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JUSTIÇA ELEITORAL

Ministra Rosa Weber é eleita presidente do TSE

Ministra do STF assume cargo a partir de agosto. Também ministro do STF, Luís Roberto Barroso será o vice-presidente do tribunal

Ministra Rosa Weber é eleita presidente do TSE
Rosa Weber recebeu seis dos sete votos possíveis (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)

A ministra Rosa Weber será a nova presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir do próximo mês de agosto. Acompanhando Weber, o ministro Luis Roberto Barroso será o vice-presidente do tribunal. A decisão foi tomada em votação ocorrida na última terça-feira, 19.

Dessa forma, a ministra vai presidir o TSE durante as eleições 2018, substituindo o ministro Luiz Fux, com o mandato indo até 25 de maio de 2020. “Eu sei da enorme responsabilidade que me aguarda neste ano de 2018, em que o país se encontra em meio a uma disputa tão acirrada, com tantas divisões”, celebrou Rosa Weber.

Rosa Weber, que chegou ao TSE em 2012 como integrante substituta, recebeu seis dos sete votos possíveis. Efetiva desde maio de 2016, a ministra é atual vice-presidente do tribunal, tendo assumido o cargo em fevereiro deste ano.

“Juízes, juízas, servidores, servidoras, cada um, isoladamente, no âmbito das suas atribuições, deve atuar de modo que a instituição possa cumprir seu relevantíssimo papel, que é o de fortalecimento e aperfeiçoamento da democracia em nosso país. E o TSE, na condição de órgão de cúpula da Justiça Eleitoral, sobrepaira a todos nós”, destacou a ministra.

Nascida em Porto Alegre (RS), Rosa Weber se formou, em 1971, em ciências jurídicas e sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Entre 1981 e 19991, a atual ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) atuou como juíza do Trabalho.

Mais tarde, trabalhou no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), entre 1991 e 2006, ano no qual chegou ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). Já no TST, Weber permaneceu até 2011, sendo então nomeada ministra do STF.

O TSE é formado por, pelo menos, sete ministros, sendo três do STF – um deles preside o tribunal -, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – um deles o corregedor-geral da Justiça Eleitoral – e dois juristas nomeados pelo presidente da República.

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1 Opinião

  1. Roberto disse:

    Mais leniência e “sensibilidade” em julgar……..

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