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EM DEPOIMENTO À PF

Porteiro diz que errou ao citar Bolsonaro no caso Marielle

Em depoimento à Polícia Civil, porteiro voltou atrás e disse que errou em anotação

Porteiro diz que errou ao citar Bolsonaro no caso Marielle
Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinado em março do ano passado no Rio de Janeiro (Fonte: Reprodução/CMRJ)

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Em depoimento à Polícia Federal na última terça-feira, 19, o porteiro que citou o nome do presidente Jair Bolsonaro no caso da ex-vereadora Marielle Franco voltou atrás e disse que errou em anotação.

O porteiro havia atribuído a “Seu Jair” a autorização de entrada para um dos suspeitos do assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes no Condomínio Vivendas da Barra.

Nesta terça, o porteiro disse que se sentiu confuso nos dois depoimentos prestados à Polícia Civil em 7 e 9 de outubro, quando indicou que Bolsonaro liberou a entrada do ex-PM Élcio de Queiroz no condomínio.

Uma anotação feita a mão nos registros da entrada do condomínio indica a casa onde Jair Bolsonaro morava antes de tomar posse como presidente como o local de visita de Élcio de Queiroz.

Registros da Câmara dos Deputados mostram que Bolsonaro estava em Brasília no momento da ligação anotada na entrada do condomínio. Não se sabe, no entanto, se o sistema de interfones do condomínio Vivendas da Barra faz ligação para celulares dos moradores.

O depoimento do porteiro citando o nome de Jair Bolsonaro no caso Marielle foi divulgado no dia 30 de outubro em reportagem da TV Globo. Em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro negou qualquer envolvimento no caso e fez duras críticas à imprensa, principalmente à Globo, e afirmou que a informação havia sido vazada pelo governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.

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Fontes:
Uol - Caso Marielle: À PF, porteiro diz que errou em anotação que cita Bolsonaro

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