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Redução de pena

Governo quer tornar presos devoradores de livros

Leitura dos livros da série 'Crepúsculo' vai valer a detentos alguns dias a menos na prisão

Tratamento para Anorexia

Muitas ou poucas calorias, eis a questão!

Estudos sugerem que pacientes poderiam ser alimentados de forma mais agressiva

Coluna Esplanada

Lupi e Dilma vão escolher novo ministro

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Tecnologia

A eternidade do livro impresso

Avanços não significam a morte de tecnologias anteriores

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Mandela: primeiro presidente negro da África do Sul

Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994

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Opinião Pública

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Crítica de Cinema

A Música Segundo Tom Jobim

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Grita Brasil

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Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!

Caças

Brasil pagaria o dobro que Índia por Rafale

20/01/2010 | Enviar | Imprimir | Comentários: 67 | A A A

Caro leitor, você acha que se justifica pagar o dobro do preço em nome de “acordos estratégicos” que não são de conhecimento público?

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O governo indiano, que, assim como o Brasil, realiza uma licitação para compra de caças para sua força aérea, pode levar o avião francês Rafale pela metade do preço pago pelos brasileiros. O avião produzido pela Dassault é o favorito do presidente Lula e seu governo para o país.

Enquanto o preço pago pelos indianos ficaria em US$ 10 bilhões para 126 caças, o Brasil estaria disposto a pagar R$ 10 bilhões por 36 caças. Ou seja, um avião Rafale custaria US$ 79.365.079,36 para a Índia e US$ 157.828.282,82 para o Brasil, aproximadamente o dobro.

A imprensa indiana havia anunciado que o país havia eliminado o Rafale de sua disputa pelo contrato, mas a notícia foi desmentida.

Leia mais:


Planalto decide por Rafale

FAB entrega relatório sobre caças favorável à vontade de Lula

Escrito por: Fábio Terra Teixeira

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67 opiniões para o artigo: Brasil pagaria o dobro que Índia por Rafale

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Opinião de wante (Esteio, Rio Grande do Sul)
Na data: 16 de fevereiro de 2011 as 0:17

Vocês estão de palhaçada, deixem os especialistas decidirem pelo melhor caça! Politicos entende muito é de corrupção e enrolar o povão! Eles não entendem nada de aviões de combate! Depois da compra, leve um dos caça, para o angar da EMBRAER, desmonte tudo e cópie peça por peça. Após copiar tudo, monte um caça mais avançado do que aquele que foi comprado!

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Opinião de MARCOS SAMUEL (Cruzeiro, São Paulo)
Na data: 19 de julho de 2010 as 20:32

MINHA NOSSA!

ESTAMOS PERDENDO TEMPO NESTA NOVELA.
VOCÊS (governo)ESTÃO BRINCANDO COM FOGO… OU VAI OU NÃO VAI?
SINTO MAL ESTAR DESTA INDECISÃO, DESTA BUROCRACIA E ALEM DO MAIS IRRESPONSÁVEL.
O LULA VAI SAIR SEM BATER O MARTELO!!!!
ESTÁ ESPERANDO O QUE?
SE QUISER FABRICAR CAÇA DE 5a GERAÇÃO 100% NACIONAL, FAÇA COMO OS CHINESES COMPRE 5 NOVOS DESMONTEM 2 E FAÇA MAIS MODERNO.

SAMUEL

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Opinião de Édison Guedes (Rio de Janeiro)
Na data: 12 de março de 2010 as 13:47

Como engenheiro consultor na área de Mecânica Estrutural, causou-me perplexidade a leitura da opinião do leitor Francisco José Pinheiro, relativa à competência de nossas indústrias. Pois ao contrário do que ele apregoa – de maneira totalmente equivocada – nosso parque industrial é mais completo e mais sofisticado que os da Índia e Paquistão, sem sombra de dúvida! Por outro lado, no que tange aos “Thyfoons” (sic), creio que o citado leitor pretendia referir-se ao “Eurofighter Typhoon”, projeto europeu de caça avançado que a França abandonou em meados da década de 80, a fim de tocar sozinha seu projeto similar. O resultado dessa decisão estratégica consiste no excelente Rafale (único avião de caça multifunção da atualidade: chamá-lo de “aviãozinho” é brincadeira de mau gosto). Comparado ao Typhoon, o Rafale tem mais alcance (essencial para o Brasil) e maior poder de fogo. Além disso, o Typhoon padeceria de complicações insanáveis, no que concerne à transferência irrestrita de tecnologia. Por que? Ora, simplesmente por tratar-se de um projeto multinacional, ao contrário do Rafale, que é 100% francês.
Resumo da ópera: o presidente Lula tem razão! Que venham os Rafale, para acrescentar tecnologia de ponta não somente à nossa promissora indústria de defesa, como também à qualidade indiscutível dos nossos pilotos militares (únicos do mundo a pousar com os C-130 HERCULES no inverno antártico – sem equipamentos especiais).

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Opinião de Francisco José Pinheiro (Araruama, Rio de Janeiro)
Na data: 6 de março de 2010 as 9:06

Amigo Marcos não citarei a India mas apenas seu vizinho e potencial inimigo,o Paquistão.Este pais embora poucos saibam tem um parque industrial mais forte que o nosso e a India tem mais ainda.A India tem bala na agulha pra comprar 300 Thyfoons se quiser,enquanto nós,o Eldorado Tupyniquim fazemos um extardalhaço por 36 aviõezinhos que não defenderão em nada a integridade de nosso pais de dimenssões continentais.O Brasil precisa de investimentos de forma efetiva em pesquisa pois pessoas capacitadas para tal nós ate exportamos…

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Opinião de Francisco José Pinheiro (Araruama, Rio de Janeiro)
Na data: 6 de março de 2010 as 8:59

Nessa novela chamada FX-2 eu ainda não consegui entender porque colocarão um caça que não existe e um que duvidamos que receberiamos como pedimos?Porque não colocaram os SU-35 (ou melhor,os excluirão) e os Thyphoons ??? Fizeram um joguinho de carta marcada para não contrariar em demasia ao Xerife global (EUA).Não deveriam ter dado a incubencia de idealizar e fabricar o FX-2 no Brasil pela Embraer que buscaria um parceiro capacitado externamente? Eita abençoada e amada Nação Brasileira onde os que pensam lhes faltam os necessarios neuronios.

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Opinião de leonardo secco
Na data: 24 de fevereiro de 2010 as 12:51

Tudo muito bonito nos comentários sobre as qualidades do Rafale. Agora respondam o seguinte:
- a diferença no preço
- a completa discriminação sobre o parecr das forças armadas
- a antecipação , velada ou não , de que a escolha é imposição do Lula.
Além do mais vamos ponderar que o investimento de US$ 10 bi em “apenas” 36 caças seria melhor utilizado em outros itens muito mais urgentes das Forças Armadas , como o patrulhamento de fronteiras e oceanos contra as incursões de estrangeiros e do narcotráfico , as sofríveis condições de manutenção de quartéis e tropas , a inexistência de investimento em serviços de inteligência.
Isto sem falar que este dinheiro vai fazer muita falta na hora de pagar contas que vêm por aí , como Copa e Olimpíadas. De fato parece que o que o Lula quer é deixar contas para o governo que virá , pois certamente não será o do PT.

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Opinião de Marcos Bicalho
Na data: 12 de fevereiro de 2010 as 9:10

De tão absurda a informação, chego a duvidar dos preços. Por que a diferença? É o mesmo avião? É o mesmo modelo? As condições de pagamento são iguais? 36 para um 126 para outro? 3+6=9, 1+2+6=9. A Índia tem ‘bala na agulha’ para comprar 126 caças? A Índia tem cartão preferencial? Tá faltando alguma explicação, coisas interessantes para parte da imprensa patrocinada.

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Opinião de Édison Guedes
Na data: 8 de fevereiro de 2010 as 17:02

Obrigado, Jeronimo, pela clareza e profundidade das informações sobre o RAFALE. Se me permite o comentário, eu acrescento apenas o seguinte: precisamos reconhecer o valor inestimável da transferência irrestrita dessa tecnologia de ponta. Trata-se do nosso primeiro grande passo, rumo à independência na área sensível da aviação militar de caça. O Brasil é demasiadamente importante, para ficar eternamente à mercê das conveniências geopolíticas do espertíssimo Tio Sam.
Esperemos, então, que o presidente Lula mantenha sua conhecida posição, firme e lúcida, em relação ao Projeto FX-2.

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Opinião de Jeronimo
Na data: 8 de fevereiro de 2010 as 16:03

Isso talvez esclareça um pouco.
Caça Rafale – França

Muitos dos caças da nova geração têm uma configuração com asas em delta e canards, com potente motorização, capazes de fazer curvas tão fechadas que até pouco tempo atrás eram consideradas impossíveis. Um dos exemplares dessa classe de aeronaves é o Dassault Rafale (rajada de vento), desenvolvido a partir do Avião de Combate Experimental (ACX) que surgiu nos anos 80 como avião de demonstração de tecnologia, antes que a França se retirasse do projeto European Fighter Aircraft (hoje Eurofighter Typhoon). O ACX foi utilizado então para testar a configuração de um novo programa, o ACT-Rafale (Avion de Combat Tactique), bem como o seu sistema de controle fly-by-wire e célula, construída em grande parte com materiais compostos. Produzido em três versões, o Rafale M, variante naval entrou em serviço na Marinha francesa em 2001, operando a bordo do porta-aviões nuclear Charles de Gaulle, as versões B e C, biposto e monoposto da Força Aérea, estarão operacionais a partir de 2005. O cockpit do Rafale está equipado com manete HOTAS, head-up display (HUD) e um display holográfico grande angular da Thales, que provê as informações de vôo, da missão e dos alvos, conjugado com dois displays laterais e visor montado no capacete, permitindo ao piloto uma maior consciência situacional. As contramedidas eletrônicas estão a cargo do sistema Spectra, com alerta radar, alerta designação laser e aproximação de mísseis hostis. O radar do Rafale é o RBE2 da Thales, o primeiro da Europa ocidental com varredura eletrônica em dois planos (look-down/shoot-down). Verdadeiro sistema multimodal, incorpora a capacidade de seguimento do perfil do terreno, funções de navegação e ataque ao solo, podendo-se mudar sua configuração em pleno vôo de acordo com a missão a ser cumprida e possibilitando o acompanhamento automático e ataque simultâneo a até oito alvos.
O Rafale está dotado de sensor óptico eletrônico infravermelho SAGEM OSF, montado no nariz, com alcance de 70 km, acoplado a um telêmetro a laser que possibilita uma busca e aquisição de alvos de alta definição e resistente a perturbações magnéticas. Possui 14 pontos duros subalares e ventrais, com uma carga bélica de 8 toneladas, podendo utilizar os mais diversos tipos de mísseis e bombas atuais, como os mísseis ar-ar MICA, Sidewinder ou AMRAAM, ar-superfície Apache, Storm Shadow, AS 30L ou HARM, antinavio AM39 Exocet ou Harpoon e nucleares ASMP, além de seu canhão GIAT 30mm DEFA 791B, com cadência de fogo de 2.500 tiros por minuto. O Rafale está equipado com dois motores SNECMA M88-3, turbofan compacto fácil de instalar e manter, com potência unitária de 86 KN e pós-combustor. Com uma encomenda inicial de 36 unidades para a Força Aérea francesa, 25 para a Marinha e um contrato adicional para mais 59 unidades assinado recentemente, o Rafale irá aos poucos se tornando a espinha dorsal da defesa aérea da França e se transformando em uma real opção de um caça avançado, com excepcionais qualidades, para diversas Forças Aéreas ao redor do mundo, participando no momento de várias licitações internacionais.

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Opinião de Jeronimo
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 18:31

Pelo pouco que sei à respeito do assunto (compra dos caças), o Rafale é o mais completo e em testes realizados, demonstrou muito mais mobilidade e eficiência que os F16 ou F18.
Outrossim,o Gripen sueco não transfere tecnologia dos equipamentos, que são de propriedade dos EUA, e como se sabe, a Lei dos EUA não permite em nenhuma hipótese a tal transferência. Então o Lula não está tão errado não gente.

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Opinião de Édison Guedes
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 13:33

Prezados leitores eventuais: como se tem escrito bobagem (quase sempre em mau português) a respeito da tecnologia aeroespacial francesa!
Àqueles desinformados que se julgam sabichões: a aviação militar nasceu na França, em 1909. Por conseguinte, foi a França o primeiro país do mundo a produzir aviões de combate. Ao eclodir a Primeira Guerra Mundial, a “Armée de L’Air” possuía 148 aviões de ataque, inclusive navais. Todos impulsionados pelo famoso motor a combustão Blériot, o melhor da época. Mais tarde, logo após o término da Segunda Guerra Mundial, a indústria aeronáutica francesa dedicou-se às aeronaves a reação, tendo conquistado então grandes vitórias tecnológicas (tanto na área militar, quanto na civil). Quem não se lembra do majestoso Caravelle, a primeira aeronave comercial a usar turbinas na cauda? Ou do audacioso Concorde, cujo sucesso ofuscou o projeto SST da poderosa Boeing? (fabricado em parceria, porém com predominância francesa). Quem desconhece o poderoso foguete Arianne, capaz de colocar vários satélites em órbita, simultaneamente? Ah, sim, que tal uma viagem no insuperável Airbus-A380? Aliás, quem ousa tecer comentários hilariantes sobre os Rafale deveria visitar Toulouse, ao sul da França, a cidade-sede da monumental família Airbus, centro nervoso da indústria aeroespacial francesa. Além da tecnologia de ponta, a região oferece ótimo vinho e bela paisagem…
Rabisquei esta pequena introdução, a fim de chegar ao Rafale F3 (nosso futuro “caçador”). E para demonstrar sua supremacia inquestionável – ao contrário do que apregoam leitores desinformados, incautos ou maledicentes – basta citar a última “Red Flag” (simulação de combate aéreo, realizada nos EUA), ao longo da qual os Rafale F3 conseguiram se aproximar tão furtivamente dos F-18, a ponto de tornarem impossível qualquer manobra evasiva, por parte dos pilotos americanos (fato relatado por estes próprios pilotos). No final do evento, para surpresa dos americanos, os caças Rafale F3 haviam infligido aos conceituados caças F-18 uma derrota incontestável por 6×2. Que tal lhes parece, eventuais leitores?…
Em suma, basta de insinuações malévolas e grosseiras, em relação à conduta cívica do presidente Lula, pois ele tem razão: o Rafale F3 é um grande passo à frente. Urge que nos libertemos, de uma vez por todas, da complicada “ajuda militar” do trêfego Tio Sam.

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Opinião de Airton
Na data: 4 de fevereiro de 2010 as 9:44

Somente para completar… A França tem vários esquadrões de caça e somente 1(um) deles usa o rafale. Segundo o que os próprios “militares” franceses informaram, o motivo é o alto custo e a complexidade de manutenção da aeronave. Ou seja, o abacaxi é tão grande que nem mesmo eles querem, mas conseguiram vender pra nós!!!

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Opinião de Airton
Na data: 4 de fevereiro de 2010 as 9:40

Quem acha que o Rafale é melhor não entende nada de aviação e muito menos de economia e política internacional. O Rafale simplesmente perdeu todas as concorrências que participou até agora. Será que os outros 5 países que recusaran são mais burros que o Brasil??? Quem trabalha com manutenção de avião francês sabe… É mais caro, demora mais tempo para se receber peças e, principalmente, é quase impossível a transferência de tecnologia. A exemplo o Mirage F-103, que foi comprado na década de 70 e até o fim da carreira em 2005, o Brasil só conseguiu fabricar porcas e parafusos. Mais uma vez, o dinheiro do contribuinte será jogado no lixo.

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Opinião de Marcos H.Batista
Na data: 4 de fevereiro de 2010 as 9:39

Comprar aviãozinho,revolvinho,bonbinha e etc…
é sempre coisa de adulto que não cresceu, que ainda continua brincando como se não tivesse amadurecido o suficiente pra entender que a vida tem outros valores mais humano…Como por exemplo todas as dificuldades que o mundo vem atravessando com a falta de tudo que possa realmente trazer a evolução humana…acho que só saber escrever certo e com palavras bonitinhas deve ser importante para quem esta vivendo preoculpado com isso..
Eu não tenho estudo mais sei com certeza que a soluções dos problemas humanos e dos animais que seja, não depende de contratos com compras milhionarias que governos entre eles fazem… e sim da atitude da sociedade mundial de mudar o foco dos valores da vida para uma real qualidade de vida… e não deixar passar despercebido que a união dos povos evita contrados milhionarios que são pago com dinheiro que poderia e deveria ser aplicado na qualidade de uma sociedade seja ela qual for…sem descriminação…é como penso…
(os erros no texto são porque so estudei até 6º ano tenho 52 anos hoje e vive tentando viver e sobreviver por mais que eu soubesse a importancia não consegui voltar a escola..”kPena”..abraços em todo que refletirão junto comigo maneiras de se fazer pela vida e não pela guerra…)

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Opinião de Pacífico Armando Guerra
Na data: 4 de fevereiro de 2010 as 9:38

Transcrevo a seguir alguns trechos de artigo do Sr.Claudio Magnavita,publisher da revista Aviação em Revista,edição 701,ano 71,pag 80;
“O FATOR ODEBRECHT”
“A construtora surge como sócia de milionária operação de venda de submarinos e,possivelmente,de aviões de caça ao governo”
“É dificil achar um negócio que envolva transações relacionadas à venda bilionária de armamento sem que apareça uma pulga atrás da orelha.”

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Opinião de Ricardo
Na data: 4 de fevereiro de 2010 as 7:46

Bom srs. leitores; Ceeio o que se comenta é uma compra de caças,necessáio ao Brasil.
Os franceses tem varios tipod de dificuldades entr elas. Não são parceiros nem um pouco confiaveis(já temos experiência recentes)São sem duvida os que mais”articulam ” para realizae “negócio”. Isto influi diretamnte no custo,que na realidade é muito inferior ao apresentado.Transferência de tecnologia francesa ! boa bricadeira o tempo dirá outra vez.
Estamos entrando na terceira compra francesa nos últimos 40 anos ,ainda não aprendemos ??

Os Suecos tem boa vontade mas não tem um avião de caça confiavel ainda teriam de trabalhar mais uns anos com dinheiro”basiliro”.

Americanos só vende produtos de prateleira e em fase de descarte .Se os senhores da imprensa forem procura ,deverão encontra valores mais próximos dos US$ 35,000.000 nestes CAÇAS .
Obrigado pela sua atenção.

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Opinião de marcelo
Na data: 3 de fevereiro de 2010 as 19:55

olha o brasil tem que se armar para ser respeitado especialmente na america do sul
porque amigos hoje mas amanhã talves sejamos inimigos

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Opinião de Paulo Rick
Na data: 2 de fevereiro de 2010 as 11:56

Creio que esse tipo de matéria irresponsável, desinformada e sensacionalista poderia ter economizado bytes. Esses preços não existem, na concorrência indiana não se está na fase de definição de preços, assim, isso é apenas notícia de jornal. Quanto aos preços atribuídos ao certame brasileiro, se trata de uma estimativa de preço máximo, quer dizer, que inclui o caça em si, armamentos, manutenção contratada por certo tempo e ainda pagamento pela transferência de tecnologia, assim, não tem sentido esse comparação absurda, os pacotes não são iguais e os preços não estão definidos ainda.

[]´s

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Opinião de Eduardo Carvalho
Na data: 2 de fevereiro de 2010 as 1:11

Lembrem-se, os preços do gripen são estimados, não foi produzido nenhum deles. Existe sim uma versão anterior. Não digo que o gripen não seja uma ótima opção, mas pode não ser a maravilha que tentam pintar.Projetos estouram as previsões ( custos, entrega, etc), temos de ter LOGO um caça que seja o melhor possível para a AL (tem SU 30 nas redondezas, lembram ?).Tem países aqui que ainda brigam por questões de fronteiras bem antigas. Para ‘apareçer’ um ‘mui amigo’ pedindo tribunal internacional para rever NOSSAS fronteiras, não custa…E será com total apoio de alguns países europeus (Espanha, por ex.)bem aramdinhos. Invés de se desgastar em questões infindáveis que podemos resolver depois, vamos lembrar que:
Quem tem riquezas e demonstra fraqueza, atrai contra si a cobiça.

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Opinião de Eduardo Carvalho
Na data: 2 de fevereiro de 2010 as 0:54

Caros: ninguém disse que ‘nunca’ há maracutaia ( que de resto acontece em TODO o mundo, em todos os tempos)…Eu disse que supor, apenas com base em informações superficiais e inexatas a existência de maracutaia é irresponsável.Disse tambem que é mais difícil uma maracutaia acontecer quando envolve muitas instituições, como é o caso.É preciso tambem lembrar que o Lula pode ser muita coisa (boa e ruim), mas não é burro de deixar um baita rabão desses (pra ser pego) num ano eleitoral.Quanto aos aviões, que venha qualquer dos tres, pois depende apenas de nossos esforços ‘adquirir’ tecnologia, seja por bem (recebendo em acordos) seja por mal (eng. reversa mesmo, na cara dura). Prefiro o rafale, pois já voa e tem menos USA nele. Mas qualquer dos tres fica muito melhor do que está.

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Opinião de Alexandre Faleiro
Na data: 31 de janeiro de 2010 as 15:59

Eu digo sim ao Rafale e a importante aliança com a França. Quanto ao preço vale lembrar que estamos comprando um conjunto: caça multifunção de última geração + transferência de tecnologia + aliança estratégica com a França = livres do congresso americano

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Opinião de asarias silva moraes
Na data: 31 de janeiro de 2010 as 15:24

existe uma rivalidade entre frança e estados unidos, não me pergunte mas de fato existem. na verdade sou favorável ao caça françes justamente porque vai se quebrar um grande paradigma nesse pais de que tudo tem que ser americano, eu sei ki os americanos em tecnologia de aviação entendem muito, mas eles não vão passar todas suas tecnologias. eu confio mais na frança, que é óbvio, ela também não passará tudo de seu conhecimento, mas só de quebrar esse tabú, já é muito pro brasil , faço uma pergunta: E se foce o FHC? tenho certeza que ele imediatamente daria um jeito e aprovaria os caças americanos.

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Opinião de Evandro Correia
Na data: 30 de janeiro de 2010 as 21:33

Eduardo Carvalho: Maracutaia nunca, né? E o mensalão? E o projeto Sivam? É o executivo, o congresso e as FA enfiados na lama até o pescoço. E não falo só do governo PT — o caso Sivam vem de muito antes.

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Opinião de Eduardo Carvalho
Na data: 30 de janeiro de 2010 as 18:10

‘quem em nada atende aos interesses….’ rsrsrs…ficou feio, né? ‘interessa aos interesses…’

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Opinião de Eduardo Carvalho
Na data: 30 de janeiro de 2010 as 18:08

Na decisão final,veremos as explicações.Até lá, preços, e condições são especulações.Ninguém sabe qual será o preço REAL do Gripen, pois é apenas um projeto.O rafale é um baita caça, e é de fato um pouco mais caro, pois seu desenvolvimento foi pensado em termos de minimizar a ‘presença’ americana, o que não ocorreu com o Gripen, que tem motor americano.O F 18 tambem é um ótimo caça, mas as relações em tecnologia sensível com os EUA não são fáceis, pelo contrário.Por enquanto,supor que esteja havendo maracutaia no negócio é IRRESPONSABILIDADE,que em nada interessa aos interesses brasileiros.Duvido que se faça um negócio comprometedor ao Brasil estando várias instituições (FA’s, Congresso, Executivo) presentes.Vamos com calma, gente…vamos analisar com mais calma e bom senso as coisas antes de xingar alguém de safado e ladrão…E de quebra, qualquer dos três será melhor que as ‘velharias’ voadoras de nossa defesa aérea.

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Opinião de Vivaldo Fonseca
Na data: 29 de janeiro de 2010 as 12:27

Parabéns Nivaldo,

Estão perfeitas suas colocações vamos mostrar aos que não ao Brasil e que criticam ao Presidente que muito tem feito pelo País que amem seua terra, que tenham orgulho de ser ser Brasileiro.
Parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Opinião de Édison Guedes
Na data: 29 de janeiro de 2010 as 11:11

Atenção, pessoal da REDAÇÃO:
Permitam-me afirmar que vocês não têm o direito de insinuar que as obscuras denúncias à compra dos RAFALE sejam verdadeiras (por uma questão de estilo, não me agrada escrever “são verdadeiras”). Também não gostei do “talvez” que inicia o último período: soa-me deselegante.
Por outro lado, concordo plenamente com a opinião do leitor NIVALDO. Aliás, já cansei de ocupar este louvável e democrático painel, regularmente atacado pelo mau português, para defender a opção lúcida e corajosa do presidente Lula, no que tange à compra dos caças multifunção RAFALE. Trata-se da melhor opção, sem sombra de dúvida. Àqueles que ainda não entenderam a importância da parceria estratégica com a FRANÇA (ruptura definitiva do perigoso cordão umbilical que nos tem ligado, no âmbito militar, aos EUA), apresento meus sinceros pêsames. Àqueles que insistem em atacar, de forma inútil e chula, a figura do presidente, envio minhas sinceras condolências. Pois enquanto o RAFALE voa desde 1986 (além de ser a opção mais moderna), o GRIPEN NG jamais voou: trata-se, a rigor, de uma “aeronave na planta”. E o RAFALE já foi testado “à vera”, com absoluto sucesso, no Iraque e no Afeganistão. Tem mais: numa simulação realizada nos EUA, os RAFALE conseguiram se aproximar dos F-18 sem serem notados, a ponto de impedir que os caças americanos pudessem efetuar qualque manobra evasiva. Que tal lhes parece?
Finalizando: neguinho e branquinho estão falando bobagens em profusão sobre o preço de compra dos RAFALE. Calma, gente, que tudo vai dar certo…

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Opinião de nivaldo
Na data: 28 de janeiro de 2010 as 10:23

Sou totalmente favorável a compra dos Rafales, uma vez que atende toda a necessidade interna e externa de defesa e segurança do Brasil. Em 1º lugar teremos a tecnologia, não só para a manutenção mas para a fabricação. 2º lugar não sofreremos nenhma restrição por parte dos EUA, haja visto no caso da Venezuela que iriamos vender os Super tucanos e foi vetado pelos EUA, os mísseis e os sitemas não seriam bloqueados, aconteceu também em países que compraram produtos bélicos dos EUA, e o próprio Canadá, vai deixar de comprar produtos do EUA, por causa da restrição. 3º lugar com política e estratégica com a França, saindo sob a influência dos EUA. 4º lugar com a aproximação da Africa e países latinos poderiamos abrir mercado para possíveis compradores. 5º lugar os Rafales sim, podem combater e anular qualquer tipo de ameaça contra solo do Brasil, mesmo porque já se mostrou eficiência pela Otan, Afeganistão e Iraque.7ºlugar não estamos comprado um produto frágil, descartável e sim por sua durabilidade até a 5ª geração. Em 8º lugar um produto bom tem um preço, porque o barato as vezes sai muito caro e o Brasil já tem experiência neste sentido.

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Opinião de REDAÇÃO
Na data: 25 de janeiro de 2010 as 20:31

O leitor Fernando Luiz demonstra, além de grosseria, dificuldade de lidar com a língua portuguesa:
- usamos o tempo de verbo “pagaria” porque o fato ainda não ocorreu, e esperamos que não ocorra.
- a fonte das informações está logo abaixo do nosso texto, nos links abaixo das palavras “leia mais”. É só clicar ali.
- não podemos publicar todas as especificações técnicas dos aviões estudados pela Índia e pelo Brasil, já que não são de conhecimento público. Mas basicamente um Rafale é um Rafale. É como comprar, por exemplo, um Volkswagen modelo Gol. Ele pode vir com ou sem ar condicionado, direção hidráulica, etc, mas nunca o modelo mais completo chegará perto de custar o dobro do mais simples.
- nós estamos totalmente abertos ao direito de resposta, Fernando. Eles é que não responderam. E não responderam não apenas neste site, mas não vimos resposta em vários grandes jornais diários onde as mesmas denúncias foram feitas. Talvez eles não tenham nada a dizer simplesmente porque as denúncias são verdadeiras.

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Opinião de Fernando Luiz da Silva
Na data: 25 de janeiro de 2010 as 17:25

Prezados moderadores do site:
O artigo peca em:
1) não citar a fonte da informação e usa o verbo”pagaria”(talvez seja melhor mudar o nome do site para Opinião e Fofoca)
2) Não publicar as especificações dos aviões comprados pela India e Brasil
3)Não apresentar direito de resposta aos acusados dessa aquisição tão duvidosa.
Isso é tendencioso e irresponsável.

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Opinião de Francisco Jose Pinheiro
Na data: 24 de janeiro de 2010 as 21:48

Na verdade o Rafalle não é uma escolha politica e sim ideologica.Vermelhinhos de Brasilia deveriam habitar o seculo 21 e pensar no que é melhor para o Brasil.Estão indo de encontro a nossa industria,nossos empresarios e nossa Força Aerea na escola do avião Frances.O Gripen NG é a cara do Brasil e de nossos pilotos.Pequeno,robusto,moderno.De reabastecimento e rearmamento rapido,facilmente ocultavel,uma luva para a defesa amazonica.A transferencia tecnologica é nula se não se tem meios e eles surgem com investimentos.Acordem.Voces acham que o acidente na base de Alcantara que vitimou toda nossa equipe cientifica foi mera coincidencia?E as boias nauticas de telemetria com compartimentos extras encontradas no mar proximo a base tambem foi mera coincidencia?Temos a terra que qualquer povo gostaria de possuir e precisamos urgentemente ter-mos meios de defende-la.

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Opinião de Fernando L. Silva
Na data: 24 de janeiro de 2010 as 17:42

“Meu mais intenso desejo é ver verdadeiras escolas de aviação no Brasil. Ver o aeroplano – hoje poderosa arma de guerra, amanhã meio ótimo de transporte, percorrendo as nossas imensas regiões,povoando o nosso céu, para onde, primeiro, levantou os olhos o Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão.”
SANTOS=DUMONT
em seu livro: Oque eu vi nos veremos http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bi000197.pdf
Onde foi que erramos? Ou melhor quem foi que nos errou? Alguns falam em comissão para compra dos caças… E as comissões recebidas para manter este pais sem tecnologia, mesmo a tendo criado?

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Opinião de Francisco Jose Pinheiro
Na data: 24 de janeiro de 2010 as 16:34

A India pretende comprar 120 caças.O brasil comprara 36 caças e mais a transferencia de tecnologia do mesmo.Essa pode ser a diferença de preço.Quem venderia um produto e sua total engenharia pelo preço do mesmo produto unitario?Existe muita especulação em nossa sociedade.Clamam prioridades sociais.Nosso momento economico e politico internacional é inedito em nossa historia.Amazonia a proteger,pré-sal a explorar e defender e quem fara isso e com o que?Seremos em breve o maior produtor energetico do mundo.Ja somos o maior produtor de grãos e carnes.O maior deposito de agua potavel do planeta.Seremos ou ja somos o maior alvo de cobiça extrangeira.E como garantir nossa sobrevivencia e o futuro de nossas gerações?

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Opinião de Bernardo Stamm
Na data: 24 de janeiro de 2010 as 14:41

Nao podemos dizer que o gripen NG e um aviao de papel.E um desenvolvimento do Gripen que encontra-se em operaçao na Suecia, Austria, Africa do Sul, etc…
A grande vantagem que vejo, e o acompanhamento do desenvolvimento da aeronave. Nos trara muitos bons frutos.
Trabalhei no projeto AMX e na epoca a FAB nao entendia que a aeronave nao era um aviao de caça e sim um aviao de ataque. Que o aviao era parte de um sistema de armas e nao apenas um vetor com canhoes.
O custo da manutençao era importante e nao o preço de compra de ocasiao.
Todos aprenderam
Hoje, parece estarmos no mesmo dilema, comprar
para o pais o melhor dentro de nossas posibilidades orçamentarias e que nos tragam maiores possibilidades de desenvolvimento do produto e conhecimento tecnico.
Quandolemos que a hora do custo operacional do Rafale e U$ 15.000 e do Gripen e U$ 4.500 nao ha duvidas, Gripen na cabeça.
O Sr.Presidente que me desculpe mas,nao queremos voltar a situaçao de setenta anos atras, antes da segunda guerra, quando a missao francesa,instalada no Brasil, mandava em nosso exercito e na nossa aviaçao embrionaria.

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Opinião de Arlindo Cláudio Moreira
Na data: 23 de janeiro de 2010 as 17:34

Vejo este assunto da seguinte forma,a quanto tempo,nossa frota de aviões militares não eram trocados.A anos e anos,nossos aviões estavam sucateados.O governo Lula,foi o único a se interessar em comprar tudo novo e rápido.Acho louvável,que nosso presidente queira ser o último a dar a palavra.Existem critérios técnicos a respeito deste assunto,temos uma das melhores escolas de pilotos militares e civis,do mundo.Sinceramente,acho que se nosso governo prefere comprar outros aviões,mais caros,é porque eles tem muito mais tecnologia.E além do mais,peritos técnicos neste assunto,deram suas opiniões e respectivos relatórios,a favor desta compra.Somente o fato de renovar-mos nossa frota de aviões de combate e patrulha,já mostra que nosso país está caminhando para frente.É preferível o governo comprar material para beneficiar nosso país,do que não comprar,e depositar este dinheiro em paraisos fiscais.

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Opinião de José Antonio Alves
Na data: 22 de janeiro de 2010 as 18:16

Quanto a opiniões técnicas e particulares já hove muitas.
Como não há mais espaços para opiniões, deixo a pergunta:
QUANTO SERÁ O VALOR DA COMISSÃO “EM DOLARES OU EUROS” que os compradores receberão. Admito com muita tranquilidade que não se nehuma mixaria, tendo em vista os valores que estão sendo pagos indevidamente. OWER PRICE?

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Opinião de ROBIN
Na data: 22 de janeiro de 2010 as 11:23

A diferença creio eu, está na transferencia de tecnologia, coisa que a Índia não está adquirindo. No caso do Brasil, está sendo comprado também a tecnologia, que não é barato.

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Opinião de Édison Guedes
Na data: 22 de janeiro de 2010 as 9:38

Ao leitor Robson Mothé:
A FAB não avaliou a funcionalidade dos GRIPEN, meu caro, simplesmente porque tais caças ainda não existem. Portanto, nenhum dos pilotos de alto nível de nossa gloriosa FORÇA AÉREA (e ela os tem em abundância, ao contrário do que pensam alguns leitores bobocas)teria podido testá-los. Enfatizo que qualquer aeronave, seja ela civil ou militar, requer um longo tempo de ensaio e maturação, antes que sejam confirmadas sua funcionalidade e sua eficiência. A família RAFALE, por exemplo, voa desde 1986, e somente a versão atual conseguiu atingir o status de “caça multifunção” (o único no mundo de hoje, aliás). Portanto, a insinuação de que a preferência do presidente Lula pelo RAFALE seria “política” (?!) soa tão inconsistente quanto ridícula. A propósito, o Relatório Oficial da FAB colocou as coisas, finalmente, em seus devidos lugares técnicos. Atenção: refiro-me, aqui, ao Relatório Oficial, não àquele arremedo questionável e indecoroso, divulgado por uma facção malévola da imprensa brasileira(alimentada por maus militares, diga-se a bem da verdade), desprovida de qualquer compromisso com o verdadeiro patriotismo (são “patriotas de copa do mundo”, apenas). Em suma: a compra do GRIPEN (que possuirá, se virar aeronave algum dia, mais de 50% de tecnologia americana), não se coaduna com o BRASIL GRANDE que todos, supostamente, desejamos. Pois manter-nos-ia na posição deprimente de dependentes eternos da ajuda militar do espertíssimo Tio Sam.
A História dará razão ao presidente Lula!

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Opinião de Vivaldo Fonseca
Na data: 22 de janeiro de 2010 as 9:12

Primeiro parabenizar o Sr. Édison Guedes pela sua brilhante colocação e dizer aos demais que para ser brilhante é preciso antes de tudo ter amor ao seu país.
Guardar o seu país com caça de papel de valor astronômico, sem comentários.
Usar o dinheiro do povo de forma inteligente, respeitosa é merecedor.
Parabéns Presidente e, graças a Deus por ser sua a última palavra.
Nós brasileiros que amamos nosso país devemos ter orgulho desse brilhante comandante que tem recebido elogios de todas as grandes nações.
Acredito que o único brasileiro até a presente data que poderia ter um desempenho igual o melhor seria o estimado e velho conhecido Brizola.
Portanto, mais uma vez, Parebéns Sr. Édison Guedes. O Brasil precisa de pessoas com você.

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Opinião de Luiz Carlos Franken
Na data: 22 de janeiro de 2010 as 8:49

Com todas as vantagens da Boeing, apesar do problema já havido com a venda dos Super Tucanos para a Venezuela, como compra de 100 Super Tucanos e alguns 50 C390 da Embraer e ela participar do projeto do novo Hornet não se compreende a compra do Rafale. Vejam a diferença de preços do Rafale para a India e o preço que o Brasil pagaria? Porque essa diferença? Somos bobos? Não sabemos negociar? ou tem algo por trás????

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Opinião de Robson Mothé
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 17:13

A decisão deveria ser técnica e não política. Primeiro deveria ser avaliado a posição da FAB que leva em consideração o preço e a funcionalidade dos caças, e segundo informações, a concorrente sueca, SAAB, é a melhor.

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Opinião de Édison Guedes
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 15:10

O presidente Lula tem razão: o RAFALE F3 é a melhor opção, sem sombra de dúvida!
Infelizmente, a maioria dos comentários tem sido muito pobre, tanto de gramática quanto de conteúdo. Pensemos, pois (faz bem à saúde):
1- GRIPEN? Ora, trata-se de um projeto de aeronave militar; jamais voou, não existe sequer um protótipo; nem o governo da Suécia o encomendou, até hoje; terá motor e aviônica de origem americana (!?); terá menor velocidade, menor raio de ação (incompatível com o nosso imenso Brasil) e menor resistência dinâmica que o RAFALE; exatamente por isso ele é mais barato, entenderam? Ou alguém considera inteligente comprar um avião militar “na planta”, como se fora um apartamento na Tijuca? e aí, querem mais?…
2- F18-PROJAC: recusar-me-ia a analisá-lo, mas não consigo resistir à tentação de esclarecer, aos desavisados, que se trata de uma aeronave monofunção atualizada, porém nascida na década de 60 (possui menor raio de ação e menor resistência dinâmica que o RAFALE); além do mais, todos sabemos que Tio Sam nada transfere, exceto dívidas; entenderam?…
3- RAFALE F3: o vencedor incontestável; o único caça multifunção da atualidade (nesse quesito, nem o incrível SUKHOI-35 consegue batê-lo); a primeira versão voou em 1986; pode operar como caça interceptador ou como bombardeiro (de médio ou longo alcance; embarcado ou baseado em terra); sua tecnologia, 100% francesa, nos será totalmente transferida, mediante contrato celebrado entre governos.
Resumindo: O Brasil começa, afinal, a ter o peso que merece, no cenário internacional. Que sejam então bem-vindos, tanto os RAFALE quanto os SCORPÈNE!

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Opinião de Roberto Santiago
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 14:42

Tudo isto faz-me lembrar do ACM!! E vocês, lembram-se dele?? Lembram-se quando ele disse, no plenário do “Congresso Nacional”: “Estão procurando ladrões?? O maior mora ao lado, esqueceram??”

O velho ACM já se foi, mas continua sempre atual!

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Opinião de Marcio Menezes
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 11:09

o Sr. Presidente deveria se dar conta de que este é o seu ultimo ano de mandato e seria mais etico deixar que a FAB e o Ministerio da Aeronautica decidisse pela comprar sem a s pressões que estão sendo impostas.
Lamentamos profundamente ações como esta, cercada de misterios, mentiras e corrupção, a cara do Sr. Presidente.

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Opinião de Marcio Menezes
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 10:51

A respeito da compra dos aviões Rafalle, esta cercada de misterios, assim como grande parte
de todos os atos deste governo, é logico que transparencia não é o forte, e tome corrupção.

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Opinião de dorival depaula vasconcelos
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 8:29

Olha para mim comprar os caças sim,agora pagar o dobro porque a india é melhor que o Brasil, eses acordo sem conhecimento do povo Brasileiro é desrespeito…

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Opinião de CORDEIRO VARGAS
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 7:01

Sres. da Redação, deve estar na hora de fazer uma matéria falando um pouco sobre o Governante Global, afinal não é sempre que um político brasileiro é lembrado como exemplo, ainda mais mundial. Até mais ver. Sds.

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Opinião de Apolonio Prestes
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 6:40

O Sr. Cordeiro Vargas já mostrou que não consegue compreender o que está escrito. Já o Edson não sabe se exprimir em português. São exemplos típicos de eleitores do Lula.

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Opinião de Martim
Na data: 21 de janeiro de 2010 as 1:09

Se o cara já pegou uma parte adiantada ou se o francês já colocou sua equipe fazendo uma assessoria de imprensa para o cara, então não tem mais volta. O cara terá que escolher o Rafale ou pagar pelo que já recebeu. É assim que otários ficam com o rabo preso. E sabe-se lá quanto já foi “escorregado” para a turma do cara… Que é um super faturamento não há dúvida. Mas o que o pessoal está constrangido em dizer é que se trata de corrupção mesmo. Escancarada! E das grossas!

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Opinião de Jorge Paulino
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 23:25

Atos e fatos, a soma dos dois fazem a mentalidade do Governo PTista.
Para encobrir os fatos cria-se o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH), uma espécie de Venezuelização do Brasil.
Os atos poderão ser praticados sem a total divulgação dos fatos.
Censura!
Será que queremos assistir a esse filme novamente?
Com essa mentalidade e o sonho do Lula de ser Membro do Conselho de Segurança da ONU,com o apoio de Sarkozi, fará o Brasil torrar a melhoria da saúde pública, da segurança, do direito a moradia, da aponsentadoria e etc.
O Brasil é do povo, e não da elite PTista.

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Opinião de EDSON
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 22:27

Quero parabenizar o sr:CORDEIRO VARGAS pelos seus brilhantes comentarios,já que o OPINIÃO e NOTICIA gosta de vacalhar com o governo de LULA pelo menos tenta ser imparcial,e se não conseguir,faz como a grande imprensa mundial,siga a linha do positivismo.

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Opinião de Evandro Correia
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 21:26

Lula está pagando o dobro do preço em troca do voto da França no Conselho de Segurança da ONU. Acontece que um voto só não vale nada. Estamos jogando fora bilhões em troca de nada.

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Opinião de Roberto Santiago
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 18:01

Sra. Ieda Raro;

Para sua informação, muito provavelmente a India desistirá de comprar os “RAFALE”… mesmo por preço bem abaixo do que foi cobrado ao Brasil.

Quanto ao “PNDH”, qual é a sua opinião sobre o tema? (Que está, a seguir, muito bem colocado)

PNDH DEMOLE A SOBERANIA E A DEMOCRACIA

Por Luiz Eduardo Rocha Paiva

Algumas proposições do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH) são graves ameaças à nossa soberania e à integridade territorial, afirmação que merece apreciação mais detalhada para ser entendida.O PNDH preconiza o “reconhecimento do status constitucional de instrumentos internacionais de Direitos Humanos novos ou já existentes ainda não ratificados”; considera os indígenas nacionais pertencentes a povos indígenas, como se os brasileiros não fossem um único povo; e defende: o desenvolvimento deve “garantir a livre determinação dos povos, o reconhecimento de soberania sobre seus recursos e riquezas naturais”.

Não está em discussão a necessária proteção ao indígena e a seus direitos inquestionáveis como cidadão brasileiro, mas deve-se ter atenção às armadilhas semânticas destacadas neste parágrafo.Um dos instrumentos internacionais aprovados na ONU, com o voto do Brasil, é a Declaração de Direitos dos Povos Indígenas, que lhes concede em suas terras, entre outros, o direito a autogoverno, autodeterminação da condição política, ter instituições políticas e sistemas jurídicos próprios, pertencer a uma “nação indígena” e vetar operações militares e medidas administrativas da União.

Portanto, o PNDH propõe ratificar na Constituição federal que os índios no Brasil pertençam a povos indígenas distintos do povo brasileiro, constituam outras nações com organização política própria e, em suas terras, exerçam os direitos supracitados e a soberania sobre recursos e riquezas existentes, mesmo com prejuízo dos demais brasileiros.

Assim, ficariam automaticamente revogadas as ressalvas estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal em sua decisão sobre a demarcação da terra indígena Raposa-Serra do Sol, pelas quais o tribunal entendeu preservar nossa soberania e integridade territorial, e estariam concretizados os fundamentos para o reconhecimento internacional de dezenas de potenciais Estados-nação dentro de nossas fronteiras, no futuro. É a atomização do Brasil.

Os defensores da posição adotada pelo governo reportam-se ao artigo 46 da Declaração, onde consta que ela não será usada contra a soberania das nações. Ora, basta ler os direitos nela concedidos, que caracterizam uma renúncia voluntária à soberania por um país, para ver que o artigo é irrelevante. Por outro lado, o artigo 42 reza que “as Nações Unidas, seus órgãos, incluindo o Fórum Permanente para as Questões Indígenas e os organismos especializados (…), assim como os Estados, promoverão o respeito e a plena aplicação das disposições e velarão pela eficácia da presente Declaração”. Um dos órgãos das Nações Unidas é o Conselho de Segurança, que determina as intervenções internacionais, nesse caso, ao amparo do artigo 42.

No tocante à ameaça à democracia, o PNDH fez cair a máscara da esquerda radical do governo. Na campanha eleitoral para a Presidência da República em 2002, ficou patente a guinada para o centro do PT e do seu então candidato, consubstanciada na Carta ao Povo Brasileiro.

Após três derrotas sucessivas, entenderam que o discurso e a proposta de um regime socialista radical – modelo ultrapassado e desagregador – eram rechaçados pela Nação, amante da liberdade e da paz e avessa ao totalitarismo e à intolerância. Seria uma sincera autocrítica ou uma tática protelatória para acumular forças, esperando o momento propício para desvendar o véu? Era uma dúvida que pairava no ar.

O PT abriga diferentes linhas de pensamento da esquerda, mas sua identidade original é, sem dúvida, a corrente radical. Ela ocupa amplo espaço em instâncias decisórias do governo e vem aparelhando órgãos e ocupando cargos importantes nos Ministérios e secretarias da área social, de relações exteriores, da justiça, de direitos humanos, de comunicação e outras, devendo-se destacar a estratégica Casa Civil.

O lançamento do PNDH desvendou o propósito desse setor do governo de implantar um regime totalitário no Brasil, bem como sua força. O plano materializa a estratégia de tomada do poder pela revogação, de fato, da Constituição federal e procura travestir de legalidade instrumentos ilegítimos de pressão e controle da sociedade, como tem sido mostrado detalhadamente na mídia.

As reações das instituições, da imprensa, de setores democráticos do próprio governo e a repercussão na sociedade implicam a tomada de uma decisão pelo presidente da República, havendo apenas três alternativas, salvo melhor juízo.

Anular o decreto do PNDH e reduzir substancialmente o poder da esquerda radical no governo. Justifica-se, pois é imperdoável que ela tenha traído a confiança do presidente, mais uma vez, ao fazê-lo assinar um documento sem alertá-lo sobre seu conteúdo polêmico.

Calaria quem considera a postura adotada em 2002, na campanha eleitoral, uma tática dissimuladora e oportunista. Seria a decisão de um estadista, cuja sabedoria apreende as aspirações e os valores fundamentais da Nação que dirige.

Determinar a revisão parcial do PNDH, buscando contemporizar e deixar a solução do conflito para quando a conjuntura indicar que tem poder para neutralizar reações do lado que vier a ser contrariado. Decisão de um chefe político de perfil tradicional, que prioriza, muitas vezes, a manutenção do poder e os interesses político-partidários, mesmo com risco para a coesão, a paz e a harmonia social.

Manter o plano como está ou com modificações que não inviabilizem seu propósito original de preparar o terreno para a tomada do poder. Reforçaria a opinião dos que consideram um engodo a mencionada guinada para o centro e veem o presidente como adepto de um regime totalitário, ainda que sua imposição gere um conflito interno, com sérias consequências para a Nação.

O PNDH é uma bomba-relógio ao estilo dos grupos radicais, de quaisquer matizes, e seu conteúdo tem explosivo para demolir a soberania nacional e a democracia.

Luiz Eduardo Rocha Paiva, General da reserva, é professor emérito e ex-comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

(Publicado no Estadão, de 19 de janeiro de 2010)

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Opinião de CORDEIRO VARGAS
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 17:24

À redação, sem duvidas há grande diferença quando se escreve US$ e R$, mas com certeza foi colocado valores em dólares e real somente para confundir, poderiam ter dito 5,8 bilhões de dólares ao invés de R$10 bilhões, sem o complemento de “REAIS”. De qualquer forma, ao meu ver os Franceses são bem mais confiáveis que os Americanos, e o avião Suéco não atende, por não ter a autonomia de vôo suficiente para as necessidades do país, existe um outro discurso da imprensa, no que diz respeito aos F18, que são aviões testados em guerra, aí eu pergunto: Testados contra quem e o que? Afeganistão, Iraque, qual o sistema de defesa destes países? Quanto a questão preço, esta já está sendo discutida pelo governo e no futuro poderá vir a ser por nós. Por agora não passa mesmo de especulações e suposições da mídia. Sds. a todos.

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Opinião de WILLIAM GURZONI
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 17:19

NAO TEM O MENOR CABIMENTO PAGAR O DOBRO DO PREÇO PELO MESMO PRODUTO , MESMO QUE ESSE PRODUTO ESTIVESSE COM ALGUMAS ALTERACOES , OU ATE FABRICAÇÃO MAIS AVANCADA EM TECNOLOGIAS, POR COMPRENDER ATE ARMAMENTO E TECNOLOGIA INFORMATICA , RADAR , ETC… O DOBRO DO PRECO E MUITO PARA O MESMO PRODUTO, E NAO E O BRASIL PAIS RICO QUE ESTEJA A ALTURA DE PAGAR O PREÇO DA DERROTA A FRANÇA. ALIAS A FRANÇA ,AO QUE TUDO INDICA , EXERCE FORTE INFLUENCIA MALIGNA AO BRASIL E ENTORPECE OS BARSILEIROS, APOS A ERA DO PELE , ATE NO FUTEBOL , QUEREMOS UMA CHANCE DE ACABAR COM ESSA INFLUENCIA MALEFICA DESTE PAIS FRANÇA AO BRASIL.

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Opinião de Ieda Raro
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 16:01

Creio que dessa vez a oposição vai cumprir um papel fundamental…

Há uma semana estavam dizendo que a Índia não iria mais comprar os Rafale, posto que eram uma porcaria, coisa que o próprio Governo indiano desmentiu.

Todos sabemos que a direita adora criar um factoide, e depois que é desmascarada fica quietinha como se nada tivese acontecido. Mas dessa vez ela está do lado do Brasil!

Que o Governo já bateu o martelo sobre a compra dos caças franceses Rafale todos sabem, o que não sabem é que AINDA TENTA REDUZIR O PREÇO FINAL DO NEGÓCIO COM A FABRICANTE DASSAULT.

“O governo não decide por pressão de ninguém, nem da FAB. Agora a bola está com os franceses. SE BAIXAREM O PREÇO, O NEGÓCIO SAI LOGO. Trata-se de algo estratégico para o Brasil, não técnico”, disse um ministro de Estado. A fonte não deu prazo, mas disse que a negociação será fechada ainda este ano.

“Não criamos essa polêmica, mas tenho que admitir que ela serve ao nosso interesse de fazer com que os franceses façam uma proposta financeira melhor”, acrescentou a fonte.

São 36 caças na negociação atual no valor estimado de R$ 10 bilhões de reais, dentro de um pacote que pode prever a aquisição de até 120 aeronaves.

O Brasil exige três condições para concluir o programa F-X2: soberania de uso das aeronaves, reserva de mercado e transferência de tecnologia.

Enquanto isso tenho lido algumas respostas bem sensatas, como estas:

“Muitas vezes quando se compra um caça nao é só o avião que vem. As vezes compra-se soluções eletrônicas, radares operando em conjunto, sem falar em alguns pacotes de manutenção, treinamento e garantia. A Embraer faz isso também quando vende os tucanos. Acredite, trabalho no ramo e sei do que estou falando. Porém, de fato, falta ainda mais clareza nos dados.”

“Parece que o Rafale tem varias configuraçoes, e os preços variam muito, inclusive de acordo com a cara do freguês. Os preços praticados para o Brasil estão até abaixo de outros países. Veja este link: http://www.strategypage.com/militaryforu…

Não sei se tem credibilidade este site, porém a coisa parece não ser do jeito que você imaginava. Vou continuar pesquisando e passando as informaçoes que achar relevantes.”

PEDRO CHEMELLO, você não sabe de nada… Ou finge não saber!

O “ABENÇOADO” GOVERNO MILITAR MAIS HONESTO??? hahahaha

O senhor não sabe o valor da dívida que eles nos deixaram? E a sucateação que fizeram na Saúde, na Educação, nos Transportes?

E o “apoio” que tiveram de dar pra que a classe favorecida se alinhasse a eles?

Não consigo entender, quem mais fala de democracia mais defende ditaduras!

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Opinião de paulo renan finholdt
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 15:06

Deixa o Lulinha em paz; agora ele tem preocupação maior. Preparar a sala pra Dilma, pr’ele dormir sossegado o sono dos justos.
Quem vai pagar a conta é nóis, ué! ! !

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Opinião de PEDRO CHEMELLO
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 13:51

“Brasil pagaria o dobro que Índia por Rafale”
“O PORQUE”
É ISSO, SAI OS DOLARES DE NOSSO PAIS NESTE CANAL, AS DIFERENÇAS SÁO DEPOSITADAS EM PARAISOS FISCAIS E RETORNAM APOS UM CERTO PERÍODO EM INVESTIMENTOS EM NOSSO PAIS, ISENTOS DE IMPOSTO DE RENDA E OUTRAS TAXAS.
CONSEGUEM TRANSFERENCIAS PARA CONTAS DO LULA, FILHO DO LULA, ZÉ DIRCEU, DILMA, CONTA BANCARIA DO PT E ETC.
E NOS TRABALHADORES E APOSENTADOS PAGAMOS ESTES VALORES DOS AVIOES EM DOBRO….
PORTANTO QUE VOLTE O ABENÇOADO GOVERNO MILITAR QUE ERA BEM MAIS HONESTO DESTE QUE ESTA AÍ.

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Opinião de E. Coelho
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 13:26

Ele decidiu sem ler.
.
Os otários, ou seja, nós iremos engolir mais esse sapo e pagar caro.

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Opinião de Redação
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 12:30

Alguns leitores não perceberam que no caso da Índia falamos em dólares e no caso do Brasil em reais. Daí a causa da confusão. Transpondo os reais em dólares chega-se aos US$ 157 milhões no caso do Brasil, versus US$ 79 milhões no caso da Índia, mais ou menos o dobro.

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Opinião de Gelio Fregapani
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 12:30

Ainda que eu não afirme que não haja corrupção no negócio, ele me parece vantajoso por ser a única parceria que não arriscaria a sofrer vetos e bloqueios, como o que certamente haverá em relação às peças do supertucano.

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Opinião de Karin
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 12:25

Pessoal…faz a conta: 10 bilhoes por 36 caças e os mesmos 10 bilhoes por 126 caças.. ..
Tem muito mais que o dobro aí….não vamos escrever bobagens, né?

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Opinião de CORDEIRO VARGAS
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 11:01

Sr. Apolonio Prestes, aliás que belo sobre nome o teu, me lembra o grande patriota Luís Carlos, mas sobre tecnologias, acordos internacionais envolve uma série de coisas, e o comércio com certeza é uma delas. Quanto a matéria, esta, está mesmo errada e é muito tendenciosa, em primeiro lugar não diz o modelo e equipamentos que estão sendo adquiridos pela a Índia, fala apenas em 126 aeronaves por 10 bilhões de dólares, contra 36 do Brasil pelo mesmo valor, se assim for, caso seja verdade, não seria 100% a maior, e sim 250% de sobre preço, ou seja não dá mesmo para confiar no articulista, os números estão errados, colocados de maneira grotesca. Sds. a todos.

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Opinião de Apolonio Prestes
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 9:27

Mas Cordeiro Vargas:
- Como é que você sabe se a Índia também não vai receber tecnologia?
- Nunca vi tecnologia custar tão caro. E a transferência é limitada, não nos permitiria fabricar o avião completo aqui, ao contrário do suéco, que SERIA FABRICADO AQUI, EM S. JOSÉ DOS CAMPOS, AO LADO DO INST. TECNOLÓGICO DA AERONÁUTICA, TRANSFERÊNCIA TOTAL E COMPLETA!!! E pela metade do preço.
- Tem maracutaia nisso.

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Opinião de CORDEIRO VARGAS
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 8:32

Muito tendenciosa a matéria, o Brasil não está comprando apenas Aviões como faz a Índia e sim a tecnologia que permitirá ao país entrar em alguns anos para o roll daqueles que desenvolvem, produzem, e exportam tecnologia de ponta, ou seja, participar de um mercado restrito a poucos, subir alguns degraus no disputado mercado internacional de armas. Sds. a todos.

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Opinião de Roberto Santiago
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 8:28

Brasília (DF) – Ora, veja só: entramos em 2010, onde a modernidade toma conta de tudo, dos aparelhos eletrônicos à legalização do casamento gay, só para descobrirmos que a corrupção é saudosista. Nada como os velhos métodos para se continuar surrupiando dinheiro que todos nós suamos para pagar de impostos neste fazendão sem lei.

Saudade não tem idade, dizia a estação de rádio. Os corruptos “defepaíf” não se esquecem disso, até quando saem às compras para a força aérea do fazendão. É bem verdade que nesse saudosismo há um componente de segurança, por que mudar os métodos se eles sempre deram certo? Mas, para quem vive a realidade eletrônica de 2010 que filma e dissemina até dinheiro guardado nas meias, é possível constatar a obsolescência do ritual.

Para começo de conversa, a própria tentativa de aquisição de minguados 36 caças a jato para uma força aérea encarregada de proteger um fazendão desse tamanho soa como uma piada velha de português. Quando se adiciona os submarinos nucleares, ou melhor, um (1) submarino nuclear, então, as justificativas são de fazer chorar: proteção do território, proteção do “pré-sal”, e por aí vai. Sniff, sniff! Estamos em 2010, num mundo globalizado infinitamente mais complexo do que aquele que justificou, outrora, uma força aérea de potencial desequilibrador decisivo. Uma força aérea para um país continental precisaria de pelo menos 5 ou 6 vezes mais aviões, para complementar, com presteza, um trabalho feito em outra esfera, a da informação.

O fazendão vive, na prática, em plena era da informação, muito mais valiosa, perigosa, fundamental, influente do que qualquer outra arma. Mas os corruptos nem querem saber disso. Ainda há espaço para ganhar dinheiro “in the old-fashioned way”, claro. E o que eles fazem? Adotam o velho ritual da licitação internacional que demora para sempre mas que, no fundo, já tem ganhador decidido. Rola até o esforço manco de promoção do ano do Brasil na França e do ano da França no Brasil, além do anúncio de “homem do ano” para o perpetrador-mor da maracutaia, como se ninguém percebesse o que está acontecendo.

Acontece que esse tipo de picaretagem simplória (mas eficiente) funcionava no passado, quando não havia internet, a troca de informações não se dava em tempo real e não incluía o público em geral. Agora, a coisa fica bem mais complicada, e as perguntas, sempre incômodas, vão surgindo sem cessar.

Por exemplo: por que o Brasil já acertou a compra de 36 caças Rafale franceses por 5 bilhões e 800 milhões de dólares (10 bilhões de reais no câmbio atual)? Cada avião sai por volta de 162 milhões de dólares. É uma nota preta. Agora, por que a India, coleguinha do BRIC, que rejeitou ainda no estágio de avaliação técnica a compra de 126 (cento e vinte e seis, você leu direitinho) caças Rafale, pagaria iguais 10 bilhões de dólares? Para a India, cada aviãozinho (“Não é aviãozinho, mamãe, é um Rafale!”, diria a versão 2010 do comercial do Danoninho) custaria cerca de 80 milhões de dólares. Opa! Êpa! Sobram pouco mais de 80 milhões de dólares por cada avião, que, nessa equação, são capazes, por exemplo, de transformar a espetaculosa avenida Água Espraiada num simples beco. Mais sobre essa água suja que sobra pra todo lado numa notícia velha, disponível no link http://bit.ly/8rOkEh. Afinal de contas, é preciso resgatar a memória nacional.br>

Em ano eleitoral, onde a situação pretende fazer com que a população do fazendão engula uma ex-terrorista e atual falsificadora de diplomas universitários (que, no item “experiência administrativa” de sua folha corrida, nem síndica de prédio foi) como presidente, à frente de um estado bolivariano-chavista defensor dos “direitos humanos”, esse é, sem sombra de dúvida, um santo dinheirinho. Para quem não nasceu ontem, fica dolorosamente óbvio que a corrupção, essa doença crônica que infecta os governos do Brasil há décadas, está, mais uma vez, desempenhando um papel muito forte nessa negociação.

Em tempo: o que falta(va) de memória (ou mesmo de interesse) aos brasileiros que ainda se interessam pelo futuro de seu país, nessa luta inglória contra a corrupção, sobra no Google. Foi lá que se encontrou a informação (êta palavra perigosa, essa!) veiculada numa agência indiana de notícias (em inglês) sobre a rejeição aos caças franceses. A notícia é datada de 16 de abril de 2009, muito antes, portanto, da confusão instaurada por essas bandas. Veja por você mesmo(a) em http://bit.ly/7ZVNBZ. É o seu bolso, contribuinte!

Publicada em: 1/10/2010
http://www.brazilexplore.com/diretodaredacao/show.aspx?newsid=993

Fonte: http://www.diretodaredacao.com

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Opinião de Da redação
Na data: 20 de janeiro de 2010 as 7:00

Agradecemos ao leitor Francisco Taborda ter nos fornecido os dados iniciais para esta reportagem.