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Direitos indígenas

Declaração Universal causará prejuízos ao Brasil

| 13/02/2008 | Enviar | Imprimir | Comentários: 9 | A A A |
(Artigo sem Avaliação)
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As discussões sobre os direitos dos povos indígenas têm adquirido força nas últimas décadas. Sob intensos debates, nos fóruns internacionais, tem sido realçada a necessidade de um sistema de normas que permeie as relações entre os Estados nacionais e os povos indígenas. O resultado dessas discussões implicará em mudança nas legislações de cada país.

A aceitação de novos preceitos de proteção aos direitos humanos, inicialmente dirigidos ao indivíduo, passou, gradativamente, a abranger os grupos e ao reconhecimento dos direitos coletivos. A compreensão referente aos povos indígenas não fica restrita a tribos, nações ou sociedades oriundas das Américas, é estendida as comunidades aborígines australianas e da Nova Zelândia, abrangendo os povos tribais do sul do continente asiático.

O ano de 1993 foi declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional dos Povos Indígenas, quando foi elaborada a "Minuta de Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas", considerada bastante satisfatória. Diante de tal conquista o Grupo de Trabalho sobre Populações Indígenas da Subcomissão para a Prevenção da Discriminação e Proteção das Minorias da ONU avançou um pouco mais, propondo o projeto da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas.

Alguns governos de imediato manifestaram resistência dando claros sinais de oposição à aprovação a tal projeto, apesar do reconhecimento das comunidades mundiais de que os povos indígenas deveriam ser abrangidos pelo Direito Internacional. As pressões exercidas pelos povos e organizações indígenas, ampliaram a já crescente preocupação de proteção a ser exercida pelo organismo internacional, ONU.

Fica difícil de compreender que mesmo antes da aprovação da Declaração pela Assembléia Geral da ONU, a mesma já sofria violentas críticas do Brasil. Os representantes brasileiros naquela organização ofereceram freqüentes resistências às diversas inserções feitas no texto. A oposição do Brasil era intensa a tal ponto que passou a liderar o grupo de países opositores às novidades dos direitos indígenas no âmbito internacional fechando a questão por se tratar de assunto interno, sem admissão de mais conversa.

No cenário da política mundial atual, em que questionamentos sobre a integridade territorial e a soberania dos Estados nacionais estão postas em xeque-mate, os direitos dos povos indígenas estão adquirindo maior importância na ótica jurídica internacional.

Uma análise das questões que envolvem os povos indígenas demonstra tratar-se de discussões delicadas envolvendo situações de extrema complexidade. Há necessidade de ampla divulgação e discussões nos veículos de comunicações que permitam a população brasileira ter conhecimento mais detalhado das implicações decorrentes da aprovação do tema no Congresso Nacional brasileiro.

Em 13 de setembro de 2007 a Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas foi aprovada na Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas conferindo proteção internacional para mais de 370 milhões de indígenas do mundo todo. A ONU, amparada nesta decisão, recomenda que as nações do mundo respeitem as formas políticas, sociais e jurídicas de cada povo, estabelecidas no documento que permite autogovernar-se e a livre determinação dos povos.

O instrumento foi aprovado com 143 países que votaram a favor, havendo 11 abstenções e quatro contra – Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália. Colômbia foi o único país ibero-americano que não votou a favor, se abstendo. O Brasil, que fora o tempo todo opositor, votou a favor. De acordo com a Declaração, no qual o direito a terra é um dos pontos mais importantes, ação alguma pode ocorrer em terras indígenas sem consentimento prévio e informado dos povos, sendo vedada operações com fins militares nem para o depósito de resíduos tóxicos – esta mais utilizada nos países ricos.

Para o Brasil esta exigência constante no documento, insinua-se para uma vulnerabilidade extremamente delicada, uma vez que a demarcação de terras indígenas que assumiram o estágio de reservas indígenas – Reserva Indígena Ianomâmi (RII) e Reserva Indígena Raposa Serra do Sol (RIRSS) -, representando a última posição para transformação em nações indígenas, se estende até as linhas de fronteira, abundantes em riquezas minerais, que são representadas pelas serras Parimã, Pacaraima e Araí, sendo que nesta se encontram o Monte Roraima (2.875m) e o ponto mais setentrional do Brasil, Monte Caburaí (1456m). A impossibilidade de instalação de destacamentos militares (PEF – Pelotões Especiais de Fronteira) para guarnecimento da segurança, vigilância e integridade territorial, facilita a invasão, tráfico de drogas e todo o tipo de delito além de proporcionar condições para o desmembramento. É bom que seja lembrado que todo o norte de Roraima onde estão as duas reservas indígenas (RII e RIRSS) já foi território disputado entre Brasil e Venezuela.

 

A interferência americana e a submissão brasileira

No transcorrer do ano de 1990, durante o governo de Fernando Collor de Mello, foi adotada uma política de neoliberalismo, quando a Amazônia deixou de ter a prioridade que era mantida nos governos militares, desde a década de 1970. Essa falta de atenção persiste até os dias de hoje, como pode ser comprovada pela falta da presença do governo federal e a adoção de políticas desatentas em relação à região, nos governos federais das últimas décadas.

Ainda, em 1990, o presidente americano, George Bush, o pai do atual, por carta endereçada ao presidente do Brasil, exigiu a demarcação da área dos índios Ianomâmis, assim como, fosse tapado o poço destinado a futuras experiências nucleares na Serra do Cachimbo. Esse buraco que era destinado ao começo das experiências nucleares subterrâneas, em cumprimento ao Projeto Nuclear Brasileiro, já existia desde o início do governo de José Sarney, ou melhor, desde os governos militares. Consta que este presidente, Sarney, foi quem mandou tapá-lo e que Collor de Mello apenas fez a publicidade como o tapa-buraco, com foto e tudo, nos veículos de comunicação. Como resultado dessas intromissões americanas, em 1991, baseado na Portaria 580 de 15 de novembro do mesmo ano, do então Ministro da Justiça Jarbas Passarinho, a despeito das opiniões do Conselho de Segurança Nacional, dos Ministros Militares e dos Governos da Região Amazônica, Collor criou a área destinada aos indígenas Ianomâmis.

 

O falso que passou a ser aceito como verdadeiro

Para o médico, pesquisador e escritor, Rui Nogueira, há uma farsa sustentada, como ele próprio denomina, de "rótulo Ianomâmi". O Dr. Rui faz questão de frisar que "existem em Roraima pequenos grupos remanescentes de índios de várias tribos com línguas, costumes, aspectos físicos diferentes que, por motivos inconfessáveis, estão relacionados sob o mesmo rótulo de "Ianomâmi". Ampara a sua afirmativa no livro "A Farsa Ianomâmi" de autoria do Coronel Menna Barreto, resultado de muitos anos de experiência do militar na Amazônia e em Roraima. Menciona ainda que, no livro "Índios do Brasil" de autoria do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon não há qualquer menção aos índios Ianomâmis. Rui Nogueira esclarece que durante a realização da Eco-92, na II Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, das Nações Unidas, em 1992, no Rio de Janeiro, o Presidente Collor sucumbiu aos interesses internacionais, inclusive às pressões de senadores americanos, a despeito da Carta Magna do BRASIL de 1988, das leis das fronteiras e demais orientações, destinando uma área que hoje equivale a 96.649Km2 – maior do que o Estado de Santa Catarina (95.443Km2) e pouco menor do que Pernambuco (98.938Km2), onde cabem folgadamente os seguintes países da Europa: Dinamarca (43.092Km2) + Holanda (33.936Km2) + Eslovênia (20.251Km2) + Andorra (467Km2) + Liechtenstein (160Km2) + Malta (316Km2) + Mônaco (1,81Km2) e ainda sobram 714,19Km2 – no chifre ou orelha esquerda do Estado de Roraima, fronteira com a Venezuela, à essa tribo fantasma denominada Ianomâmi, constituída de menos de 5.000 índios.

 

Como fazer um país diminuir de tamanho

Por determinação expressa do Grande Oriente do Brasil, foi efetuado um estudo denominado "Amazônia, Soberania Nacional" durante os anos de 2006 e 2007, elaborados por Grupos de Trabalho formados por Irmãos da Loja Maçônica Dous de Dezembro. Em 28 de setembro de 2006 foi apresentado o relatório e em 22 de novembro de 2007 foi apresentado um relatório complementar.

Nos relatórios é realçada a necessidade da tomada de "Ações Concretas" por parte do governo brasileiro. Há chamada de atenção para a gravidade da situação visando alertar que o Brasil se encontra em imenso perigo de perder parte do seu território. Alerta ainda o documento, sobre a urgência da tomada de consciência e mobilização da sociedade brasileira, uma vez que a mesma é sempre mantida desinformada e quando recebe alguma informação é deturpada.

Para a Maçonaria não resta nem um pingo de dúvida, a guerra contra o Brasil vem ocorrendo há anos, com o emprego de estratégias assimétricas, dissimuladas nas táticas preconizadas, mais eficientes, sem riscos de perdas de vida – como não ocorre na convencional -, da moderníssima ou ressuscitada guerra de quarta geração.

As Organizações Não-Governamentais (ONGs), alicerçadas em abundância de recursos financeiros externos, vêm obtendo francas vitórias diante da ineficiência, omissão e cumplicidade de traidores do governo e colaboracionistas. O golpe contra o Brasil se desenrola no campo virtual, desdobrado de maneira ampla, cujo passo inicial consiste em reservar para número pequeno de indígenas extensas áreas territoriais contínuas nas faixas de fronteiras ricas em jazidas minerais, inclusive os estratégicos, para no seguinte demarcar. Enquanto isso, nos organismos internacionais se processava a mudança da denominação internacional de tribos para povos e nações, a revelia da existência de pequeno ou grande número de indígenas ou de jamais terem ocupado as terras em questão.

Dessa maneira foram criadas as condições para a desapropriação de terras e despejo de brasileiros, para que as mesmas sejam desmembradas do Brasil. Tudo debaixo do nariz da população, com participação ativa do governo brasileiro, dos políticos corruptos, do STF (Supremo Tribunal Federal), de órgãos administrativos, do dinheiro dos contribuintes, e da inocência do povo brasileiro.

Cabe aqui ser registrada a espantosa conquista dos inimigos do Brasil contra o povo brasileiro. Esta se deu na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de 07 de junho de 1989 denominada de "Convenção Relativa aos Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes", que passou a vigorar a partir de 05 de setembro de 1991. O texto foi redigido de forma a abordar o assunto "terras" nos artigos de 13 a 18 além de outros na Convenção, extrapolando os assuntos referentes ao trabalho. O mais espantoso disso tudo é que o governo brasileiro passivamente aceitou essas condições objetivas para o estabelecimento de instrumento legal que facilite a futura perda de parcela do território brasileiro. E, como um obediente cordeirinho o "Congresso Nacional" mansamente aprovou essa nefasta Convenção, sem esboçar um mínimo repúdio aos artigos que poderão ser evocados para a retirada de um grande naco de terra do Brasil. Haja tanta incompetência neste país.

 

O possível despejo do povo brasileiro –190 milhões

Com a aprovação da "Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas", pela ONU, em 14 de setembro de 2007, com o voto favorável dos delegados brasileiros, a situação contra o BRASIL ficou mais dramática.

Os grupos de Trabalho da Loja Maçônica Dous de Dezembro, durante as pesquisas realizadas, detectaram que foram concedidos direitos ilimitados aos silvícolas e apenas obrigações para o Estado brasileiro. Foram registrados nos documentos da ONU tudo o que vai a seguir:

- os indígenas terão livres "estruturas políticas, econômicas e sociais, especialmente seus direitos a terras, territórios e recursos";

- o Estado reconhece, "a necessidade da desmilitarização das terras e territórios das terras e territórios dos povos indígenas";

- os "indígenas têm o direito de determinar livremente suas relações com os Estados nos quais vivem…";

- os indígenas "têm o direito à autodeterminação, de acordo com a lei internacional. Em virtude deste direito, eles determinam livremente sua relação com os Estados nos quais vivem";

- os indígenas têm "o direito a auto-identificação";

- os indígenas têm o direito coletivo e individual de indenização por "perda de suas terras, territórios ou recursos";

- os indígenas têm o direito coletivo e individual de indenização por "qualquer propaganda dirigida contra eles";

-os indígenas têm "o direito coletivo e individual de possuir, controlar e usar as terras e territórios que eles têm ocupado tradicionalmente ou usado de outra maneira. Isto Inclui o direito ao pleno reconhecimento de suas próprias leis";

- os indígenas "têm o direito à restituição, e na medida em que isso não seja possível, a uma justa ou eqüitativa compensação pelas terras e territórios que hajam sido confiscados, ocupados, usados ou sofrido danos, sem seu livre e informado consentimento";

- do ponto de vista da segurança do Estado, "os índios têm o direito de não concordar e de vetar 'as atividades militares' e depósito ou armazenamento de materiais em suas terras";

- os índios têm o direito "de ter seu caráter específico devidamente refletido no sistema legal e nas instituições políticas, socioeconômicas e culturais, incluindo, em particular, uma adequada consideração e reconhecimento das leis e costumes indígenas";

E, por aí vai seguindo uma série de artigos e parágrafos de interesses diretos aos povos indígenas.

 

O descaso do governo e representantes brasileiros na ONU para com o o povo do Brasil

O Brasil está entregue as baratas, os governos das duas últimas décadas têm traído o povo brasileiro. As políticas demagógicas populistas têm proporcionado imensos prejuízos ao país. O abandono do povo brasileiro ao "Deus dará" chegou ao ponto de representantes do governo aprovar documento no organismo máximo internacional, ONU, que pode culminar com o despejo de toda a população brasileira. – Como pode ser denominada tal atitude? Descaso; omissão; ignorância; burrice; corrupção levada ao extremo; ou, pode ser classificada de uma forma mais rigorosa cujo enquadramento se encontra no Código Penal Militar – "traição".

Para que não haja sofrimento da verdade, não há como despejar 190 milhões de pessoas de um território gigantesco de 8,5 milhões de quilômetros quadrados chamado Brasil. Porém, foram concedidos documentos capitulados, através da aceitação, por parte do governo do Brasil para que isso ocorra. Baseados na "Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas", os indígenas brasileiros poderão recorrer à ONU e demais tribunais internacionais, para serem ressarcidos com vultosas indenizações pela usurpação exercida pelo povo brasileiro das suas terras herdadas de seus antepassados, que já eram os verdadeiros donos, desde antes de Pedro Álvares Cabral aportar na baía de Santa Cruz Cabrália, Bahia, em 22 de abril de 1500.

 

A derradeira esperança que está no Congresso Nacional

Ainda há tempo para reverter toda essa burrice ou traição. Todos os brasileiros têm que pressionar os congressistas para que votem contra a "Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas que foi aprovada pela ONU. Cada brasileiro tem que remeter mensagem ao seu deputado federal e senador manifestando o repúdio a essa Declaração. Isto não quer dizer que o brasileiro seja contra os silvícolas terem direitos, mas sim, que é a favor de os mesmos não sejam causas de prejuízos irreversíveis ao povo brasileiro e ao Brasil. A palavra de ordem é não à "Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas".

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9 opiniões para o artigo: Declaração Universal causará prejuízos ao Brasil

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Opinião de Vera Lúcia
Na data: 13 de novembro de 2008 as 21:58

NÃO à Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas

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Opinião de Alcir Souza
Na data: 30 de maio de 2008 as 14:34

Os Bola-da-Vez !

Desde o principio, a relação entre o homem branco que chegou ao novo mundo e os povos que aqui já se encontravam desde tempos imemoriais estava fadada para o desastre e para a morte; tudo começou, com a fraudulento desrespeito de se rotular os habitantes das novas terras indiscriminadamente de “índios” e também em suas referências a ignóbil e auto concedida “descoberta”(como se descobre algo que não estava escondido ou perdido e já possuía habitantes ?) ; que por ser mais uma farsa semântica é facilmente desmascarada bastando apenas lembrar da passagem anterior a este pseudo titulo de posse quando da vinda as terras das hoje três Américas por povos: que tiveram inicio com a travessia efetuada pelos homens de Neanderthal, Cro-Magnon e Homo-Sapiens que povoaram as terras após a era glacial que aqui os trouxe ( na história da espécie alguém sempre se dá mal; neste caso foi o Homem de Neanderthal que foi extinto ou teve de permitir ser absorvido pelos outros grupos mais belicosos e traiçoeiros na tentativa de evitar a extinção); para então considerarmos as vindas dos Fenícios e dos Vikings para por a baixo a farsa da “descoberta” , palavra que criou um conceito, cujo único propósito é o de dar legitimidade as chacinas e a pilhagem levadas a cabo pelos falsos descobridores e seus prepostos até os dias de hoje
Enquanto eram recebidos pelos “SILVICOLAS” com respeito, consideração e amizade tinham os mal cheirosos recém chegados em suas intenções a dubiedade dos gananciosos e dos covardes, pois cobiçavam tudo o que viam e tocavam de forma tão vil que se perpetuou até os dias em que vivemos; as doenças e a destruição dos recursos de primeira vista foram os primeiros legados, seguidos pela desconfiança e pelo ódio que passaram a causar aos verdadeiros proprietários da terra . Civilizações foram dizimadas; Toltecas. Zapotecas, Astecas , Maias, Incas, dentre outras que deixaram de existir graças a sanha assassina dos invasores , tribos foram escravizadas e mortas por recusarem-se a aceitar o domínio e a servidão; as confederações Tamoios, Tupinambás ,Tupis além das que se rebelaram na Amazônia e foram destruídas e reduzidas a meros grupelhos escondidas e exiladas em suas próprias terras; sem esquecer dos donos das terras do Norte que foram dizimados e manipulados até o século XX com a motivação exclusiva pela ganância e crueldade dos chamados homens brancos; todas as tribos dos USA foram vitimas da vileza dos invasores, várias foram dizimadas até o ultimo homem, mulher e criança como : os Seminoles, Mohicanos, Apaches, Chiricauas , Crows, Karankawas dentre tantos outros que deixaram de existir como nação, apenas por terem aquilo que o colonizador assassino desejava e que sendo um genocida sem escrúpulos tudo faria para possuir sem medir as conseqüências de suas ações .
Tentativas de resistência e de luta para impedir o fim trágico que se aproximava, foram levadas a cabo em períodos e locais isolados ; Tamoios , Tupinambás e as confederações Amazônicas no Sul enquanto no norte as Tribos deixavam suas marcas nas cabeças dos que contra eles combatiam; porém, como a história é escrita pelos vitoriosos, estas tentativas de auto preservação foram transformadas em atos de crueldade e selvageria levados a cabo por selvagens sanguinários,covardes e assassinos; o que ficou esquecido, foi a crueldade com que os homens brancos sábios e tementes a Deus, faziam com as mulheres e crianças indefesas e com os guerreiros vencidos em combates entre forças desiguais ; apenas nos lembramos do suposto massacre da sétima cavalaria do megalômano George Armstrong Custer e de seus estupradores e genocidas, que em grande número ao se verem cercados pela arrogante incompetência de seu comandante ,pela inteligência de Touro Sentado e pela bravura de seus guerreiros Siuxes cometeram o ato dos covardes : o suicídio; razão pela qual muitos permaneceram com seus escalpos pois não existe honra no escalpo de um covarde.
A história das Américas esta carregada de mentiras, de massacres, de atos de genocídio e baixeza tal , que muitas vezes me recuso à acreditar que sou parte da mesma civilização que os perpetrou, uma sociedade que leva sua existência a fingir que tais atos jamais aconteceram;não posso me furtar a falar sobre os massacres perpetrados contra as tribos Waimiri-Atroari que durante a construção da BR-0174 (Manaus _ Boa Vista)foram atacados com dinamite lançada de aviões e também envenenados com arsênico, dos Pataxós na Bahia, dos Beiços-de-Pau dentre tantas outras tribos dizimadas a bala e também, não poderia deixar de lembrar dos cobertores oriundos das colônias de tuberculosos e de leprosos , que a FAB (Força Aérea Brasileira) levava e “doava” aos índios além de brinquedos infectados com a varíola que eram simplesmente atirados na selva por aviões para que fossem encontrados pelas crianças e levados para as aldeias, ação extremamente efetiva,pois por não possuírem defesas imunológicas contra uma simples gripe morriam as centenas e aos milhares desde que se deu inicio a aproximação e a conseqüente descoberta de minerais preciosos em suas terras como, o ouro,a cassiterita e os diamantes além das madeiras nobres que se transformam ao serem descobertos em terras dos índios em justificativas inquestionáveis para que se dêem inicio aos massacres.( O Marechal Candido Mariano Rondon.que era descendente dos Terenas e os irmãos Vilas Boas são exemplos que jamais foram seguidos pelos encarregados das políticas indigianistas e de proteger os recursos humanos, minerais e biológicos do Brasil)
Os conquistadores espanhóis que destruíram civilizações pelo ouro e os bandeirantes que abriram o caminho para a ganância desmedida pelas esmeraldas foram os disseminadores dos conceitos de vale-tudo entre os brancos e os silvícolas, pois trouxeram a tona o que existe de pior entre a espécie e criaram a ausência de regras nas relações de garimpo que até hoje perduram nas relações do homem com aquele mesmo diamante que no século passado, levou a desgraça paises como a África do Sul, que manteve um sistema de governo desprezível e abjeto apoiado única e exclusivamente pela ganância gerada pelo controle das minas de diamantes; sem esquecer também do Congo Belga e de outras nações africanas que foram dizimadas pela cobiça dos De Boers e outros nomes de origem judaica que tem em sua história a marca do sangue e da ignomínia marcados pelo metal mais duro e precioso que existe .(raridade artificial,provocada pelo controle das jazidas levados a cabo principalmente pela famiglia De Bôer)
Atualmente os Cintas-Largas são as mais recentes vitimas da selvageria motivada pelo desejo e cobiça pela da pedra de fogo e morte; tendo sido descoberta (?) em suas terras a possivelmente maior jazida de diamantes do hemisfério, foram os referidos silvícolas, condenados a extinção pela segunda vez; visto que o que resta de Cintas-Largas hoje são os sobreviveram ao massacre do paralelo 11, sendo sobreviventes da maior chacina promovida pela ganância no século passado durante o nefasto período ditatorial em território brasileiro e levada a cabo por seringueiros, empresários e garimpeiros com a conivência do então Serviço de Proteção ao Índio(SPI) sob a direção do Major da Aeronáutica Luis Vinhas Neves ; eles desta forma são sabedores do que lhes reserva o futuro e assim, conseqüentemente, preparam-se para lutar até a morte por suas terras e por seu patrimônio cobiçado por todos.
Os garimpeiros, que agora são chamados de vitimas, (tudo de novo) não devemos esquecer, invadiram as terras da reserva Roosevelt e lá encontraram seu fim, não foram assassinados ou chacinados em terras publicas e sim em terras de propriedade demarcada para os silvícolas da tribo em questão; invasores e sabe-se lá o que mais, pois sabemos todos, que garimpeiros não são indivíduos pios,castos e de índole inquebrantável em defesa dos valores morais e éticos que deveriam nortear a civilização: são em sua grande maioria desclassificados, matadores de aluguel , bêbados e estupradores que além de disseminar doenças entre os silvícolas são contrabandistas das riquezas nacionais, de armas e de drogas; crimes imputados a eles e aos seus lideres, como o coronel Sebastião Curió de Serra Pelada dentre outros .
O governador Ivo Cassol de Roraima, dentre outras “brilhantes” conjecturas prega a presença da Caixa Econômica Federal, na compra dos diamantes extraídos para garantir que a nação,o estado e o município recebam o seu quinhão no saque das terras e das riquezas nelas contidas dentro da reserva de propriedade dos Cintas-Largas. E aqui, para eximir-me da canalha pergunto: já que a CEF é a garantia da lisura na distribuição do butim , onde está o ouro comprado apenas pela Caixa no garimpo de Serra Pelada ?
Chega de mentiras, parem com a farsa, os Bola-da-Vez(digo) Cintas-Largas tem as riquezas e os brancos as querem é simples e obvio ; eles obterão o que querem em detrimento dos silvícolas, que mais uma vez, irão perder além de tudo o que têm(restou) perderão também suas vidas e serão apontados pela história canalha dos vencedores genocidas como os únicos culpados por seu próprio extermínio.
Nada Muda quando não se tem caráter !
Alcir Jose Trigo de Souza

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Opinião de EDVALDOTAVARES
Na data: 15 de fevereiro de 2008 as 21:49

ALGUNS E-MAILS DE CONGRESSISTAS. Os verdadeiros brasileiros têm que pressionar os Senadores e Deputados Federais para que não aprovem a "Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas". Enviem para esses congresistas a palavra de ordem do povo brasileiro. Enviem o <NÃO>. Senado Federal: <espelhosen@senado.gov.br>. Senadores: <agripino@senador.gov.br>; <alvarodias@senado.gov.br>; <arthur.virgilio@senador.gov.br>; <cristovam@senado.gov.br>; <demostenes.torres@senador.gov.br>; <jefperes@senador.gov.br>; <jorgebornhausen@senador.gov.br>; <magnomalta@senador.gov.br>; <mercadante@senador.gov.br>; <osmardias@senador.gov.br>; <pedrosim@senador.senado.gov.br>; <renan.calheiros@senador.gov.br>; <rfreire@senado.gov.br>; <tasso.jereissati@senador.gov.br>; <heraclito.fortes@senador.gov.br>. Deputados Federais: <dep.arlindochinaglia@camara.gov.br>; <dep.gustavofruet@camara.gov.br>. "BRASIL ACIMA DE TUDO. SELVA!" EDVALDOTAVARES. MÉDICO. BRASÍLIA/DF.

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Opinião de Henrique
Na data: 15 de fevereiro de 2008 as 12:49

O pior de tudo é que não vemos nossos ministros militares se posicionarem pra nada em Brasília. Será que a "mordomia" recebida na capital é tanta que faz com que estes cidadãos se esqueçam da tropa e, principalmente, do patriotismo à nossa nação??

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Opinião de manoel soriano mneto
Na data: 14 de fevereiro de 2008 as 20:13

Comentários acerca do artigo "Declaração Universal causará pejuízos ao Brasil!", de autoria do Ten Cel Médico do Exército, Dr Edvaldo Tavares

O artigo em epígrafe é, sem qualquer dúvida,o que mais, nos dias de hoje, minuciosa e pertinentemente, aborda o gravíssimo problema para o nosso País, da aprovação, pela ONU, em setenmbro do ano transato, da "Declaração Universal dos Direitos Indígenas". O autor elabora uma percuciente recorrência histórica, trazendo a lume o aspecto quiçá mais dramático da questão, qual seja, a mudança de orientação político-diplomática do Brasil que foi contrário, desde sempre, aos "direitos" dos silvícolas que implicassem em atentados à nossa Soberania, orientação que se modificou, radicalmente, nos últimos anos; fizemos coro com todos os países ibero-americanos, à exceção da Colômbia que se absteve quanto à votação da Declaração, referendada por 143 países, com o voto contrário apenas de quatro: EUA, Canadá, Nova Zelândia e Austrália, como nos dá conta o autor. Ressalte-se por relevante, no primoroso trabalho, o qual, por certo, requereu profunda e competente pesquisa, que tal intento da ONU, ora concretizado, não é de hoje, eis que ele é tenazmente perseguido de há muito, sendo certo que no ano de 1993, foi exarada a minuta da Declaração em comento e que, em 1991, foi criada a descomunal Reserva Indígena Ianomami, fato muito bem explicado pelo autor. Ora: com a criação de outra colossal Reserva – a "Raposa Serra do Sol", no "chifre ou orelha" de Leste de Roraima, dois enclaves poderão se estabelecer naquele estado, com o surgimento de "nações indígenas", bastando que se leia, com acurácia, algumas das cláusulas da sempre citada Declaração Universal, que o Dr Edvaldo elencou, ao final de sua bela explanação a respeito do grave problema que assola, atualmente a nossa Pátria. "Os direitos ilimitados aos silvícolas e apenas OBRIGAÇÕES (DIREITOS) ao Estado Brasileiro", como clama, veementemente, o patriota que vem alertando, iterativamente, o Brasil, por meio dessa tribuna que é OPINIÃO E NOTÍCIA, evidenciam, sim, o "descaso e a traição" de nossos governantes e elites dirigentes, aos quais falta o devido amor à Pátria onde nasceram. Assinaria embaixo do artigo de meu amigo Edfvaldo Tavares, comungando dos mesmos sentimentos civicos que ele brilhantemente soube expender. Que encetemos uma campanha, junto a nossos Paralamentares, para que rejeitem essa excrescência que é a infeliz Declaração.
Parabéns, prezado Edvaldo! Que o amigo continue, como um verdadeiro militante/ativista da causa amazônica, neese apostolado cívico, junto com a Maçonaria, tão bem lembrada, à qual eu acrescentaria a Liga da Defesa Nacional, da qual sou Conselheiro.
BRASIL ACIMA DE TUDO! SELVA!!
Manoel Soriano Neto- Coronel de Infantaria e Estado-Maior, Reformado, do Exército Brasileiro.

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Opinião de Markut
Na data: 14 de fevereiro de 2008 as 17:39

Proponho que enviemos uma chuva de e mail aos nossos "soi disant" representantes, EXIGINDO atitudes consentâneas com a gravidade do problema.
Os endereços eletrônicos estão aí à nossa disposição.
Alguem lerá essas mensagens e ,de alguma forma, acabará chegando aos castos ouvidos do legislativo, para configurar, com a máxima clareza possivel, o grau de indignação que nos acomete, assistindo a todas as patifarias que o poder constituido está cometendo, revelando-se francamente irresponsavel, debochado , impune e corrupto. Aliás, penso que a raiz disso tudo está na nossa histórica cultura de impunidade e corporativismo, lastreada na desinformação e anestesia da massa eleitora.

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Opinião de Otávio Peixoto de Melo
Na data: 14 de fevereiro de 2008 as 14:34

Sou contra à "Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas".

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Opinião de Henrique
Na data: 14 de fevereiro de 2008 as 12:56

Esta farça orquestrada pelas grandes potências, ONGs e políticos corruptos do nosso país vai chegar ao seu objetivo final: desmembrar o território amazônico. Criar reservas, para meia dúzia de índios, com o tamanho de países mostra de forma explícita a intenção destes grupos.
Só espero que ainda haja algum político ou comandante patriota que consiga frear esta palhaçada e reestabelecer a ordem sobre nosso território!!

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Opinião de Markut
Na data: 13 de fevereiro de 2008 as 11:49

È extranho que um assunto de tal gravidade não tenha provocado manifestações mais intensas, quer neste ON, quer na mídia em geral.
Precisamos saber se há algum exagero, ou se, simplesmente, estamos anuindo com o descaso com que costumam ser tratados alguns assuntos de alta relevância, como este.

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Atualizado 12/03/2010 10h45