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País

O verdadeiro JK

| 23/03/2006 | Enviar | Imprimir | Comentários: 24 | A A A |
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Procurando enxergar além do endeusamento e da atmosfera mística que envolvem atualmente a figura do ex-presidente Juscelino Kubitschek, o Opinião e Notícia conversou com o historiador Marco Antonio Villa, da Universidade Federal de São Carlos (SP).

O romantismo exacerbado presente no seriado exibido pela TV Globo e em outros programas que pegam carona na série sobre o período JK não são confirmados pelos fatos históricos.

Juscelino em campanha, em 1955

Marco Antonio Villa não nega os benefícios trazidos pelo governo de Juscelino ao Brasil. No qüinqüênio juscelinista o país cresceu 7,5 % ao ano, modernizou-se, foram construídas grandes estradas e diversas obras de infra-estrutura. A abertura da economia ao capital estrangeiro – tão polêmica à época – possibilitou que a indústria desse um grande salto e a lembrança da instalação de grandes montadoras de veículos é inevitável – conta, e ainda completa: O otimismo juscelinista não era produto do discurso mas de uma prática administrativa ousada. O grande benefício foi o crescimento econômico e a abertura de novas áreas para o investimento.

Apesar do desenvolvimento promovido, houve uma série de problemas, que os programas televisivos pouco exibem. Juscelino buscava o crescimento a todo custo – dentro de sua campanha dos 50 anos em 5 – e nessa empreitada faltou planejamento. A inflação aumentou ano a ano, cresceu a dívida externa e disparou a dívida pública. Quando passou o governo a Jânio Quadros, (JK) deixou algumas bombas econômicas de efeitos retardados e o país com sérios problemas de crédito externo, pois em 1959, em um gesto preparatório para a campanha de 1965, rompeu com o Fundo Monetário Internacional, lembra Villa.

O pensamento vigente na época era o de que a industrialização era a solução quase mágica para tirar o Brasil do rol dos países subdesenvolvidos, ao superar o antigo modelo agro-exportador. O capital estrangeiro entrou com força no país para bancar as possibilidades apresentadas pela indústria automobilística, e isso fez a dívida externa ascender. A emissão de papel-moeda foi uma das medidas causadoras da inflação, que por sua vez provocava a desvalorização dos salários e empregos e aumentava o custo de vida. Os novos produtos industrializados acabavam ficando restritos aos consumidores mais ricos – a burguesia e a classe média. Para resolver o problema da dívida galopante o governo recorria ao FMI buscando empréstimos, até que o órgão negou a Juscelino um pedido e o presidente decidiu romper com o Fundo.

A construção de Brasília e a transferência da capital foram também realizadas com prejuízos para o país. Esse assunto era matéria constitucional desde 1891, quando Floriano Peixoto organizou uma comissão chefiada por Gastão Cruls que foi ao Planalto Central para identificar o local onde seria construída a nova capital, conforme conta o historiador. Juscelino retomou o projeto com empenho e exigiu rapidez na conclusão das obras, que no total duraram cerca de três anos.

Houve benefícios trazidos pela construção da cidade. Ela passou a integrar o Centro-Oeste e parte da região Norte à economia do litoral, que representava o Brasil desenvolvido.

Construção do prédio do Congresso Nacional, Brasília, 1958

No entanto, graças à pressa de JK para finalizar as obras, os acidentes de trabalho eram freqüentes, mas ficavam abafados pelo governo. O Rio de Janeiro prejudicou-se e iniciou seu processo de decadência econômica devido à falta de um programa federal que possibilitasse a transição da antiga capital para o Estado da Guanabara. Além disso, a parcela oriental do Nordeste reclamava que o governo dava mais atenção à região delimitada pelo Polígono das Secas – que abrange oito estados nordestinos mais parte do norte de Minas Gerais – em obras para resolver o problema dos períodos de estiagem que assolam esses locais.

A administração de JK não escapou de práticas que se observam governo a governo no país. A corrupção estava presente à época e, segundo Villa, para ser confirmada basta ver os anais do Congresso Nacional. O historiador enfatiza os desvios de dinheiro público denunciados inúmeras vezes pela oposição no Congresso. O governo não só dificultou a instalação de CPIs para investigação das denúncias como cooptou oposicionistas. Um deles foi o deputado udenista Antônio Carlos Magalhães.

O nepotismo também encontrava respaldo no governo JK. O Dnocs – Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – serviu como instrumento eleitoral nas eleições estaduais de 1958, ano de seca no Nordeste. Para o deputado Armando Falcão, ministro da Justiça de Juscelino por um ano e meio, Kubitschek deu de presente um cartório, antes de deixar a presidência da República.

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24 opiniões para o artigo: O verdadeiro JK

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Opinião de luiz felipe
Na data: 26 de dezembro de 2009 as 23:20

Juscelino foi uma praga para o Brasil! Uma peste! Só há um lugar neste país que deve homenageá-lo: São Paulo, pois foi ele o responsável pelo enorme desenvolvimnto gerado neste estado. Visto ter enviado para lá todas as indústrias novas e, transferindo a capital, acabou por motivar a transferência de grandes empresas do Riode Janeiro para lá tb!
Nem o povo de Brasília pode ser grato a esse senhor, pois não fosse ele ter feito a besteira de transferir a capital, em vez de terem nascido em nesta cidade, teriam nascido cariocas, o que se há de convir, seria um “up grade” em suas vidas!
Este homem estava no lugar errado na hora errada, tivesse sido presidente cinco anos mais tarde, não teria conseguido fazer essa me—!Infelizmente eu ainda não era nascido nessa época, senão, teria ido à praça pública gritar contra esse absurdo! Queria ver ele provar ser o grande democrata que apregoava, deixando-me gritar, a plenos pulmões, brados contra seu governo!
TENHO DITO!

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Opinião de WELLER MARCOS
Na data: 23 de agosto de 2009 as 17:50

@Evandro Correia,
Senhor Evandro, estou lhe falando com o caração aberto ao diálogo; não quero censurá-lo pela sua posição contrária, mas também não posso concordar com a afirmativa deselegante quando diz ter sido o saudoso presidente JK: “O Pai da Inflação e da Corrupção em nosso País”. Essa afirmativa carece de provas históricas. Para sua informação tenho em meu poder a coleção (encadernada) do primeiro jornal impresso em Brasília, A TRIBUNA DE BRASÍLIA – onde estão narradas todas as epopéias da construção da nova capital desde janeiro de 1968. Estamos providenciando a reedição histórica desta coletânea, nos 50 anos de Brasília para circular em abril de 2010. Folheando essas páginas V.Sa. verificará o quanto foi diferente do seu pensamento o que ocorreu durante os anos JK. Não diria gerenalizando, mas o povo brasileiro precisa mudar o seu conceito sobre nosso país e nossos governantes; sobretudo para não cometer injustiças!
Um abraço
Adios Muchacho

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Opinião de Evandro Correia
Na data: 22 de agosto de 2009 as 13:06

Juscelino é o pai da inflação e da corrupção em nosso país.

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Opinião de luiz antonio vieira barbi
Na data: 22 de agosto de 2009 as 11:27

JUSCELINO FOI AQUELE PRESIDENTE QUE GOVERNOU O BRASIL ALI DA CONFEITARIA COLOMBO NO CENTRO DO RIO, QUANDO OS PROBLEMAS SE AVOLUMAVAM, FUGIA PARA DIAMANTINA, SUA TERRA NATAL, PARA AS FESTAS HOMERICAS QUE SEMPRE FORAM BEM CENSURADAS…DEPOIS VOLTAVA PARA A PAZ E A BELEZA DO RIO DAQUELAS EPOCAS…PARA A COLEMBO…UM BELO DIA, PLANTOU O PE NO RIO DE JANEIRO…INGRATO!!!!!!!!!!!!!!

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Opinião de samuel misko
Na data: 25 de novembro de 2008 as 17:38

ah, ninguem é bom por inteiro e nem ruim por completo… Ele fez o que poucos fizeram, mas como tudo que é bom, tem seu lado ruim…. digamos que ele deixou o brasil um pé na cova e outro no topo…
será que eu me expliquei bem?

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Opinião de Zailene Medrade
Na data: 9 de setembro de 2008 as 14:37

JK foi sim um homem bom,posso também dizer que foi um bom presidente,porém seus erros foram graves deixou o Brasil em maus lençois…

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Opinião de Zailene Medrade
Na data: 9 de setembro de 2008 as 14:37

JK foi sim um homem bom,posso também dizer que foi um bom presidente,porém seus erros foram graves deixou o Brasil em maus lençois…

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Opinião de Evandro Correia
Na data: 25 de outubro de 2007 as 20:29

Seria interessante a colega Bárbara nos dizer de qual renúncia ela está falando. Seria a de Janio Quadros, em 1961?

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Opinião de Bárbara
Na data: 25 de outubro de 2007 as 19:55

Eu acho que deveria falar sobre a renúncia de JK e falar mais sobre sua vida!!
Satisfeitos ou não,dei a minha opinião!!
Bjim,obrigada e tchau,tchau!!

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Opinião de lipe
Na data: 29 de agosto de 2007 as 20:52

se formos olhar pelos filmes ou miniseries de J.K veremos que ele foi 100% honesto no seu tempo de governo,mas na internet e em outros lugares ele foi um corrupito que so criou dividas durante o seu governo.Eu gostaria de saber qual é a historia verdadeira as da internet ou dos filmes e miniseries?

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Opinião de kelli
Na data: 26 de abril de 2007 as 19:45

Quem dera que existisse pelo menos mais um JK. O mundo seria diferente, ninguem mias ousa crer nos sonhos…

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Opinião de cesar
Na data: 18 de fevereiro de 2007 as 9:48

ainda bem que existe a internet.pois se nâo essas noticias e imformaçôes seria abafadas pelos poderosos corruptos..com certeza teve corrupçâo no governo de juscelino..dividas astronômicas com certeza foram feitas..e o superfaturamento..fez da sua familia muito rica por sinal…aki no brasil temos o hábito de esconder os verdadeiros ladrôes com filmes mentirosos…….

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Opinião de pablo adriano ribeiro
Na data: 27 de setembro de 2006 as 15:48

JK foi um desastre na historia politica e economica do Brasil, ao inves de crescer 50 anos em 5, endividou-se 50 anos em 5.
Foi um governo que nao soube aproveitar a estrutura que seu antecessor proporcionou-lhe, foi intepestivo e corrupto.

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Opinião de rosangela
Na data: 16 de agosto de 2006 as 7:45

Achei que ele era um homem muito incrível, que mostrou um grande papel na vida POLÍTICA.

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Opinião de Marco Sérgio
Na data: 6 de maio de 2006 as 23:33

Depois de ler toda a matéria e também os diversos comentários, reforço meu pensamento que todo o plano de desenvolvimento econômico deve ser muito bem ponderado para que não hajam graves consequencias… , vou mais longe, acredito que um plano nacional de desenvolvimento, geração de empregos, combate à violência e justiça social, ítens que tanto desejamos rever nos dias de hoje, não se concretiza somente em 04 anos… é um caso à se pensar…Talvez se os ideais de Jucelino pudessem se concretizar em um maior espaço de tempo, seus efeitos teriam surtido um efeito ainda maior .

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Opinião de Antonio
Na data: 12 de abril de 2006 as 13:44

Toda unanimidade é burra, já dizia Nelson Rodrigues. No caso de JK deve ser verdade, pq só falam bem. O brasil tem dois míticos heróis: Senna o herói da molecada e o presidente bossa-nova herói da velha-guarda. O único louvor a JK é que era um cara espero, que estava no lugar certo e na hora certa. Foi um FHC que deu certo, só isso. Sua morte foi uma queima de arquivos pq devia saber muito dos fatos, desde o suspeitíssimo suicídio de Getúlio, das forças ocultas de Jânio, do golpe militar, um período estranho da história brasileira encerrado com a tb suspeita morte de Tancredo Neves.

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Opinião de Remy Soares
Na data: 31 de março de 2006 as 9:48

Ontem li boa parte do material veiculado por este site. A abordagem do tema, como o próprio título sugere – Prós e Contras, foi muito bem trabalhada. Com um detalhe: achei que a vertente adotada foi mais pro lado do contra. As referências sobre Brasília não me pareceram adequadas. A construção de Brasília foi, com certeza, a maior obra da nossa história republicana. O Brasil foi redescoberto por JK. Ele revolucionou os rumos do progresso em Minas Gerais, sobremodo, em Belo Horizonte. Foi o “Prefeito Furacão”.
Como presidente da República não foi diferente. Ele foi corajoso e inseriu o nosso país na linha do desenvolvimento. Nenhum governante no Brasil trabalhou tanto quanto ele. Recentemente o Senado Federal homenageou JK e o seu governo. Foi uma sessão histórica que todo mundo que é contra JK deveria procuar se inteirar do que ele fez pelo nosso país. A TV Senado divulgou em sua grade de programação. JK não é o inventor da inflação, do endividamento, nada disso, ele foi o construtor de um novo país que deixou de lado a vocação provinciana e rural para transformar a nossa economia no modelo urbano. A construção de Brasília, com certeza, não foi e não é o motivo da nossa dívida externa, da nossa pobreza.O preço de Brasília já não pesa mais no orçamento do governo. Os gastos com a construção de Brasília já foram pagos muitas vezes por tudo de bom que a nova capital representa para o Brasil. É preciso, isto, sim, que se ponha termo à corrupção que assola o país, os grandes rombos, os roubos do colarinho branco. Aí, sim, voltaríamos a sonhar alto para nós e para nossos filhos.
É o que penso, por isso escrevi assim.

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Opinião de Lisandro Zuman
Na data: 30 de março de 2006 as 9:25

O modelo desenvolvimentista dele não tinha nada de nacional e tão pouco de desenvolvimento.
Modernizar o país tornando-o um segmento da economia internacional, dependente deste capital e o pior, sem permitir que nosso país tenha industria nacional, isso é vergonhoso.

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Opinião de Heloisa Ferreira
Na data: 25 de março de 2006 as 10:44

Não assisto a novela mas penso que JK está mesmo na moda. É endeusado pelos políticos, como Garotinho, Cesar, Lula e outros, que ora se espelham ou se comparam a ele. O Alkmin rapidamente teve um encontro oportuno e amigo com Maristela K. Este apoio familiar e Kubitchek, de certa forma, retira a legitimidade ou parte da cobiçada herança oficial dos outros políticos.

A figura de Jucelino, empreendedor e simpático, tem sido a preferida nos discursos de Lula, que optou por deixar o carisma de Vargas e se desvincular da imagem do ditador. No momento em que se agrava a idéia de imobilismo do governo, da corrupção pesada e denunciada, a leveza de Jucelino é uma boa solução. Não é gaucho, e principalmente não é paulista. Não foi conhecido pela sua improbidade, mas pela sua tolerância. E sua determinação de fazer Brasilia, pros homens que vivem sobretudo dela, é muito atraente. Se existem suspeitas de favorecimento no governo K., disto não resultou uma crítica áspera, mas a idéia de que fazer está acima de tudo. E é esta obsessão de mostrar feitos o que leva Lula a pergrinar pelo país inaugurando obras que nem fez, ou que leva Garotinho a alardear as tais 10.000 do seu governo.

Os defeitos de Jucelino se diluem no tempo e na lembrança de seu temperamento afável e conciliador. No momento negro que passamos aqui e no planeta, acho que lembrar do conhecido pé de valsa é muito mais atraente do que guardar na lembrança a dança da deputada do PT, comemorando a absolvição de um colega que recebeu do valerioduto. Nem se esconde mais o malfeito. Tudo se justifica, tudo é permitido, não há limites. Não há o favorecimento de uns poucos amigos, há a ocupação desenfreada dos postos chaves de mando. A democracia sofre, o país perde o bonde, e um mineiro que cantava peixe vivo é bem mais palatável que o vivo populista introduzido por Duda Mendonça.

Novela sempre pega o assunto do momento. Mas novela é fantasia e acaba. Já o que acontece a nossa volta não é de mentirinha, é uma história em que nem se prevê um próximo fim.

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Opinião de marcia
Na data: 25 de março de 2006 as 0:31

era bem jovem à época mas sei q o br mudou de nivel, era mais proviciano,nao existia bnh,fmi,droga,tv,modess(q vegonha!),inflaçao tb nao;ninguem falava ecologia..se plantavam quintais…eram outros e saudosos tempos…

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Opinião de helou motta
Na data: 24 de março de 2006 as 15:06

Infelizmente a construção e mudança da capital ficou além das medidas. Excedeu-se no gasto pela Prev. Social, que estamos pagando até hoje;

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Opinião de CLAUDIA
Na data: 24 de março de 2006 as 13:18

Realmente, não resta dúvidas que houve crescimento, mas é visível também que os tempos não mudaram a corrupção que acontece hoje no Brasil e principalmente em Brasília tem antecedentes antigos. Sendo assi, o povo brasileiro se vê desanimado, uma vez que nada muda, nada é processado como deveria e os “mal feitores” usam e abusam, como se fossem verdadeiros “lobos-maus” atrás de suas “chapeuzinhos-vermelho”.

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Opinião de Patricio Macario
Na data: 23 de março de 2006 as 17:17

Ah, esqueci, e a corrupção? E o super-faturamento das obras de Brasília? Dizem que Getulio Vargas não roubou, mas ele criou a carreira de dois pais da corrupção no país, Adhemar de Barros e Juscelino.

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Opinião de Patricio Macario
Na data: 23 de março de 2006 as 17:13

Juscelino é o pai de Brasília, resta saber se isso foi bom ou ruim para o país. Para mim não há dúvidas de que foi ruim, criou um distanciamento entre o governo e o país.

Além disso Brasília é a mãe da nossa inflação, estamos pagando esse preço até hoje.

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Atualizado 15/03/2010 17h00