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“Apostaram que eu renunciaria, o que não fiz”, disse Feliciano (Reprodução/Internet)
passagem conturbada

Marco Feliciano deixa a Comissão de Direitos Humanos

Em seu último dia como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano anunciou que pensa em concorrer ao Senado no ano que vem

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O pastor-deputado Marco Feliciano acaba de deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos. Em sua última sessão, realizada na última quarta-feira, 18, Feliciano disse considerar improvável seu retorno ao posto.

“Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Espero que o PT dê mais valor agora a essa comissão, que eles abandonaram. Essa comissão agora vai ser disputada. Colocamos os direitos humanos na pauta das pessoas. O Brasil viu isso”, disse o deputado, ressaltando ter certeza de que o PT não abrirá mão de presidir a comissão.

Feliciano afirmou não saber se no ano que vem haverá alguma comissão para o seu partido, o Partido Social Cristão (PSC), mas fez um balanço positivo de sua polêmica passagem pela comissão.

“Apostaram que eu renunciaria, o que não fiz. Fui alvo do ódio e da intolerância, fui atacado na minha igreja e dentro de um avião. Recebi vários processos. Comecei o ano como o inimigo público número um. E termino como um dos cem brasileiros mais influentes, segundo uma revista de circulação nacional”, disse Feliciano.

No ano que vem, Feliciano pensa em se candidatar ao Senado, mas só se o deputado Eduardo Suplicy (PT) for seu adversário. “Não sendo arrogante, sei que estou muito bem avaliado. O caminho natural seria buscar a reeleição. Não descarto o Senado, mas desde que meu concorrente seja apenas o Suplicy. Ele carrega um nome, ou a mulher dele, que os evangélicos não gostam”, disse o pastor.

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  1. Marcos Rodrigo Minharo disse:

    Um assunto leva a outro, tem muita coisa envolvida…