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Níveis de desemprego crescem em escala nacional

Em um ano, 22 estados foram afetados; apenas seis não registraram aumento na taxa de desocupação

Níveis de desemprego crescem em escala nacional
A Bahia tem a maior taxa de desemprego do país (Foto: Flickr)

O segundo trimestre de 2015 é marcado pelo desemprego, que aumentou em 22 dos 27 estados e unidades da federação, em comparação ao mesmo período no ano passado.

No Nordeste, o desemprego cresceu em sete dos nove estados e já passa de 10% na média da região: Rio Grande Norte (11,6%), Alagoas (11,7%) e Bahia (12,7%, a mais alta taxa no país). No Sudeste e no Sul, foi registrada alta nas demissões e na desocupação em todos os estados. Na região Norte, isso ocorreu em cinco estados; o Amapá é o quarto e último estado com taxa de dois dígitos (10,1%). No Centro-Oeste, em três dos quatro estados.

Na Bahia, que tem a maior taxa de desemprego no país, a construção civil e serviços na área têm contribuído para o momento ruim do mercado de trabalho. O setor absorvia 8,9% da população ocupada no segundo trimestre de 2014, mas caiu para 8,4% no segundo trimestre deste ano.

Os únicos estados em que não houve aumento do desemprego entre o segundo trimestre de 2014 e o mesmo período de 2015 foram Acre, Tocantins, Rio Grande do Norte, Sergipe e Distrito Federal.

Fontes:
O Globo - Desemprego cresce em 22 estados em 1 ano e já supera os 10% no Nordeste

1 Opinião

  1. Joma Bastos disse:

    Essas estatísticas de desemprego do IBGE estão completamente distorcidas!
    Aqueles mais de 20 milhões de desempregados do Bolsa Família, mas que não constam oficialmente da taxa de desemprego, são esses que tornam as estatísticas do IBGE erradas. O governo deste Brasil tem que assumir esses mais de 20 milhões como estando à procura de emprego, assim como qualquer país desenvolvido assume os beneficiados dos subsídios de inserção social como estatisticamente desempregados.
    Deveriam existir intervenções para a formação e reabilitação profissional, estímulos à elaboração de atividades por conta própria ou à criação do próprio emprego, projetos de ocupação que possam favorecer a inserção no mercado de trabalho ou a promoção de atividades socialmente úteis para os desempregados do Bolsa Família.

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