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Parecer sobre pacote anticrime é adiado para a próxima quarta

Pacote ainda está em estágio inicial na Câmara dos Deputados. Apresentação de parecer estava prevista para esta terça-feira, 2

Parecer sobre pacote anticrime é adiado para a próxima quarta
Caso seja aprovada, a proposta seguirá para uma comissão especial (Foto: Mario Roberto Duran Ortiz/Wikipedia)

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O parecer do pacote anticrime, de autoria do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que seria apresentado nesta terça-feira, 2, foi adiado para às 14h da próxima quarta-feira, 3.  A informação foi revelada pela deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) pelas redes sociais.

O pacote anticrime tramita lentamente na Câmara dos Deputados. Apresentado no início de fevereiro por Moro, o pacote, que engloba três projetos de leis, ainda está em fase inicial de análise no Parlamento.

O parecer vai ser apresentado pelo relator do grupo de trabalho que analisa o pacote anticrime, o deputado federal Capitão Augusto (PL-SP). Para chegar a um veredito, o grupo de trabalho atuou em conjunto com outro grupo, que é liderado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Caso seja aprovada, a proposta seguirá para uma comissão especial antes de poder ser analisada pelo plenário da Câmara.

Englobando os projetos de lei (PLs) 10372/18, 10373/18882/19, o pacote anticrime visa, principalmente, eliminar ferramentas apontadas como desnecessárias na Justiça para acelerar o trabalho de investigação das autoridades competentes. Ademais, os projetos tratam de assuntos como corrupção, organização criminosa e crimes hediondos.

A expectativa de que o parecer do pacote anticrime fosse votado nesta terça-feira movimentou as redes sociais. Milhares de internautas iniciaram uma campanha pela aprovação do projeto apresentado por Sérgio Moro.

Já em sua apresentação, o pacote anticrime gerou atrito entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Justiça, Sérgio Moro. Isso porque, o chefe da Pasta defendia a celeridade na tramitação do projeto, enquanto reforçava que a prioridade do Congresso no primeiro semestre seria a reforma da Previdência.

Leia mais: Projeto anticrime de Moro se baseia em opinião, não em evidências

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