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Brasil pagaria o dobro que Índia por Rafale

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Caro leitor, você acha que se justifica pagar o dobro do preço em nome de “acordos estratégicos” que não são de conhecimento público?

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O governo indiano, que, assim como o Brasil, realiza uma licitação para compra de caças para sua força aérea, pode levar o avião francês Rafale pela metade do preço pago pelos brasileiros. O avião produzido pela Dassault é o favorito do presidente Lula e seu governo para o país.

Enquanto o preço pago pelos indianos ficaria em US$ 10 bilhões para 126 caças, o Brasil estaria disposto a pagar R$ 10 bilhões por 36 caças. Ou seja, um avião Rafale custaria US$ 79.365.079,36 para a Índia e US$ 157.828.282,82 para o Brasil, aproximadamente o dobro.

A imprensa indiana havia anunciado que o país havia eliminado o Rafale de sua disputa pelo contrato, mas a notícia foi desmentida.

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  1. marcelo disse:

    olha o brasil tem que se armar para ser respeitado especialmente na america do sul
    porque amigos hoje mas amanhã talves sejamos inimigos

  2. Ricardo disse:

    Bom srs. leitores; Ceeio o que se comenta é uma compra de caças,necessáio ao Brasil.
    Os franceses tem varios tipod de dificuldades entr elas. Não são parceiros nem um pouco confiaveis(já temos experiência recentes)São sem duvida os que mais”articulam ” para realizae “negócio”. Isto influi diretamnte no custo,que na realidade é muito inferior ao apresentado.Transferência de tecnologia francesa ! boa bricadeira o tempo dirá outra vez.
    Estamos entrando na terceira compra francesa nos últimos 40 anos ,ainda não aprendemos ??

    Os Suecos tem boa vontade mas não tem um avião de caça confiavel ainda teriam de trabalhar mais uns anos com dinheiro”basiliro”.

    Americanos só vende produtos de prateleira e em fase de descarte .Se os senhores da imprensa forem procura ,deverão encontra valores mais próximos dos US$ 35,000.000 nestes CAÇAS .
    Obrigado pela sua atenção.

  3. Pacífico Armando Guerra disse:

    Transcrevo a seguir alguns trechos de artigo do Sr.Claudio Magnavita,publisher da revista Aviação em Revista,edição 701,ano 71,pag 80;
    “O FATOR ODEBRECHT”
    “A construtora surge como sócia de milionária operação de venda de submarinos e,possivelmente,de aviões de caça ao governo”
    “É dificil achar um negócio que envolva transações relacionadas à venda bilionária de armamento sem que apareça uma pulga atrás da orelha.”

  4. Marcos H.Batista disse:

    Comprar aviãozinho,revolvinho,bonbinha e etc…
    é sempre coisa de adulto que não cresceu, que ainda continua brincando como se não tivesse amadurecido o suficiente pra entender que a vida tem outros valores mais humano…Como por exemplo todas as dificuldades que o mundo vem atravessando com a falta de tudo que possa realmente trazer a evolução humana…acho que só saber escrever certo e com palavras bonitinhas deve ser importante para quem esta vivendo preoculpado com isso..
    Eu não tenho estudo mais sei com certeza que a soluções dos problemas humanos e dos animais que seja, não depende de contratos com compras milhionarias que governos entre eles fazem… e sim da atitude da sociedade mundial de mudar o foco dos valores da vida para uma real qualidade de vida… e não deixar passar despercebido que a união dos povos evita contrados milhionarios que são pago com dinheiro que poderia e deveria ser aplicado na qualidade de uma sociedade seja ela qual for…sem descriminação…é como penso…
    (os erros no texto são porque so estudei até 6º ano tenho 52 anos hoje e vive tentando viver e sobreviver por mais que eu soubesse a importancia não consegui voltar a escola..”kPena”..abraços em todo que refletirão junto comigo maneiras de se fazer pela vida e não pela guerra…)

  5. Airton disse:

    Quem acha que o Rafale é melhor não entende nada de aviação e muito menos de economia e política internacional. O Rafale simplesmente perdeu todas as concorrências que participou até agora. Será que os outros 5 países que recusaran são mais burros que o Brasil??? Quem trabalha com manutenção de avião francês sabe… É mais caro, demora mais tempo para se receber peças e, principalmente, é quase impossível a transferência de tecnologia. A exemplo o Mirage F-103, que foi comprado na década de 70 e até o fim da carreira em 2005, o Brasil só conseguiu fabricar porcas e parafusos. Mais uma vez, o dinheiro do contribuinte será jogado no lixo.

  6. Airton disse:

    Somente para completar… A França tem vários esquadrões de caça e somente 1(um) deles usa o rafale. Segundo o que os próprios “militares” franceses informaram, o motivo é o alto custo e a complexidade de manutenção da aeronave. Ou seja, o abacaxi é tão grande que nem mesmo eles querem, mas conseguiram vender pra nós!!!

  7. Édison Guedes disse:

    Prezados leitores eventuais: como se tem escrito bobagem (quase sempre em mau português) a respeito da tecnologia aeroespacial francesa!
    Àqueles desinformados que se julgam sabichões: a aviação militar nasceu na França, em 1909. Por conseguinte, foi a França o primeiro país do mundo a produzir aviões de combate. Ao eclodir a Primeira Guerra Mundial, a “Armée de L’Air” possuía 148 aviões de ataque, inclusive navais. Todos impulsionados pelo famoso motor a combustão Blériot, o melhor da época. Mais tarde, logo após o término da Segunda Guerra Mundial, a indústria aeronáutica francesa dedicou-se às aeronaves a reação, tendo conquistado então grandes vitórias tecnológicas (tanto na área militar, quanto na civil). Quem não se lembra do majestoso Caravelle, a primeira aeronave comercial a usar turbinas na cauda? Ou do audacioso Concorde, cujo sucesso ofuscou o projeto SST da poderosa Boeing? (fabricado em parceria, porém com predominância francesa). Quem desconhece o poderoso foguete Arianne, capaz de colocar vários satélites em órbita, simultaneamente? Ah, sim, que tal uma viagem no insuperável Airbus-A380? Aliás, quem ousa tecer comentários hilariantes sobre os Rafale deveria visitar Toulouse, ao sul da França, a cidade-sede da monumental família Airbus, centro nervoso da indústria aeroespacial francesa. Além da tecnologia de ponta, a região oferece ótimo vinho e bela paisagem…
    Rabisquei esta pequena introdução, a fim de chegar ao Rafale F3 (nosso futuro “caçador”). E para demonstrar sua supremacia inquestionável – ao contrário do que apregoam leitores desinformados, incautos ou maledicentes – basta citar a última “Red Flag” (simulação de combate aéreo, realizada nos EUA), ao longo da qual os Rafale F3 conseguiram se aproximar tão furtivamente dos F-18, a ponto de tornarem impossível qualquer manobra evasiva, por parte dos pilotos americanos (fato relatado por estes próprios pilotos). No final do evento, para surpresa dos americanos, os caças Rafale F3 haviam infligido aos conceituados caças F-18 uma derrota incontestável por 6×2. Que tal lhes parece, eventuais leitores?…
    Em suma, basta de insinuações malévolas e grosseiras, em relação à conduta cívica do presidente Lula, pois ele tem razão: o Rafale F3 é um grande passo à frente. Urge que nos libertemos, de uma vez por todas, da complicada “ajuda militar” do trêfego Tio Sam.

  8. Jeronimo disse:

    Pelo pouco que sei à respeito do assunto (compra dos caças), o Rafale é o mais completo e em testes realizados, demonstrou muito mais mobilidade e eficiência que os F16 ou F18.
    Outrossim,o Gripen sueco não transfere tecnologia dos equipamentos, que são de propriedade dos EUA, e como se sabe, a Lei dos EUA não permite em nenhuma hipótese a tal transferência. Então o Lula não está tão errado não gente.

  9. Jeronimo disse:

    Isso talvez esclareça um pouco.
    Caça Rafale – França

    Muitos dos caças da nova geração têm uma configuração com asas em delta e canards, com potente motorização, capazes de fazer curvas tão fechadas que até pouco tempo atrás eram consideradas impossíveis. Um dos exemplares dessa classe de aeronaves é o Dassault Rafale (rajada de vento), desenvolvido a partir do Avião de Combate Experimental (ACX) que surgiu nos anos 80 como avião de demonstração de tecnologia, antes que a França se retirasse do projeto European Fighter Aircraft (hoje Eurofighter Typhoon). O ACX foi utilizado então para testar a configuração de um novo programa, o ACT-Rafale (Avion de Combat Tactique), bem como o seu sistema de controle fly-by-wire e célula, construída em grande parte com materiais compostos. Produzido em três versões, o Rafale M, variante naval entrou em serviço na Marinha francesa em 2001, operando a bordo do porta-aviões nuclear Charles de Gaulle, as versões B e C, biposto e monoposto da Força Aérea, estarão operacionais a partir de 2005. O cockpit do Rafale está equipado com manete HOTAS, head-up display (HUD) e um display holográfico grande angular da Thales, que provê as informações de vôo, da missão e dos alvos, conjugado com dois displays laterais e visor montado no capacete, permitindo ao piloto uma maior consciência situacional. As contramedidas eletrônicas estão a cargo do sistema Spectra, com alerta radar, alerta designação laser e aproximação de mísseis hostis. O radar do Rafale é o RBE2 da Thales, o primeiro da Europa ocidental com varredura eletrônica em dois planos (look-down/shoot-down). Verdadeiro sistema multimodal, incorpora a capacidade de seguimento do perfil do terreno, funções de navegação e ataque ao solo, podendo-se mudar sua configuração em pleno vôo de acordo com a missão a ser cumprida e possibilitando o acompanhamento automático e ataque simultâneo a até oito alvos.
    O Rafale está dotado de sensor óptico eletrônico infravermelho SAGEM OSF, montado no nariz, com alcance de 70 km, acoplado a um telêmetro a laser que possibilita uma busca e aquisição de alvos de alta definição e resistente a perturbações magnéticas. Possui 14 pontos duros subalares e ventrais, com uma carga bélica de 8 toneladas, podendo utilizar os mais diversos tipos de mísseis e bombas atuais, como os mísseis ar-ar MICA, Sidewinder ou AMRAAM, ar-superfície Apache, Storm Shadow, AS 30L ou HARM, antinavio AM39 Exocet ou Harpoon e nucleares ASMP, além de seu canhão GIAT 30mm DEFA 791B, com cadência de fogo de 2.500 tiros por minuto. O Rafale está equipado com dois motores SNECMA M88-3, turbofan compacto fácil de instalar e manter, com potência unitária de 86 KN e pós-combustor. Com uma encomenda inicial de 36 unidades para a Força Aérea francesa, 25 para a Marinha e um contrato adicional para mais 59 unidades assinado recentemente, o Rafale irá aos poucos se tornando a espinha dorsal da defesa aérea da França e se transformando em uma real opção de um caça avançado, com excepcionais qualidades, para diversas Forças Aéreas ao redor do mundo, participando no momento de várias licitações internacionais.

  10. Édison Guedes disse:

    Obrigado, Jeronimo, pela clareza e profundidade das informações sobre o RAFALE. Se me permite o comentário, eu acrescento apenas o seguinte: precisamos reconhecer o valor inestimável da transferência irrestrita dessa tecnologia de ponta. Trata-se do nosso primeiro grande passo, rumo à independência na área sensível da aviação militar de caça. O Brasil é demasiadamente importante, para ficar eternamente à mercê das conveniências geopolíticas do espertíssimo Tio Sam.
    Esperemos, então, que o presidente Lula mantenha sua conhecida posição, firme e lúcida, em relação ao Projeto FX-2.

  11. Marcos Bicalho disse:

    De tão absurda a informação, chego a duvidar dos preços. Por que a diferença? É o mesmo avião? É o mesmo modelo? As condições de pagamento são iguais? 36 para um 126 para outro? 3+6=9, 1+2+6=9. A Índia tem ‘bala na agulha’ para comprar 126 caças? A Índia tem cartão preferencial? Tá faltando alguma explicação, coisas interessantes para parte da imprensa patrocinada.

  12. leonardo secco disse:

    Tudo muito bonito nos comentários sobre as qualidades do Rafale. Agora respondam o seguinte:
    - a diferença no preço
    - a completa discriminação sobre o parecr das forças armadas
    - a antecipação , velada ou não , de que a escolha é imposição do Lula.
    Além do mais vamos ponderar que o investimento de US$ 10 bi em “apenas” 36 caças seria melhor utilizado em outros itens muito mais urgentes das Forças Armadas , como o patrulhamento de fronteiras e oceanos contra as incursões de estrangeiros e do narcotráfico , as sofríveis condições de manutenção de quartéis e tropas , a inexistência de investimento em serviços de inteligência.
    Isto sem falar que este dinheiro vai fazer muita falta na hora de pagar contas que vêm por aí , como Copa e Olimpíadas. De fato parece que o que o Lula quer é deixar contas para o governo que virá , pois certamente não será o do PT.

  13. Francisco José Pinheiro disse:

    Nessa novela chamada FX-2 eu ainda não consegui entender porque colocarão um caça que não existe e um que duvidamos que receberiamos como pedimos?Porque não colocaram os SU-35 (ou melhor,os excluirão) e os Thyphoons ??? Fizeram um joguinho de carta marcada para não contrariar em demasia ao Xerife global (EUA).Não deveriam ter dado a incubencia de idealizar e fabricar o FX-2 no Brasil pela Embraer que buscaria um parceiro capacitado externamente? Eita abençoada e amada Nação Brasileira onde os que pensam lhes faltam os necessarios neuronios.

  14. Francisco José Pinheiro disse:

    Amigo Marcos não citarei a India mas apenas seu vizinho e potencial inimigo,o Paquistão.Este pais embora poucos saibam tem um parque industrial mais forte que o nosso e a India tem mais ainda.A India tem bala na agulha pra comprar 300 Thyfoons se quiser,enquanto nós,o Eldorado Tupyniquim fazemos um extardalhaço por 36 aviõezinhos que não defenderão em nada a integridade de nosso pais de dimenssões continentais.O Brasil precisa de investimentos de forma efetiva em pesquisa pois pessoas capacitadas para tal nós ate exportamos…

  15. Édison Guedes disse:

    Como engenheiro consultor na área de Mecânica Estrutural, causou-me perplexidade a leitura da opinião do leitor Francisco José Pinheiro, relativa à competência de nossas indústrias. Pois ao contrário do que ele apregoa – de maneira totalmente equivocada – nosso parque industrial é mais completo e mais sofisticado que os da Índia e Paquistão, sem sombra de dúvida! Por outro lado, no que tange aos “Thyfoons” (sic), creio que o citado leitor pretendia referir-se ao “Eurofighter Typhoon”, projeto europeu de caça avançado que a França abandonou em meados da década de 80, a fim de tocar sozinha seu projeto similar. O resultado dessa decisão estratégica consiste no excelente Rafale (único avião de caça multifunção da atualidade: chamá-lo de “aviãozinho” é brincadeira de mau gosto). Comparado ao Typhoon, o Rafale tem mais alcance (essencial para o Brasil) e maior poder de fogo. Além disso, o Typhoon padeceria de complicações insanáveis, no que concerne à transferência irrestrita de tecnologia. Por que? Ora, simplesmente por tratar-se de um projeto multinacional, ao contrário do Rafale, que é 100% francês.
    Resumo da ópera: o presidente Lula tem razão! Que venham os Rafale, para acrescentar tecnologia de ponta não somente à nossa promissora indústria de defesa, como também à qualidade indiscutível dos nossos pilotos militares (únicos do mundo a pousar com os C-130 HERCULES no inverno antártico – sem equipamentos especiais).

  16. MARCOS SAMUEL disse:

    MINHA NOSSA!

    ESTAMOS PERDENDO TEMPO NESTA NOVELA.
    VOCÊS (governo)ESTÃO BRINCANDO COM FOGO… OU VAI OU NÃO VAI?
    SINTO MAL ESTAR DESTA INDECISÃO, DESTA BUROCRACIA E ALEM DO MAIS IRRESPONSÁVEL.
    O LULA VAI SAIR SEM BATER O MARTELO!!!!
    ESTÁ ESPERANDO O QUE?
    SE QUISER FABRICAR CAÇA DE 5a GERAÇÃO 100% NACIONAL, FAÇA COMO OS CHINESES COMPRE 5 NOVOS DESMONTEM 2 E FAÇA MAIS MODERNO.

    SAMUEL

  17. wante disse:

    Vocês estão de palhaçada, deixem os especialistas decidirem pelo melhor caça! Politicos entende muito é de corrupção e enrolar o povão! Eles não entendem nada de aviões de combate! Depois da compra, leve um dos caça, para o angar da EMBRAER, desmonte tudo e cópie peça por peça. Após copiar tudo, monte um caça mais avançado do que aquele que foi comprado!