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Reforma Política?

Por uma Assembleia Nacional Desconstituinte

O que de fato menos necessitamos é de plebiscitos ou referendos

Por uma Assembleia Nacional Desconstituinte
(Fonte: Reprodução/Internet)

Não é por outro motivo, senão pelas más escolhas que fizemos no campo da Ética, da Política e da Economia, que chegamos ao atual estado de degradação no qual nos encontramos no Brasil.

Ao longo das últimas décadas, nossa sociedade vem sendo enclausurada por densa, intrincada, cinzenta e infindável rede de constituições, leis, normas, decretos, portarias, instruções normativas, medidas provisórias, códigos, estatutos, regimentos, resoluções, regulamentos e todo tipo de imposições que afrontam o direito do indivíduo de levar a sua vida em paz.

Esse verdadeiro labirinto legal, nos coloca invariavelmente perante minotauros estatais, são agências, secretarias, ministérios, câmaras, conselhos, institutos, fundações, repartições, autarquias, enfim, bestas incontidas que se caracterizam pelo uso da força para agredir nossos valores de forma repulsiva.

Vivemos atualmente um nó institucional no qual o indivíduo está impedido legalmente de buscar a sua felicidade legítima. Os interesses difusos colocados acima dos direitos reais e verdadeiros das pessoas acabaram por constranger o entendimento espontâneo que gera a riqueza e sua distribuição justa e imediata.
A consequência disso tem sido esse quadro crônico de carências que leva a população a questionar o status quo, reclamando por mudanças, demandando que se faça algo novo, que se recrie mais instrumentos para satisfazer as insolventes necessidades.

O que poucos tem apontado no entanto, é que não há nada mais a ser feito. Pelo contrário, é gigantesco o trabalho para desfazermos tudo o que os agentes políticos, incansavelmente, vem construindo a partir das suas consciências, normalmente turvadas pela incompreensão da realidade ou pela simples e nefasta deficiência de caráter, que vem gerando apenas mais conflito, maior desigualdade e indesejável expansão da pobreza e da desesperança.

O que de fato menos necessitamos, é de plebiscitos ou referendos, de políticos estimulados a intervir. Precisamos isso sim, urgentemente, é de uma Assembleia Nacional Desconstituinte, que liberte-nos das amarras das centenas de cláusulas constitucionais, das milhares ou centenas de milhares de ilegítimas normas legais que impedem que possamos viver nossa vida, desfrutar das nossas propriedades e exercer a nossa liberdade como bem entendermos, sem violência, sem coerção, com o inalienável direito de sermos únicos, felizes e irmanados com quem bem quisermos.

Fontes:
Ordem Livre - Por uma Assembleia Nacional Desconstituinte

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4 Opiniões

  1. olbe disse:

    Precisa dizer mais alguma coisa?

  2. Afonso Schroeder disse:

    As palavras escritas neste artigo, relatam de como a classe dominante ao não ser atendida com benesses pelo governo simplesmente diz o governo não é bom não atende os anseios sociais, nos classes chamadas por esta elite de classe C, D e E, enxergamos o governo popular que atende e muito bem os anseios de toda sociedade, não do jeitinho que era antes de 2003, onde nos sequer tínhamos o direito de nos manifestar mais parecia uma semiescravidão. Pense nisto.

  3. Áureo Ramos de Souza disse:

    O devemos exigir é a diminuição dos gastos públicos, que os ordenados dos vereadores, deputados estaduais e federais, senadores, ministros tenha um desconto de 50% a menos e que paguem INSS e que sua aposentadoria seja igual a dos trabalhadores, acabar com as mordomias, passagens que eles paguem, despesas dos correios que eles paguem, almoço, cafezinho, enfim todas as regalias.

  4. helo disse:

    Afonso,
    O artigo descreve bem o excesso de autoridade vã que vem com a mania de normas, portarias, decretos medidas provisórias, blablabás que paralisam o país.
    De fato a partir de 2003 vivemos uma época de estabilidade, esperança e olhar social. As vezes me perguntava diante dos primeiros malfeitos se não estava sofrendo de pessimismo. Eis que hoje as críticas mais ásperas ao governo Dilma partem de petistas históricos, ministros de Lula, Toffoli, Gilberto. Infelizmente parece que de fato vai tudo mesmo muito mal, pior do que eu imaginava.
    Será que, na sua interpretação, o PT em 11 anos se tornou a nova elite? E as críticas de Lulistas já partem dessa distorção? Estaremos então condenados a viver sob Dilma, a presidenta que se pensa estadista?
    Ou devemos de fato ir pras ruas e pedir mudança e combate responsável contra a corrupção, inflação, impunidade e amadorismo?
    A inflação penaliza os mais pobres e consome mais que o benefício da Bolsa. O dinheiro do ricos e poderosos, Lula e seu grupo incluído, está depositado e protegido no exterior, levado por Roses e Dudas em paraísos fiscais.
    Qual é a saída?
    Eu penso que será renovar mesmo que de gangues. O tempo longo para que se estruturem dará para interromper o declive que o governo sem más intenções nos levou.

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