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Cartões corporativos

FHC autoriza quebra de sigilo

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A CPI dos Cartões Corporativos obteve autorização do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para quebrar o sigilo de seus gastos com as chamadas contas tipo B — um fundo de despesas que antecedeu a criação dos cartões.

Além disso, FHC autorizou a revelação dos gastos, tanto os seus quanto os da ex-primeira-dama, Ruth Cardoso, com os próprios cartões corporativos, durante sua administração.

Segundo o ex-presidente, não há motivos para mantê-los em sigilo — opinião que a base aliada não compartilha com relação às contas do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.

Fontes:
Veja Online - FHC autoriza a quebra de sigilo dos seus gastos

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4 Opiniões

  1. Ademir disse:

    Todos "farinha do mesmo saco"… só objetivam "se dar bem", não apenas diante da opinião dos eleitores (hoje, graças aos tais "programas sociais", cresce o número daqueles antigamente chamados "eleitores de cabresto"), mas também no interesse dos seus bolsos, recheados com as mais diversas "benesses" criadas para benefício próprio e da camarilha de acólitos. Até quando, pergunto, senhores, (dirijo a pergunta aos senhores daquelas certas organizações que parecem só estar preocupados com os seus proventos defasados. Eles sabem de quem falo!), o povo deste País permanecerá acachapado e subserviente à estas matilhas que se sucedem nos nossos governichos?

  2. Evandro Correia disse:

    Vamos ver qual a desculpa que os PTelhos vão dar agora para não abrir as deles.

  3. Markut disse:

    Complementando o comentário do colega Ademir, com o qual concordo plenamente, me pergunto porque ,diante desses desmandos a que estamos assistindo, não surge entre nós um movimento como esse panelaço que está ocorrendo agora, na Argentina e que já conseguiu derrubar um presidente (De La Rua), em passado recente.
    Em vez disso, vemos hoje um "povo acachapado e subserviente". como comenta Ademir.
    Tenho uma explicação: Apesar dos pesares ,é inegavel que o povo argentino é mais escolarizado que o nosso,principalmente o de Buenos Aires, que representa uma parcela significativa de toda a população argentina.
    Eles veem de uma tradição em qualidade do ensino básico, desde os meiados do século XIX.
    Em contraposição, aquí temos uma cultura, que se perpetua de geração em geração, de absoluto desprezo pela melhor escolaridade do povo, de vez que isso é muito conveniente, para manter os currais eleitorais, em condições de ignorância, desinformação e anestesia, a fim de mais facilmente se encarapitar no poder, (pudê)e o povo que se dane!!!!

  4. Dorival Silva disse:

    Prezado Markut,

    dizem os mais velhos que parte do problema é a mudança da capital para Brasília. Quando era no Rio, bem dentro da cidade, qualquer coisa o povo estava em frente à presidência, ou ao Congresso, gritando. Em Brasília não tem povo, só funcionários públicos privilegiados. E os palácios foram feitos longe, bem longe, do resto…

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