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Diante da profusão de escândalos, esta foi a expressão escolhida pela revista Economist para se referir à mais alta câmara legislativa brasileira.
A revista britânica lembra que três presidentes do Senado brasileiro foram afastados ou renunciaram nos últimos oito anos em razão de escândalos — Sarney pode ser o quarto –, e ressalta a discrepância de a casa ter quase dez mil funcionários para assessorar 81 senadores.
A Economist enumera a sucessão de revelações feitas nos últimos meses: atos secretos, passagens aéreas para parentes dos senadores e horas extras pagas aos funcionários da casa mesmo quando o Senado estava em recesso. Diante do envolvimento de vários senadores, diz a revista, pode até parecer injusto que Sarney esteja sob pressão para renunciar.
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