, se desligou de Mendonça e lançou carreira solo.

Promoção!

Ficou com vontade de ler o livro? O Opinião e Notícia vai presentear um leitor com um exemplar de “João Santana: um marqueteiro no poder”. Para participar do sorteio, basta comentar esta resenha no nosso site. O melhor comentário será selecionado pela equipe do Opinião e Notícia. Leia aqui o regulamento da promoção.

8 Opiniões

  1. Vitafer disse:

    Que lixo revoltante!

  2. vincius disse:

    O que não seria dos políticos sem seus homens de guerra. Maquiavel já concordava que para o político conquistar o poder precisara de sabedoria e sorte. Outrora se o político não tivesse sabedoria suficientemente, teria que ter um homem de confiança. O fato de haver um marqueteiro nas campanhas remete o fato de um homem conhecer as emoções ocultas, e ser a confiança do político. Isso é que é o mistério das campanhas!

  3. willaim disse:

    Nos bastidores de uma campanha eleitoral se vende mascaras e se constrói verdades. Saber discernir é papel do eleitor!

  4. Áureo Ramos de Souza disse:

    Marqueteiro para mim é um ladrão mais sofisticado que os próprios políticos, inteligente, audaz, sínico e cara de pau.

  5. Lucia disse:

    Uma pessoa que ajuda um governo a mentir para a população, enganar todo um povo enquanto o país inteiro vai para o fundo do poço… e vocês têm a coragem de dizer que vão dar de presente um livro sobre ele? Isso não é presente, é uma afronta. O nome do livro deveria ser: ” O marqueteiro que destruiu o país”. Joga fora essa porcaria.

  6. DJALMA BENTES disse:

    Convenhamos: PRESENTEAR COM LIVROS, ALÉM DE GENTILEZA É UM ELOGIO ! Neste caso não é elogio e sim insulto. Não dá prá rir.

  7. DJALMA BENTES disse:

    Convenhamos. Esse cidadão CONSELHEIRO de Dilma, por tudo que é atribuído à ela, não serve de BOM EXEMPLO. Em alguns países certamente ele já teria, no mínimo, sido ouvido e ela já estaria em cana a muito tempo.

  8. GCRMarcia disse:

    Quem perde tempo com uma baboseira dessas ?
    Me admira o Opinião e Notícias dar importância a um lixo desse tipo de matéria !

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