A revista britânica afirma que, ao contrário do estereótipo, a taxa de homicídios no país está diminuindo. A Economist ressalta que isto se deve principalmente a uma queda significativa no número de mortes em São Paulo, o estado brasileiro mais populoso.
Dados do governo paulista revelam que os assassinatos diminuíram pela metade nos últimos cinco anos. A Economist diz que também houve melhoras em outros lugares. Em meados dos anos 1990, a taxa de homicídios no estado do Rio de Janeiro era de 64 por 100 mil pessoas. No ano passado, foi de 39 por 100 mil.
A revista destaca três motivos para a queda do número de assassinatos em São Paulo: o controle mais rígido sobre o porte de armas, as mudanças no policiamento e a demografia. Nos anos 1990, houve um aumento proporcional no estado da população entre 19 e 24 anos de idade, que coincidiu com um aumento da criminalidade entre esta faixa etária. Entre 2000 e 2006, a proporção de jovens entre 15 e 24 anos caiu significativamente.



Esse tipo de avaliação e estatística só consegue mascarar uma realidade histórica, em nosso país, que é a lamentavel cultura da impunidade, que contagia a sociedade, disseminando-se de cima para baixo.
Seria, de fato, necessário todo o lucro do pre sal, aplicado na educação, para vermos este país, com toda a sua privilegiada potencialidade, ser, realmente, usufruido pelas próximas gerações.
Cinquenta mil brasileiros morrem por ano,vítimas da violência. São duas guerras do Iraque por ano. Essa é mais uma daquelas notícias tendenciosas que temos de engolir. A quem interessa esse tipo de informação em época de campanha eleitoral?