Início » Brasil » Política » O sonho e a verdade do pacato cidadão!
Grita Brasil

O sonho e a verdade do pacato cidadão!

Era uma vez um pacato cidadão que não quer s e identificar com medo de represálias, mas que acreditava em seus políticos. Por Claudio Schamis

O sonho e a verdade do pacato cidadão!
Fonte: Opinião & Notícia

Chamava-os de seus amigos. Um belo dia de muito sol ele teve uma visão que simplesmente o fez acordar e ver que ele não vivia no mundo encantado de Bob nem no mundo que seus políticos amigos prometeram. A realidade era outra, mais dura, mais real. Esse pacato cidadão então hoje faz análise quatro vezes por semana, e sonha ainda com a casa própria, com uma educação melhor para seus filhos e um atendimento digno nos hospitais da rede pública. E claro quer que a profecia de que o mundo vai acabar em 2012 não se realize, pois ele quer ver e não pagar para ver a promessa do governo de que em 2012 o salário mínimo será de R$ 616,34. E ele já avisou que não abre mão dos R$ 0,34.

E ele vai além e ainda faz planos de um dia viajar e encontrar os aeroportos funcionado como em países do primeiro mundo. E diz ainda acreditar na ministra Miriam Belchior que afirmou que o Brasil não passará vergonha com os aeroportos na Copa de 2014. Até lá podemos sofrer, ser notícia, mas tudo vai melhorar. E por isso reitera que não quer que o mundo acabe em 2012, pois ele quer ver isso também.

Disse este pacato cidadão numa conversa informal num bar – onde viu o senador boa praça  Aécio Neves  que o decepcionou um pouco quando soube que ele estava com a carteira de habilitação dele vencida e que tinha se recusado a fazer o teste do bafômetro mesmo depois de ter escutado seu discurso de mais de quatro horas no Senado que o havia deixado todo empolgado com suas ideias e força nas palavras –, que não entendeu o que Regis Fichtner, que é secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Estado do Rio de Janeiro pretendeu dizer em seu texto dizendo que o metrô é um máximo, e que o governo do estado decidiu solucionar os três principais problemas do metrô. Hummmmm, sei não. Acho que quem bebeu foi ele também. Será que Regis anda de metrô? Ou será que ele só anda no mesmo horário e nas mesmas condições em que o pessoal do Comitê Olímpico Internacional andou no dia em que eles estiveram por aqui para ver se nosso estado tinha condições de sediar uma olimpíada? Pois vamos combinar, quero ver o pessoal do COI e o Regis conseguir entrar num vagão às 8h na estação Central do Brasil. Aliás, queria ver o Regis andar de metrô como um cidadão qualquer para sentir na pele se realmente os problemas foram solucionados. Onde estão os trens novos? Nunca vi demorar tanto. É realmente muito legal levar o metrô até a Barra da Tijuca, legal mesmo, mas será que eles sabem que quanto mais estações forem abertas, mais passageiros teremos? Mas vale lembrar que em SP é outro caos.

E por falar em caos não estou entendendo essa briga agora entre Lula e FHC. Eles já foram amigos, viraram inimigos e agora estão brigando de novo? Briga de egos? Na idade deles? Por que eles não se juntam ou que façam em separado, mas façam alguma coisa pelo país.  Coisa feia isso.

Assim como é feio e perigoso ver Lula retomando o comando de alianças do PT e ao lado de Zé Dirceu. Isso não está me cheirando bem. E nem é por causa do rompimento do reservatório em Niterói que lançou seis milhões de litros de esgoto em ruas arrastando carros, invadindo lojas e ferindo pessoas. Se pelo menos tivesse sido em Brasília, o cheiro ia ser já familiar. Não está me cheirando bem porque sabemos quem é Dirceu e do que ele é capaz. E o Lula…

Bem o Lula…O Lula é o cara que entre outras coisas criticou os critérios de fiscalização de obras do PAC feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e foi quem retirou, por veto presidencial, quatro obras da Petrobrás da lista com indícios de irregularidades graves.  Foi de Lula a frase: “O Brasil está travado. Não é fácil governar com a poderosa máquina de fiscalização e a pequena máquina de execução que temos.” Mas o que Lula queria? Que tudo corresse solto? Se deixar solto acontece de termos R$ 17 bi sem controle na área de educação. Os repasses do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) a estados e municípios não têm órgão federal para acompanhar o uso das verbas federais. E aí…

E aí vem o governo e inclui no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) um dispositivo que eleva as exigências para a definição de irregularidades. Por que então já que fizeram a reforma ortográfica, não pegam o bonde e mudam por decreto a definição do que é uma irregularidade. Isso seria jogar mais limpo.

E em falar em limpeza e antes que meu detergente acabe, vamos atentar e tentar limpar a nova droga do mercado que está surgindo e dizem ser mais letal que o crack. Trata-se da oxi.

Vamos se ligar e olhar por nossas crianças. E eu me permito mais uma vez!

Salvem as baleias. Continue salvando a educação. Salve nossas crianças. Não jogue lixo no chão. Não fume em ambiente fechado.

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

8 Opiniões

  1. ana soares disse:

    Boa Schamis. Com seu estilo conseguiu mais uma vez falar sobre várias coisas que com certeza incomodam muita gente, mas que nem todos tem a sua coragem e o seu talento para dizer dessa forma.

    E mais uma vez constato que as pessoas amantes e adoradoras do Lula e da Dilma sempre se calam diante do que não existe justificativa nem desculpas.

    Parabéns!

  2. thomas@thomaskorontai.org disse:

    Solução para tudo isso?
    Ações objetivas, não tem saída: reforma do modelo de Estado Brasileiro. Aconselho ainda, desistir da Copa e talvez até das Olimpíadas, pois isso é para países que têm estrutura pronta, vejam a Africa do Sul, ficou com o mico pós copa. Vários micos, aliás.

    A Fifa deveria começar também a repensar na metodologia de se fazer globalização das culturas via futebol: se quer isso pra valer, incluindo países do Terceiro Mundo, tem que investir, pagar a conta, da uma de FMI do Futebol, para que os micos que ficarem não custem para os povos dos países em que a festa foi, aconteceu e se foi. A Fifa faturou alto, empresas faturaram, jogadores se valorizaram e… a nação que pague a conta.

    Por isso, sou favorável que se abra o mercado, permitam investimentos privados para se resolver a inexistente malha ferroviária, com trens de velocidade média (150km) como em toda a Europa, EUA e Rússia, metrôs, estradas, hidrovias, navegação de cabotagem, aeroportos, mais cias de aviação e muito mais micro e pequenas cias de aviação regionais, liberdade para fazer e acontecer. Só na internet, para que cheguemos ao patamar dentre os 10 mais do mundo (hoje estamos em 59º em banda larga) são necessários 20 bilhões em fibra ótica, para substituir a rede de cobre.

    E ainda temos a Educação, técnica e cívica, moral e humana, tudo isso está em crise sistêmica. Saúde, saneamento… Como fazer isso com o Brasil centralizado, com poderes concentrados nas mãos de poucos, sob o efeito de lobbies de todos os cantos, sob caótica e corrompida burocracia, politicagem e clientelismo, a pilantragem institucionalizada sem nenhuma vergonha de se locupletar do dinheiro que, por ser público, “não é de ninguém, é de que por a mão primeiro”?

    Ações objetivas orientadas para o Federalismo, a desconcentração dos poderes, porque se não for feita uma reforma sistêmica do País, que diminua custos estatais sobre a população (reforma fiscal) para diminuir a carga tributária e burocrática, esqueçam, não teremos uma nação e sim, apenas um bagunça tupiniquim, que continuará a ser apenas e mais e mais, país periférico. E pensar que, com tudo isso, ainda querem uma cadeira no Conselho de Segurnaça da ONU… tsc tsc tsc…

    Thomas Korontai
    http://www.movimentofederalista.org.br

  3. João Cirino Gomes disse:

    Primeira mente Parabéns Boa Schamis!

    Olhe a Estória do Pescador e o Caçador!

    Pescarino o pescador, batizou o filho do Cacio, o caçador:

    Quando os dois compadres se acomodavam ao lado do fogão a lenha, as crianças se sentavam em volta, para escutar suas estórias!

    Certo dia, devido a uma estória do pescador, os dois se desentenderam e passaram a discutir!

    Pescarino contou, que certa vez quando estava pescando, um peixe enorme havia quebrado sua linha e levado a isca!

    Mas no dia seguinte, ele que era insistente, voltou para o mesmo local munido uma linha mais resistente e uma isca maior!

    Assim que jogou o anzol na água, o peixe engoliu a isca, quebrou a linha e fugiu; mas ele não desanimou: Na manhã do dia seguinte, voltou para a beira da lagoa com um anzol e uma linha mais grossa; colocou um frango no anzol e jogou na água, mas o peixe engoliu o frango, quebrou a linha e se mandou!

    Então ele voltou bravo para casa!

    Pegou o maior anzol que encontrou, encastoou em uma linha mais resistente, colocou um peru de isca e jogou na água: Mas o peixe engoliu a isca, quebrou a linha e se mandou!

    Ai sim, ele ficou maluco: Voltou para casa, arrumou um cabo de aço, fez um anzol encastôo no cabo de aço e colocou um porco de isca! Quando jogou o anzol na água, o peixe engoliu o porco; e para não ser arrastado para dentro da água, o pescador soltou o cabo de aço e o peixe acabou fugindo!

    Foi ai que ele teve uma grande idéia:- Vou conseguir um anzol e um cabo de aço bem forte; colocarei um novilho de isca e amarrarei no para choque do calhambeque: Desta vez vou tirar este peixe da água! E assim fez: Só que, quando a isca bateu na água, o peixe a engoliu e puxou com tanta força, que arrancou o pára-choque do calhambeque!
    Então o pescador tomou a decisão de pegar aquele peixe de qualquer forma: Como o trem passava nas proximidades da lagoa às seis horas da tarde; ele comprou um cabo de aço bem forte, encastoou um anzol imenso, colocou um boi de isca e ficou esperando; assim que o trem apitou na curva, ele fisgou o boi no anzol, empurrou para dentro da água e rapidamente laçou o trem com o cabo de aço!

    E começou a luta do peixe com o trem; um puxava para cá e o outro para lá, parecia uma briga sem fim; até que o peixe começou a se cansar, e o trem foi puxando a lagoa morro acima, mas o danado do peixe não saia da água!

    Ai o caçador deu uma cusparada e falou; – Compadre, isso não é nada: Ainda se lembra daquela vez que sua família me visitou e nós comemos doze faisões?

    – Sim compadre, eu me lembro! Aqueles pássaros estavam muito saborosos: Como eu havia de não me lembrar?

    -Então, o compadre também deve se lembrar que; enquanto o compadre proseava na sala, eu fui caçar; e pouco tempo depois voltei com meu embornal cheio!

    -Sim compadre, eu me lembro!

    – Antes de sair para caçar, eu contei as visitas, e como eram seis da minha família e mais seis da sua, separei doze caroços de chumbos; coloquei na minha espingarda, e fui em direção ao cafezal; lá chegando encontrei um bando de tico-tico! Então fiquei a matutar: – Não adianta eu atirar em pássaros pequenos, eu só trouxe doze caroços de chumbo e preciso de mistura para doze pessoas!

    Foi ai, que notei um bando de juritis empoleiradas nos galhos de um imenso pé de café; então passei a contá-las! E como só tinha onze juritis, eu resolvi não atirar! Esperei por alguns instantes, até que olhei mais adiante e notei um bando de faisões pousando em uma arvore! Só fui contando: Assim que interou doze, eu arrastei o dedo; foi só pena que voou! Com a maior calma, eu caminhei para baixo do pé de café e comecei a colocar os faisões no embornal; mas para minha surpresa, quando já estava em casa passei a contá-los, e notei que só haviam onze faisões!

    Eu achei estranho; e pensei: – Visita na minha casa não come sem mistura; e alem do mais, eu nunca erro um tiro! Então tomei a decisão de voltar ao cafezal, pois precisava descobrir o que havia acontecido!

    Quando cheguei embaixo do pé de café, procurei, revirei as moitas, e nada; mas quando olhei para o alto, o caroço de chumbo estava correndo atrás do faisão que voava em torno de um galho! Então dei um grito com o danado; ele tomou um susto, e o chumbo a alcançou!

    – Mas compadre isso é mentira!

    Mentira é o seu trem puxar a lagoa morro acima!

    – Se não acredita compadre, eu ti levo na lagoa, e mostro onde eu peguei um peixe, que só a fotografia pesava cinqüenta quilos!

    Eu acredito sim: – Pois certa noite, eu vi uma enorme claridade naquela lagoa, até pensei que a lua havia se afogado, então mergulhei e encontrei um lampião aceso lá no fundo!

    – Mas lampião aceso dentro da água compadre? Isso é que é mentira!

    – Mentira nada: Se o compadre diminuir o tamanho do seu peixe, eu apago o meu lampião!

    Hoje, tanto o pescador como o caçador e suas famílias se tornaram políticos; se dizem defensores da justiça social e que só almejam a felicidade da Nação!

  4. Marluizo Pires Cruz disse:

    Eles sabiam que na boate estaria o ator para a peça pré-montada, sabedores de que em boate narmalmente aos frequentadores servem bebidas alcólica, uma blitz um bafômetro e uma multa, mais um espetáculo da politicagem brasileira, um político servido de bandeja para os eleitores inconsciente que vota no canto das sereias desmoralizantes da politicagem.
    Reprocessando conhecimento dos eleitores é sabido de que das melhores videiras se produz os melhores vinhos, e a diferença do homem sóbrio do bebado é a quantidade do vinho que suporta beber, mas na politicagem brasileira a diferença do bem e do mau é os resultados dos interesses políticos de quem os veêm e insinuam acusações, demonstrado na tentativa de desmoralizar um potencial político, imaginem um pobre oi coitado.

  5. Samuel disse:

    Esse Cláudio é um pândego…
    Samuel

  6. Samuel disse:

    Arguto o Marluizio, jocoso o João Cirino e sensato o Thomas.
    Samuel

  7. Salim disse:

    Recebi por email e Repasso por se tratar de um GRITO de um cidadão.

    É lamentavel , mas infelizmente é verdade…

    São Leopoldo tem um dos menores índices de analfabetismo e de mendicância do país, talvez por causa de homens como este!

    EMPRESÁRIO DE SÃO LEOPOLDO

    Silvino Geremia é empresário em São Leopoldo,

    Estado do Rio Grande do Sul.

    Eis o seu desabafo, publicado na revista EXAME:

    “Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam e fazem este país: investir em Educação é contra a lei .

    Vocês não acreditam?

    Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa.

    Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá.

    Só dá para ser competitivo se eu tiver pessoas qualificadas trabalhando comigo.

    Com essa preocupação criei, em 1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico.

    Este ano, um fiscal do INSS visitou a nossa empresa e entendeu que Educação é Salário Indireto.

    Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS.

    Tenho que pagar 26 mil reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários?

    Eu honestamente acho que não.

    Por isso recorri à Justiça.

    Não é pelo valor em si , é porque acho essa tributação um atentado.

    Estou revoltado.

    Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1000 vezes.

    O Estado brasileiro está completamente falido.

    Mais da metade das crianças que iniciam a 1ª série não conclui o ciclo básico.

    A Constituição diz que educação é direito do cidadão e um dever do Estado.

    E quem é o Estado?

    Somos todos nós.

    Se a União não tem recursos e eu tenho, acho que devo pagar a escola dos meus funcionários.

    Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado.

    Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz.

    Se essa moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar..

    Não temos mais tempo a perder.

    As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas.

    A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos.

    Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz.

    E vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum.

    Eu Sou filho de família pobre, de pequenos agricultores, e não tive muito estudo.

    Somente consequi completar o 1º grau aos 22 anos e, com dinheiro ganho no meu primeiro emprego, numa indústria de Bento Gonçalves, na serra gaúcha, paguei uma escola técnica de eletromecânica.

    Cheguei a fazer vestibular e entrar na faculdade, mas nunca terminei o curso de Engenharia Mecânica por falta de tempo.

    Eu precisava fazer minha empresa crescer.

    Até hoje me emociono quando vejo alguém se formar.

    Quis fazer com meus empregados o que gostaria que tivessem feito comigo.

    A cada ano cresce o valor que invisto em educação porque muitos funcionários já estão chegando à Universidade.

    O fiscal do INSS acredita que estou sujeito a ações judiciais.

    Segundo ele, algum empregado que não receba os valores para educação poderá reclamar uma equiparação salarial com o colega que recebe.

    Nunca, desde que existe o programa, um funcionário meu entrou na Justiça.

    Todos sabem que estudar é uma opção daqueles que têm vontade de crescer…

    E quem tem esse sonho pode realizá-lo porque a empresa oferece essa oportunidade.

    O empregado pode estudar o que quiser, mesmo que seja Filosofia, que não teria qualquer aproveitamento prático na nossa Empresa Geremia.

    No mínimo, ele trabalhará mais feliz.

    Meu sonho de consumo sempre foi uma Mercedes-Benz.

    Adiei sua realização várias vezes porque, como cidadão consciente do meu dever social, quis usar meu dinheiro para fazer alguma coisa pelos meus 280 empregados.

    Com os valores que gastei no ano passado na educação deles, eu poderia ter comprado Duas Mercedes.

    Teria mandado dinheiro para fora do País e não estaria me incomodando com essas leis absurdas .

    Mas infelizmente não consigo fazer isso.

    Eu sou um teimoso.

    No momento em que o modelo de Estado que faz tudo está sendo questionado, cabe uma outra pergunta.

    Quem vai fazer no seu lugar?

    Até agora, tem sido a iniciativa privada.

    Não conheço, felizmente, muitas empresas que tenham recebido o mesmo tratamento que a Geremia recebeu da Previdência por fazer o que é dever do Estado.

    As que foram punidas preferiram se calar e, simplesmente, abandonar seus programas educacionais.

    Com esse alerta temo desestimular os que ainda não pagam os estudos de seus funcionários.

    Não é o meu objetivo.

    Eu, pelo menos, continuarei ousando ser empresário, a despeito de eventuais crises, e não vou parar de investir no meu patrimônio mais precioso:

    as pessoas.
    Eu sou mesmo teimoso!…

    Não tem jeito..

  8. João Cirino Gomes disse:

    SAMUEL o critico lacônico, pode não ter opinião sobre o texto, mas sobre os comentaristas; quanto discernimento sabedoria e prestatividade! Este critico precisa ser descoberto!

Sua Opinião

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *