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Sarney não faz reformas que prometeu ao Senado

Sarney não faz reformas que prometeu ao Senado
José Sarney (Fonte: Revista Época)

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Até agora nenhuma das medidas anunciadas por José Sarney (PMDB-AP) ao assumir a presidência do Senado, há quase nove meses, saiu do papel.

A folha de pagamento de R$ 2,1 bilhões, por exemplo, não sofreu qualquer modificação. Sarney vem sofrendo pressão de 3,5 mil servidores terceirizados para não serem demitidos, e de senadores que não querem que o número de funcionários de confiança diminua. Hoje, estima-se que eles são 2,8 mil. A pressão dos servidores e parlamentares vem funcionando.

Mudanças sugeridas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que recebeu R$ 250 mil pelo serviço de consultoria, não estão sendo levadas adiante. Além disso, a oficialização dos atos secretos e a manutenção dos privilégios concedidos a parlamentares e servidores também vêm contribuindo para as promessas de Sarney não saírem do papel.

Fontes:
Estadão - Sarney engaveta reforma que ele mesmo prometera para o Senado

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1 Opinião

  1. Markut disse:

    Sem surpresa. A frustração esperada não é outra coisa senão a clara sinalização de que a oligarqia permanece firme, com o pé apertando o freio do desenvolvimento do país,impedindo a sociedade de se tornar apta a enfrentar os desafios da sua necessária inserção no mundo globalizado.
    Qualquer passo à frente que se consiga dar será sempre apesar do travamento e não graças a uma gestão de Estado ,conduzido por cabeças capazes de um mínimo de visão cívica e patriótica. Por sinal, há quanto tempo não se ouve essa expressão?
    Ela foi substituida por outro vocábulo, a transparência, cujo verdadeiro significado, hoje, exigiria uma correção no dicionário.
    O trágico é o dilema da dificuldade em romper o circulo maldito entre a ignorância do voto de curral e a decorrente impossibilidade de enxotar a corja instalada no topo da pirâ
    mide social deste país.
    A semelhança entre Sarney e Zelaya é mais do que física. Ela é cultural, naquilo que se costuma qualificar como país das bananas.
    E o Lula, nisso tudo?. Ele, ex-pau de arara nordestino, que poderia se transformar no verdadeiro redentor dessa indispensavel transformação social, prefere se “coaligar”, a fim de garantir a sua permanência, se possivel, eterna, no confortavel “pudê”.

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