Com média diária de 400 mil clientes e movimentando quase R$ 20 bilhões por ano, ela reflete o novo mercado de consumo do país.
Na época do Natal, sobe para um milhão a média diária de pessoas que vão comprar produtos no maior centro de comércio popular do Brasil, composto por 18 ruas e três mil pontos de venda. Hoje, a região funciona como laboratório de vendas para um número crescente de fabricantes de bens de grande consumo.
Uma pesquisa encomendada pela revista Exame junto à consultoria TNS Research International estimou em R$ 17,6 bilhões por ano o faturamento total do comércio da região. É mais que o triplo do total das receitas dos 11 shoppings do grupo Iguatemi, um dos maiores do país, no ano passado.


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