Coluna Esplanada

TAM negocia compra da TAP

Em grave crise financeira, a aérea de Portugal anunciou sua decisão de venda ano passado

Tratamento para Anorexia

Muitas ou poucas calorias, eis a questão!

Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva

Opinião

O IPTU é um imposto mal administrado pelos municípios

IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária

Tecnologia

A eternidade do livro impresso

Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores

Nesta Data

Mandela: primeiro presidente negro da África do Sul

Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994

Turismo

A Santorini dos apaixonados

Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*

Cinema

Trilogia 'Millenium' em todos os formatos

Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie

Opinião Pública

Leitor comenta conflitos no Oriente Médio

A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior

Desabamento no Rio

Obras deveriam ser fiscalizadas pela prefeitura

Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização

Economês

O mercado fala, mas o consumidor nem sempre ouve

Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos

Cinema

Estreias dos filmes da semana

Veja os trailers e as sinopses dos lançamentos nos cinemas

Crítica de Cinema

A Música Segundo Tom Jobim

Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem

Grita Brasil

Ai, ai se eu te pego!

Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!

Nota

Ainda Raposa Serra do Sol

8/04/2008 | Enviar | Imprimir | Comentários: 3 | A A A

Até o momento em que foi redigida esta nota, a situação na Reserva Indígena Raposa Serra do Sol era bastante tensa, havendo possibilidade de confronto entre a Polícia Federal — reforçada pela Força Nacional de Segurança –, arrozeiros e também entre índios a favor e contra a expulsão dos plantadores de arroz, instalados de há muito na dita reserva.

Estes fazem jus, indubitavelmente, ao usucapião, contra o esbulho das terras onde se estabeleceram. Convém lembrar que o Brasil votou, no ano passado, a favor da funesta Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, aprovada pela ONU. Ora, se tal absurda resolução não for rejeitada pelo Congresso, incorporar-se-á à Constituição, por força da Emenda Constitucional nº 45/2004, já insculpida no § 3º, do Art 5° da CF, a qual assevera, "ipsis verbis": "os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quartos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais". Assim, caso haja a aprovação pelo Congresso, nos termos antes citados, a secessão futura das "orelhas" de Roraima é certa, bastando que se leia, atentamente, as cláusulas da mencionada Declaração.

Uma legislação recém-incorporada à Lei Maior, que dá ensejo à amputação do território nacional, à luta fratricida e ao não cumprimento do interdito possessório do "uti possidetis" — inclusive invocado pelo Brasil, em seus contestados internacionais –,  afigura-se falsa e ilegal e conflita com os ditames dos artigos 1° e 4º, da mesma Lei Magna.

Caso haja uma indesejável luta entre irmãos, somente uma Força de Pacificação do glorioso Exército Brasileiro, que garanta a permanência dos arrozeiros como fator de nacionalização da imensa Reserva, poria fim ao conflito. As lições do Duque de Caxias, o Pacificador, encontram-se nos anais de nossa História.

Compartilhe

 

Sua Opinião

Nome (obrigatório)

E-mail (obrigatório)

Estado

Cidade

Todas as Opiniões

3 opiniões para o artigo: Ainda Raposa Serra do Sol

Gravatar
Opinião de João
Na data: 13 de maio de 2008 as 12:03

um artigo como esse só poderia ter partido mesmo de um militar, pois militares mesmo que estudem bastante sempre serão militares, bitolado e com a velha paranóia de ameaça a soberania. Não se esqueça caro coronel que foram os militares que "EXTRAGERIZARAM O BRASIL", foram os militares que propagaram o falso milagre econômico usando o capital norte-americano e de outros países. O senhor pode até ser um historiador, mas ainda não deixou de ser um militar.
Deve sentir muita saudade do matador de índios o general General Custer.
AH!! ante que eu me esqueça, o usucapiaõ não cabe em terras indígenas, pois os direitos sobre elas são imprescritíveis (art. 231, cf,) talvez se o senhor um dia ler a carta magna a partir desse artigo quem sabe não deixe de ser um militar e passe a ser um detentor de conhecimento intelectual, um verdadeiro historiador.

* estudante de direito UESPI

Gravatar
Opinião de Manoel Soriano neto
Na data: 9 de abril de 2008 as 10:32

Concordo, plenamente, com o meu amigo Dr Edvaldo. Os militares não são covardes, até por que são herdeiros das honrosas tradições de inúmeros heróis de nosso glorioso passasdo castrense. Tenhamos plena convicção de que eles, como sempre fizeram, saberão defender a Pátria amada, mesmo com o sacrifício da própria vida – como juraram, em um dia de suas existências, perante a Bandeira Nacional. Os militares não permitirão que a integridade territorial brasileira seja lesionada! A propósito, causou excelente impreessão a recente entrevista do Comandante Militar da Amazônia, General Heleno, concedida a uma emissora de televisão, merecendo especial destaque, as acerbas críticas que aquela autoridade militar teceu à absurda "Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas", aprovada, em Set 2007, pela ONU, com o inexplicável voto do Brasil. Destarte, em vista das cláusulas deste Protocolo, as "orelhas" de Roraima poderão se tranformar em "Nações Indígenas", sendo o primeiro passo, para tal, a injustíssima expulsão dos arrozeiros – que resistirão a isso! – da Reserva Raposa Serra do Sol.
Agradeço ao autor, pela citação de meu trabalho, assim como ao "Opinião e Notícia" que vem, com inexcedíveis profissionalismo e competência, analisando os principais problemas nacionais e internacionais.
Por derradeiro,corroborando as opiniôes do Dr Edvaldo, exaradas na matéria em comento, gostaria de lembrar das palavras do inesquecível sociólogo Gilberto Freyre, a respeito do glorioso e invicto Exército Brasileiro: "O Exército é a mais lídima e representaativa das Instituições nacionais: ele é o verdadeiro índice do povo brasileiro".
BRASIL ACIMA DE TUDO! A AMAZÔNIA É NOSSA! SELVA!
Cel Manoel Soriano Neto – Historiador Militar.

Gravatar
Opinião de EDVALDOTAVARES
Na data: 8 de abril de 2008 as 22:20

ACREDITAMOS QUE OS GENERAIS QUE COMANDAM O EXÉRCITO BRASILEIRO NÃO SÃO COVARDES. A História do Brasil é rica em ações pacificadoras; momentos críticos expunham a nação ao perigo, as decisões soberanas foram tomadas e a atitude militar firme garantiu a soberania e integridade territorial brasileira. A Força Armada Terrestre sempre atuou no memento oportuno, nunca deixando de cumprir a sua missão constitucional. Mais uma vez está sendo chamada, o dever capitulado na Carta Magna, não permite a covardia ou a omissão, o povo brasileiro esperançoso espera o oportuno atendimento do chamado e a missão jamais deixará de ser cumprida. Os comandantes do Exército Brasileiro sabem que a defesa da nação – militares assim juram perante a Bandeira Nacional – implica no sacrifício da própria vida. Portanto, mentes intranqüilas assosseguem, nossos generais, são estrategistas, e atuarão no momento oportuno para defesa do Brasil e da manutenção da permanência do território brasileiro em toda plenitude. Este artigo do coronel Soriano Neto alerta a todos sobre os perigos que historicamente ameaçam o Brasil. O texto do meu brilhante amigo, competente historiador militar, chama, de perto, a atenção para a ameaça que vimos há tempo mencionando no O&N e que atualmente os jornais televisivos vêm publicando e se intensificou com os riscos prementes. Aquietem-se brasileiros angustiados <OS COMANDANTES DO GLORIOSO EXÉRCITO BRASILEIRO NÃO SÃO COVARDES>. BRASIL ACIMA DE TUDO. SELVA! EDVALDOTAVARES. MÉDICO. BRASÍLIA/DF.