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Paralisação da PM no Espírito Santo completa uma semana

Apesar de suspeitas de paralisação no Rio de Janeiro, o policiamento ocorre normalmente

Paralisação da PM no Espírito Santo completa uma semana
Exército atuando nas ruas de Vila Velha, no Espírito Santo (Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil)

Nesta sexta-feira, 10, a paralisação da Polícia Militar (PM) no Espírito Santo completou sete dias seguidos. Até agora não houve acordo entre o governo e os representantes do movimento das esposas dos militares do Estado que bloqueiam a saída dos policiais dos batalhões.

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Segundo o movimento das mulheres, elas fizeram uma proposta de 43% de reajuste dos salários da categoria e um pedido de anistia total para os policiais. No entanto, nenhum acordo foi feito.

Nos últimos dias, o governo tem reiterado que um aumento é inviável diante do cenário econômico atual. O governo do Espírito Santo diz que um reajuste representaria um custo adicional de meio bilhão de reais nos gastos com pessoal, o que desequilibraria as contas do estado.

Para piorar a situação no Espírito Santo, a Polícia Civil também cogita fazer uma paralisação. Na última quinta-feira, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado decidiu dar um prazo de 14 dias para o governo atender as reivindicações da categoria. Caso não seja feito um acordo, eles farão uma paralisação. Os policiais civis pedem recomposição salarial e nível superior para o cargo de agente de polícia. Os policiais também definiram que, por uma questão de segurança, as delegacias que funcionam com menos de quatro policiais serão fechadas e eles serão transferidos para delegacias regionais.

Situação no Rio de Janeiro

Após suspeitas de uma paralisação na Polícia Militar do Rio de Janeiro, o major Ivan Blaz, porta-voz da PM, disse ao Bom Dia Rio nesta sexta-feira, que o policiamento transcorre normalmente. A PM também pediu que a população busque informações nos perfis oficiais da corporação nas redes sociais. O pedido vem num momento em que boatos de terror se espalham com facilidade.

Fontes:
El País-Governo não cede a PM e paralisação no Espírito Santo completa uma semana
G1-PM do RJ pede que população busque informações por canais oficiais

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5 Opiniões

  1. laercio disse:

    Qualquer coisa que deva ser feita nesse país deve ser iniciada no corte dos benefícios de todos os políticos!
    Falar em punir este ou aquele é comparável a fazer uma casa começando pelo telhado.
    Deem quaisquer tipos de punição a quem quer que seja mas antes falemos na retirada total dos benefícios políticos de toda ordem.
    Acaso não houvessem tantos benefícios políticos vários problemas no país estariam resolvidos.
    A máxima é que nada, absolutamente nada, dará certo nesse país enquanto não tiver cancelamento completo de todos os benefícios políticos, isto porque não existe uma proporcionalidade favorável, para nação, entre o custo benefício gerado pela política!
    A politica ainda se mantem de pé porque é a forma social, respaldada pela lei, que substituiu o bigode, ou seja, política não é conversa que sustente a honra mas sim que concentra apenas assuntos de interesses individuais.
    E mais, as coisas não são vistas por esta ótica porque nossa sociedade é viciada em fontes, e, tais fontes se concentram em veículos de comunicações que não apresentam, em sua maioria, condutas das menos “samaritanas”.

  2. Áureo Ramos de Souza disse:

    FOI O QUE SUGERI ONTEM. DEMITAM OS BADERNEIROS E PRENDAM SUAS MULHERES GUERRILHEIRA, O EXERCITO TEM PODER PARA ISSO, SE NÃO QUEREM ACORDO FORA. QUEM DISSE JESUS: QUEM COM FERRO FERE, COM FERRO SERÁ FERIDO. FORA BADERNEIROS.

  3. Lucinda Telles disse:

    Não sejamos ingênuos, o país está desmoralizado. Nossos líderes (todos) são suspeitos, investigados, indiciados, processados; e alguns já condenados e cassados. Os policiais e suas mulheres não são causa, são consequência.

  4. Carlos Roberto disse:

    Complementando, se o governo ceder ocorrerá uma epidemia por todo o país. Isso é um Absurdo! Reiteram o convite do Capitão Nascimento “Tá ruim, pede pra sair”

  5. Carlos Roberto disse:

    A situação pode ser resolvida ligeirinho assim o estado queira. Prendam as mulheres que estão fazendo baderna e corta os salários dos marido. Depois bota quem não quer ir para a rua pra fora, coloca o exercito no comando por enquanto, abre concurso público para ocupar a vaga dos que foram demitidos sem direito a serem reintegrados pela justiça. Quando mandarem uns 50 embora os aquartelados imediatamente voltarão para os seus postos e tudo voltará ao normal.

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