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O que os menores no Brasil têm em comum com James Bond, o agente 007

reinado, armado e perigoso, ele tem noção de seus limites e dos direitos que conquistou

O que os menores no Brasil têm em comum com James Bond, o agente 007
Pode estar na hora de se discutir a maioridade penal (Reprodução / Internet)

Personagem criado por Ian Fleming e que se tornou uma das franquias mais lucrativas da história do cinema, com mais de U$ 5 bilhões arrecadados em bilheterias, James Bond  “o agente 007 ” causa grande fascínio no público por dois motivos: está sempre muito bem acompanhado e tem licença para matar.

Sempre frequentando bons lugares, Bond está a serviço da rainha da Inglaterra. Treinado, armado e perigoso, ele tem noção de seus limites e dos direitos que conquistou.

Pois o nome do simpático agente (interpretado por Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton, Pierce Brosnan e Daniel Craig) foi lembrado esta semana pelo novo chefe de Polícia Civil de São Paulo, Youssef Abou Chahin, para destacar uma grande praga que acomete toda a sociedade brasileira.

“Jovens criminosos, despreparados, violentos, viciados e sempre mal acompanhados têm licença para matar, graças a uma legislação pretensamente moderna  mas antiquada, patrulheira e restritiva. São os 007”, alerta Chanin, pelo fato de serem recrutados pelo tráfico, matarem indiscriminadamente e serem protegidos por uma legislação que trata o menor como alguém incapaz de responder pelos seus atos.

Canadá (a partir dos doze anos), Chile (dos 14), Estados Unidos (dos doze em alguns estados), Inglaterra (dos 15) e Rússia (dos 14) estão entre os países a manter legislação que processa judicialmente menores infratores – principalmente por delitos graves – podendo sentencia-los em regime jurídico diferenciado do adulto ou submetê-los aos mesmos procedimentos dos adultos criminosos.

Da mesma forma com que a sociedade discute o racismo, a homossexualidade, o aborto e o voto do menor, pode estar chegando a hora de tirar o véu de dois assuntos tidos como tabus em alguns segmentos: o “planejamento familiar “que não deve ser confundido com o controle de natalidade – e a maioridade penal que não pode ser encarada como a punição generalizada

4 Opiniões

  1. Áureo Ramos de Souza disse:

    No Brasil menor com 17 anos é um absurdo. O problema é que nossos BURROS políticos tiraram A FORÇA DA FAMÍLIA, DOS PAIS. Tenho um neto com treze anos e tem o meu tamanho 1.75 mais segue nossas regras, nossa e de meu filho. Ninguém manda em minha família só Deus. Querem até fazer o ESTATUTO DA FAMÍLIA, assim também é demais.

  2. DJALMA P BENTES disse:

    Infelizmente, com a assunção petralha ao governo(sic), estatisticamente comprovado, a criminalidade protagonizada por “di menor” se destacou. TODAS as ações nessa direção são SEMPRE para proteção dos bandidos, tanto por advogados com parlamentares como ? Feghali e Maria do Rosário (o que é isso?). Advogados destacando a ÉTICA DOS BANDIDOS e parlamentares desqualificando as ações criminosas, como um corporativismo. Jornalistas (muito poucos) como Rachel Sheherazade e parlamentar como Jair Bolsonaro, que se arvoram em defesa da Sociedade Brasileira, da Família brasileira enfim, são perseguidos tanto pela Base Alugada, como pela Mídia Comprada. Até o judiciário sofre com a ação dessa conja petralha. Exemplo? : Joaquim Barbosa e o juiz federal Moro (este com familiar tendo que andar com escolta) Onde já se viu ? ! ! ! .

  3. E. Coelho disse:

    O brasileiro é um povo covarde, aceita tudo! Embora a grande maioria queira a redução da idade penal, o Governo do PT, em especial a presidente da República, deseja que fique tudo como está. Então, vai ficar tudo como está!
    Quem deseja um país melhor, já perdeu as esperanças, afinal são mais de 56.000 assassinatos por ano e tudo continua igual, ou seja, de mal a pior.

  4. jorge disse:

    A legislação trata o menor como incapaz de responder por seus atos, mas supondo que haveria um maior responsável por ele. Na ausência deste responsável o menor deveria ser emancipado. Simples assim.

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