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Coluna Esplanada

Pizzolato na Papuda

Mensaleiro condenado deve ser encarcerado na Penitenciária da Papuda, em Brasília, se a Itália decidir pela extradição já aprovada

Pizzolato na Papuda
GDF dá garantias de que Pizzolato terá segurança (Fonte: Reprodução/AE/Veja)

O mensaleiro condenado Henrique Pizzolato deve ser encarcerado na Penitenciária da Papuda, em Brasília, se o Governo da Itália decidir pela extradição já aprovada. Com aval do Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do Advogado Geral da União, Luís Adams, o secretário de Justiça do DF, João Carlos Souto, já tem carta redigida que será enviada à Justiça e ao primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi. No texto, endossado pelo governador Rollemberg (PSB), o GDF dá garantias de que Pizzolato terá segurança e será tratado com os direitos de cidadão italiano no Brasil.

Refúgio mensaleiro

O destino e a novinha Ala dos Vulneráveis, recém-construída pelo governo Agnelo. Já recebeu os mensaleiros José Dirceu, Genoino e João Paulo Cunha, entre outros.

Vizinhos de cela

Pizzolato terá companhia de ilustres inquilinos como o ex-deputado Natan Donadon e José Carlos Alves, acusado de matar a esposa no escândalo dos Anões do Orçamento.

Na terra da Ferrari

O mensaleiro foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão. Antes da condenação no STF, ele fugiu para a Itália em 2013, e foi preso em Maranello em fevereiro de 2014.

Pedido oficial

Mês passado Corte de Cassação de Roma decidiu pela extradição do ítalo-brasileiro, mas a decisão agora será do primeiro-ministro, que aguarda a carta do Governo do DF.

Mico diplomático

Desde terça um constrangimento toma senadores e diplomatas no Itamaraty. O tucano Tasso Jereissati (CE) suspendeu na Comissão de Relações Exteriores a sabatina de três embaixadores já designados. Cobra do chanceler Mauro Vieira a promessa de que enviaria planilha dos custos com as 77 embaixadas no exterior entre 2003 e 2010.

Barrados no baile

Até ontem, o Itamaraty era um poço de silêncio. Como notório, o órgão de maior excelência internacional do País passa por uma crise de caixa. Os embaixadores escolhidos para Mali, Guiné Equatorial e Togo foram ao Senado e voltaram para casa.

Maratona

Ninguém quer assumir a Autoridade Pública Olímpica a um ano dos Jogos do Rio. A solução para o Planalto será ‘caseira’ — promover um técnico — ou investir num atleta no cargo. Os cotados são a ex-jogadora de vôlei Ana Mozer e o judoca Flávio Canto.

Cabo x PSOL

O bombeiro e federal estreante cabo Daciolo (PSOL-RJ), em processo de expulsão do PSOL, questiona o partido por que não faz o mesmo com o colega Jean Wyllys (RJ).

Cabo x Wyllys

Daciolo propôs mudança na Constituição para que a frase seja ‘Todo poder emana de Deus’, e não ‘do Povo’. Diz que Wyllys já propôs ensino islâmico na escola pública.

$om no $edex!

Em meio à abertura da CPI dos Fundos de Pensão — que vai passar a lupa no Postalis, o dos servidores dos Correios — a estatal decidiu patrocinar com R$ 2,4 milhões o Rock in Rio. Tudo isso porque são tempos de aperto no caixa, por decisão da presidente Dilma.

Estratégia milionária

Com a empresa alvo da Operação Zelotes no Carf, por suspeita de perdão de dívida de R$ 800 milhões, o bilionário Jorge Gerdau decidiu se defender atacando. Criou a Coalizão Indústria e Trabalho pela Competitividade, e botou a boca no trombone: culpa o governo pela carga tributária. ‘Precisamos focar em impostos, juros e valor do dólar’.

Missão Rollemberg

Conselho de um experiente político para o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB): reunir — e unificar de fato — a bancada do Congresso Nacional para traçar diretrizes em busca de recursos.

Terceirização oficial

Tanta porrada no Congresso enquanto do outro lado da avenida a presidente Dilma deu o exemplo. Durante a discussão do tema no Legislativo, ela terceirizou a Articulação Política do Planalto ao ‘contratar’ o vizinho Michel Temer para o trabalho.

Temer e temer

Sobre a escolha de Dilma, um trocadilho enigmático com o sobrenome do vice circulou nos bastidores da Câmara: ‘Agora, Dilma tem o que temer’.

Ponto final

Ex-ministro do Desenvolvimento Agrário e das Relações Institucionais, possível ministro dos Direitos Humanos, até o fechamento da Coluna Pepe Vargas ainda estava no PT. A única certeza sobre ele após ser fritado pela chefe.

Com Equipe DF, SP e Nordeste

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