Início » Brasil » Ministério da Saúde prevê aumento dos casos de chikungunya neste ano
DOENÇA INFECCIOSA FEBRIL

Ministério da Saúde prevê aumento dos casos de chikungunya neste ano

Já os casos de dengue e zika devem permanecer estáveis neste ano em relação a 2016

Ministério da Saúde prevê aumento dos casos de chikungunya neste ano
A febre chikungunya pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)

Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

Especialistas do Ministério da Saúde preveem que, enquanto os casos de dengue e zika devem se manter estáveis neste ano no país em relação a 2016, as infecções por chikungunya devem aumentar.

Leia também: Chikungunya já está presente em dois de cada cinco municípios brasileiros

De acordo com dados do Ministério da Saúde, foram registrados 1,4 milhão de casos de dengue em 2016 contra 1,4 milhão em 2015. Em relação ao zika vírus, foram registrados 211 mil casos prováveis no ano passado — os dados começaram a ser coletados somente no fim de 2015.

Já em relação à febre chikungunya, foram registrados 263 mil casos em 2016 contra 36 mil em 2015. O aumento foi de cerca de 620%.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, explica que “o mosquito pica alguém, recebe o vírus e passa para outra pessoa. Como cresceu o número de pessoas que têm [o vírus], entendemos que haverá uma ampliação [dos casos]”.

A febre chikungunya pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. Os casos suspeitos devem ser considerados para pacientes que apresentarem febre de início súbito maior que 38,5ºC, dor articular ou artrite intensa com início agudo e que tenham viajado recentemente a áreas mais atingidas pelo vírus.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde os sintomas podem surgir entre dois e dez dias após uma picada do mosquito. Além disso, os sintomas costumam ser mais intensos em crianças e idosos. Pessoas com doenças crônicas também têm mais chances de desenvolver formas graves de chikungunya.

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

1 Opinião

  1. Gustavo Woltmann disse:

    Que notícia triste, tinha expectativa de que pudesse ao menos ser controlado, mas pelo jeito ainda há muitos focos com água acumulada.

Sua Opinião

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *