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Medindo a participação popular nos protestos de rua

Gráfico feito pela revista 'Economist' faz uma breve comparação do número de manifestantes presentes em diferentes protestos pelo mundo

Medindo a participação popular nos protestos de rua
A multidão que protestou no Egito, em junho de 2014, era sete vezes maior que a do Brasil, na época dos protestos que pararam o país (Reprodução/internet)

As manifestações populares estão em evidência. Nos últimos anos, a chamada voz do povo ecoou do Cairo, no Egito, até a praça Taksim, epicentro dos protestos na Turquia, passando pelas manifestações que mudaram o governo da Ucrânia. Mas como será possível medir o número de pessoas que participam desses protestos de rua?

Responder a essa questão com precisão é impossível. Governos, organizadores e imprensa sempre apresentam números diferentes. As disparidades entre as estimativas geram questionamentos interessantes sobre a diferença no número de participantes em cada protesto.

Por exemplo, muitas pessoas ficaram surpresas com as imagens de uma multidão protestando em Hong Kong, Contudo, o número de manifestantes presentes, estimado em 80.000, é apenas uma fração do número de pessoas, na semana passada, que se reuniram em Nova York, para protestar contra as mudanças climáticas.

Ainda segundo estimativas, a multidão que protestou no Egito, em junho de 2014, era sete vezes maior que o número de pessoas presentes nas manifestações do Brasil, em 2013. Embora seja difícil medir o tamanho exato de uma aglomeração, os celulares podem ser ótimos aliados. No futuro, nem a polícia, nem os manifestantes, nem a imprensa poderão transmitir esse dado com tamanha precisão.

Veja abaixo um gráfico feito pela revista Economist comparando o número de manifestantes presentes em diferentes protestos pelo mundo:

 

 

Fontes:
Economist-Comparing protests

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